UGT/SE convoca população e parlamentares na defesa do serviço público e contra a PEC 32

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  • Ronildo Almeida, presidente da UGT-SE

 

A União Geral dos Trabalhadores em Sergipe (UGT/SE) convoca a população e os parlamentares sergipanos na defesa do serviço público e contra a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) nº 32. A PEC está em tramitação na Câmara Federal, com previsão de votação na Comissão Especial da Casa na próxima terça-feira (21), e prevê uma reforma administrativa que privatiza e terceiriza serviços da esfera pública e prejudica, não só os trabalhadores do setor, mas todos os brasileiros. 
Para Ronildo Almeida, presidente da UGT/SE, a PEC 32 transforma o serviço público, direito de toda a sociedade, em um balcão de negócios, beneficiando grupos políticos e desmontando uma estrutura administrativa que traz ganhos para a população, especialmente a parcela mais pobre. "Ao invés de destruí-lo, temos que ampliar o serviço público gratuito, com qualidade, sem restrições, favores ou ingerência política", avalia. 
Ronildo Almeida ressalta que a PEC 32 mexe diretamente com a vida de todos, porque acaba com benefícios básicos, como o direito à saúde e à educação universais e gratuitas, por exemplo. Para ele, é necessário garantir e ampliar o acesso da população a esses serviços, e não os destruir completamente, como os defensores da PEC 32 querem.
"É também fundamental manter a autonomia no serviço público, a estabilidade do servidor público, para o enfrentamento e o embate entre o correto e a tentativa de uso indevido da máquina e do dinheiro públicos em benefício de interesses particulares de grupos políticos", pontua Almeida.

A União Geral dos Trabalhadores em Sergipe (UGT/SE) convoca a população e os parlamentares sergipanos na defesa do serviço público e contra a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) nº 32. A PEC está em tramitação na Câmara Federal, com previsão de votação na Comissão Especial da Casa na próxima terça-feira (21), e prevê uma reforma administrativa que privatiza e terceiriza serviços da esfera pública e prejudica, não só os trabalhadores do setor, mas todos os brasileiros. 
Para Ronildo Almeida, presidente da UGT/SE, a PEC 32 transforma o serviço público, direito de toda a sociedade, em um balcão de negócios, beneficiando grupos políticos e desmontando uma estrutura administrativa que traz ganhos para a população, especialmente a parcela mais pobre. "Ao invés de destruí-lo, temos que ampliar o serviço público gratuito, com qualidade, sem restrições, favores ou ingerência política", avalia. 
Ronildo Almeida ressalta que a PEC 32 mexe diretamente com a vida de todos, porque acaba com benefícios básicos, como o direito à saúde e à educação universais e gratuitas, por exemplo. Para ele, é necessário garantir e ampliar o acesso da população a esses serviços, e não os destruir completamente, como os defensores da PEC 32 querem.
"É também fundamental manter a autonomia no serviço público, a estabilidade do servidor público, para o enfrentamento e o embate entre o correto e a tentativa de uso indevido da máquina e do dinheiro públicos em benefício de interesses particulares de grupos políticos", pontua Almeida.

 


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