Servidores fazem novo protesto cobrando reposição de perdas

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  • MANIFESTAÇÃO FOI EM FRENTE AO PALÁCIO DE DESPACHOS E MOBILIZOU SINDICATOS

 

Milton Alves Júnior
Sem reajuste há oito anos, 
servidores públicos esta
duais realizaram novo ato público em frente ao Palácio Governador Augusto Franco (Palácio dos Despachos), na zona Sul de Aracaju. Com o apoio da Central Única dos Trabalhadores (CUT), a mobilização aconteceu no início da manhã de ontem e serviu para intensificar a luta dos profissionais pela recomposição salarial. Uma contabilidade feita pelos sindicalistas indica que nos oito anos de retiradas de direitos constitucionais, milhares de trabalhadores deixaram de receber 51,88% referentes ao acumulado de cada ano, conforme oficializado pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC). Em contraponto, a Superintendência de Comunicação informou que há mais de sete anos o governo de Sergipe busca honrar com os antigos e atuais compromissos. 
Entre essas garantias está a quitação salarial dos servidores dentro do mês trabalhado e o pagamento do décimo terceiro, bem como a antecipação da primeira parcela do benefício no mês de aniversário do trabalhador. "Em relação aos novos avanços, o Governo instalou na última quinta-feira,16, uma mesa permanente de negociações para ouvir e dialogar com as diversas categorias, a exemplo dos servidores públicos. Especificamente sobre a periculosidade, os policiais já recebem incorporado ao subsídio desde 2016. O governo permanece à disposição para dialogar sobre qualquer outra reivindicação do movimento", respondeu. De acordo com o presidente da CUT, Roberto Silva, o cenário de perdas, enfrentado por aposentados, é ainda mais agravante. 
"Além de ser uma política perversa, mostra a total incompetência deste Governo que poderia administrar os recursos do Estado impedindo a sonegação, tributando as grandes empresas, pois várias empresas tiveram lucros exorbitantes nesta pandemia. Mas ao invés de tributar os grandes, Belivaldo [Chagas] acha mais fácil botar a mão no bolso das idosas aposentadas e tirar todo mês 14% da aposentadoria", protestou. Ainda segundo o crítico: "quando nós intitulamos esse Governo de 'sanguessuga' é porque ele está sugando os servidores que prestam serviço. Desse modo, o Governo não está valorizando os servidores." A manifestação de ontem contou também com o apoio do Movimento Polícia Unida (MPU).

Milton Alves Júnior

Sem reajuste há oito anos,  servidores públicos esta duais realizaram novo ato público em frente ao Palácio Governador Augusto Franco (Palácio dos Despachos), na zona Sul de Aracaju. Com o apoio da Central Única dos Trabalhadores (CUT), a mobilização aconteceu no início da manhã de ontem e serviu para intensificar a luta dos profissionais pela recomposição salarial. Uma contabilidade feita pelos sindicalistas indica que nos oito anos de retiradas de direitos constitucionais, milhares de trabalhadores deixaram de receber 51,88% referentes ao acumulado de cada ano, conforme oficializado pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC). Em contraponto, a Superintendência de Comunicação informou que há mais de sete anos o governo de Sergipe busca honrar com os antigos e atuais compromissos. 
Entre essas garantias está a quitação salarial dos servidores dentro do mês trabalhado e o pagamento do décimo terceiro, bem como a antecipação da primeira parcela do benefício no mês de aniversário do trabalhador. "Em relação aos novos avanços, o Governo instalou na última quinta-feira,16, uma mesa permanente de negociações para ouvir e dialogar com as diversas categorias, a exemplo dos servidores públicos. Especificamente sobre a periculosidade, os policiais já recebem incorporado ao subsídio desde 2016. O governo permanece à disposição para dialogar sobre qualquer outra reivindicação do movimento", respondeu. De acordo com o presidente da CUT, Roberto Silva, o cenário de perdas, enfrentado por aposentados, é ainda mais agravante. 
"Além de ser uma política perversa, mostra a total incompetência deste Governo que poderia administrar os recursos do Estado impedindo a sonegação, tributando as grandes empresas, pois várias empresas tiveram lucros exorbitantes nesta pandemia. Mas ao invés de tributar os grandes, Belivaldo [Chagas] acha mais fácil botar a mão no bolso das idosas aposentadas e tirar todo mês 14% da aposentadoria", protestou. Ainda segundo o crítico: "quando nós intitulamos esse Governo de 'sanguessuga' é porque ele está sugando os servidores que prestam serviço. Desse modo, o Governo não está valorizando os servidores." A manifestação de ontem contou também com o apoio do Movimento Polícia Unida (MPU).

 


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