Ministério da Saúde diz que vacina contra covid-19 não será para todos

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  • Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) recebeu pedido de Submissão Contínua da vacina para covid-19 do laboratório Janssen-Cilag, quarto laboratório a enviar dados com o mesmo objetivo; A Anvisa tem até 20 dias para analisar os documentos

 

A ordem de vacinação 
contra a covid-19 de
penderá da disponibilidade de doses a partir do tratamento que será adquirido e disponibilizado pelo governo no âmbito do Sistema Único de Saúde (SUS). A afirmação foi feita na noite de sexta-feira (27) por representantes do Ministério da Saúde em entrevista coletiva na sede do órgão.
"A sequência de vacinação vai depender da disponibilização em escala da vacina para o país", declarou o secretário executivo da pasta, Élcio Franco. A "escala" envolve a quantidade de doses e o cronograma de aquisição e consequente disponibilização destas.
Franco acrescentou que a definição dos públicos prioritários será feita pelo governo a partir de dois tipos de informações. O primeiro envolve aqueles segmentos com maiores riscos de evoluir para um quadro grave, os chamados grupos de risco. Neste universo estão pessoas idosas e com comorbidades.
O segundo tipo de informação diz respeito à própria vacina que será utilizada. "Por outro lado o aspecto farmacológico com a bula da vacina. Iremos identificar os públicos para os quais ela oferecerá segurança e eficácia. Fazendo a confrontação dos dados, iremos definir os públicos prioritários para vacina", pontuou o secretário executivo.
Testes - Os representantes do Ministério da Saúde falaram sobre o envio de testes. Até o momento, a pasta distribuiu 8,68 milhões de testes a estados e municípios, tendo sido executados 5,6 milhões na rede pública. Com 4,37 milhões na rede privada, o total de exames realizados chega a 10 milhões de testes no Brasil.
Nesta semana, segundo reportagens na imprensa, o Ministério possui mais de seis milhões de testes estocados em um depósito no estado de São Paulo próximos do fim do prazo de validade.
A pasta declarou que estuda a possibilidade de extensão da validade dos medicamentos em diálogo com o fabricante, a empresa Seegene, e a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). Essa possibilidade dependerá de uma avaliação da Anvisa.
O técnico da Coordenação-geral de Laboratórios de Saúde Pública do Ministério, Alexander Vargas, sublinhou na entrevista coletiva que a Seegene já teria entrado com o pedido para que a Agência possa analisar.
Entregas - Na entrevista coletiva, a equipe do Ministério também atualizou dados de ações, investimentos e entregas de combate à pandemia. Foram habilitados 16.073 leitos de UTI e 1.529 de suporte ventilatório (utilizado antes do paciente ir para a UTI).
Foram destinados 301,5 milhões de equipamentos de proteção individual (EPIs), como toucas, máscaras, sapatilhas, luvas e kits de higienização com álcool em gel.
A pasta aplicou R$ 2,5 bilhões em outras ações como o programa Saúde na Hora Emergencial, Centros de Atendimento à Saúde e Centros Comunitários para Enfrentamento à Covid-19, além da contratação adicional de profissionais pelo Mais Médicos Brasil.

A ordem de vacinação  contra a covid-19 de penderá da disponibilidade de doses a partir do tratamento que será adquirido e disponibilizado pelo governo no âmbito do Sistema Único de Saúde (SUS). A afirmação foi feita na noite de sexta-feira (27) por representantes do Ministério da Saúde em entrevista coletiva na sede do órgão.
"A sequência de vacinação vai depender da disponibilização em escala da vacina para o país", declarou o secretário executivo da pasta, Élcio Franco. A "escala" envolve a quantidade de doses e o cronograma de aquisição e consequente disponibilização destas.
Franco acrescentou que a definição dos públicos prioritários será feita pelo governo a partir de dois tipos de informações. O primeiro envolve aqueles segmentos com maiores riscos de evoluir para um quadro grave, os chamados grupos de risco. Neste universo estão pessoas idosas e com comorbidades.
O segundo tipo de informação diz respeito à própria vacina que será utilizada. "Por outro lado o aspecto farmacológico com a bula da vacina. Iremos identificar os públicos para os quais ela oferecerá segurança e eficácia. Fazendo a confrontação dos dados, iremos definir os públicos prioritários para vacina", pontuou o secretário executivo.

Testes - Os representantes do Ministério da Saúde falaram sobre o envio de testes. Até o momento, a pasta distribuiu 8,68 milhões de testes a estados e municípios, tendo sido executados 5,6 milhões na rede pública. Com 4,37 milhões na rede privada, o total de exames realizados chega a 10 milhões de testes no Brasil.
Nesta semana, segundo reportagens na imprensa, o Ministério possui mais de seis milhões de testes estocados em um depósito no estado de São Paulo próximos do fim do prazo de validade.
A pasta declarou que estuda a possibilidade de extensão da validade dos medicamentos em diálogo com o fabricante, a empresa Seegene, e a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). Essa possibilidade dependerá de uma avaliação da Anvisa.
O técnico da Coordenação-geral de Laboratórios de Saúde Pública do Ministério, Alexander Vargas, sublinhou na entrevista coletiva que a Seegene já teria entrado com o pedido para que a Agência possa analisar.

Entregas - Na entrevista coletiva, a equipe do Ministério também atualizou dados de ações, investimentos e entregas de combate à pandemia. Foram habilitados 16.073 leitos de UTI e 1.529 de suporte ventilatório (utilizado antes do paciente ir para a UTI).Foram destinados 301,5 milhões de equipamentos de proteção individual (EPIs), como toucas, máscaras, sapatilhas, luvas e kits de higienização com álcool em gel.
A pasta aplicou R$ 2,5 bilhões em outras ações como o programa Saúde na Hora Emergencial, Centros de Atendimento à Saúde e Centros Comunitários para Enfrentamento à Covid-19, além da contratação adicional de profissionais pelo Mais Médicos Brasil.

 


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