Edvaldo é favorito contra Danielle Garcia

Geral


  • A delegada Danielle Garcia: primeira disputa eleitoral

  • O prefeito Edvaldo Nogueira: à frente nas pesquisas

 

O dia 29 de novembro de 2020 é o ponto decisivo das eleições para Prefeito de Aracaju, que tiveram uma corrida eleitoral atípica, alterada pela pandemia do coronavírus e marcada por fatores como a apatia de parte do público, a preocupação com as notícias falsas e a troca de acusações e provocações entre os candidatos - ainda que não tenha sido registrado nenhum incidente grave. Passada a votação dos 24 vereadores, os eleitores da capital sergipana estão novamente convocados às urnas, para escolher entre Edvaldo Nogueira (PDT) e Danielle Garcia (Cidadania). Um deles vai ocupar o cargo de prefeito da cidade até dezembro de 2024. Aqui vai um perfil dos dois postulantes:
Edvaldo - Edvaldo Nogueira Filho, 59 anos, é apontado como o favorito para conquistar um novo mandato à frente da PMA. Ele venceu o primeiro turno, no último dia 15, com 119.681 votos. Apesar da vantagem, o total não foi suficiente para garantir a eleição de primeira. No segundo turno, ele continuou focando a campanha na apresentação de propostas para seu plano de governo, mas passou a responder com mais força aos ataques da campanha adversária, principalmente nas inserções eleitorais de rádio e TV. E se apresentava principalmente como "candidato da paz e do amor", em contraposição à conduta da adversária, considerada "agressiva e com ódio". 
Alagoano nascido em Pão de Açúcar e radicado em Aracaju desde o final da década de 1970, Edvaldo estudou até o quinto ano do curso de Medicina na Universidade Federal de Sergipe (UFS), onde foi secretário-geral e presidente do Diretório Central dos Estudantes (DCE). Filiou-se ao PCdoB em 1981 e, em 1988, se elegeu vereador de Aracaju pela primeira vez, renovando o mandato quatro anos depois. Em 2000, compôs a chapa liderada por Marcelo Déda (PT) e com ele se elegeu vice-prefeito de Aracaju. 
Assumiu a Prefeitura em definitivo pela primeira vez em 2006, quando Déda saiu candidato ao governo do Estado. Em 2008, disputou a reeleição em nova composição com o PT e venceu. Por não poder se candidatar em 2012, teve um hiato e até 2016, quando derrotou, no segundo turno, seu ex-aliado Valadares Filho (PSB), que veio a ser vice de Danielle neste ano. Em 2020, depois de um tempo de flerte, entrou para o PDT e formou chapa com o PSD do governador Belivaldo Chagas, que indicou como sua vice a delegada de polícia KatarinaFeitoza, então superintendente da Polícia Civil. 
Danielle - Danielle Garcia Alves Soares, 43 anos,faz a sua primeira participação na política partidária. Com 55.973 votos, foi a primeira entre os candidatos da oposição e focou sua campanha em críticas fortes a falhas apontadas na gestão de Edvaldo, principalmente na resolução de problemas na periferia e no não cumprimento de algumas promessas feitas na campanha de 2016. A estratégia foi mal vista por parte do eleitorado e colocou a candidata como alvo fácil dos contra-ataques de Edvaldo e de Rodrigo Valadares (PTB), que também concorreu ao cargo. Passado o primeiro turno, ela passou a apresentar mais propostas e a se apresentar como representante do poder político das mulheres, sem deixar de fazer mais criticas ao rival. 
A delegada nasceu em Aracaju e se formou bacharel em Direito pela UFS, com mestrado em Constitucionalização do Direito e pós-graduação em Gestão Estratégica em Segurança Pública. Entrou na Polícia Civil em 2001, ao passar no concurso de Delegada de Polícia de Primeira Classe, e ocupou diversos cargos de chefia em grandes departamentos operacionais, como o de Homicídios (DHPP) e o Centro de Operações Especiais (Cope). Ganhou destaque à frente do Departamento de Combate a Crimes contra a Ordem Tributária e à Administração Pública (Deotap), comandando grandes operações de combate à corrupção no Estado, como a João de Barro, a Babel e o Escândalo das Subvenções. 

O dia 29 de novembro de 2020 é o ponto decisivo das eleições para Prefeito de Aracaju, que tiveram uma corrida eleitoral atípica, alterada pela pandemia do coronavírus e marcada por fatores como a apatia de parte do público, a preocupação com as notícias falsas e a troca de acusações e provocações entre os candidatos - ainda que não tenha sido registrado nenhum incidente grave. Passada a votação dos 24 vereadores, os eleitores da capital sergipana estão novamente convocados às urnas, para escolher entre Edvaldo Nogueira (PDT) e Danielle Garcia (Cidadania). Um deles vai ocupar o cargo de prefeito da cidade até dezembro de 2024. Aqui vai um perfil dos dois postulantes:

Edvaldo - Edvaldo Nogueira Filho, 59 anos, é apontado como o favorito para conquistar um novo mandato à frente da PMA. Ele venceu o primeiro turno, no último dia 15, com 119.681 votos. Apesar da vantagem, o total não foi suficiente para garantir a eleição de primeira. No segundo turno, ele continuou focando a campanha na apresentação de propostas para seu plano de governo, mas passou a responder com mais força aos ataques da campanha adversária, principalmente nas inserções eleitorais de rádio e TV. E se apresentava principalmente como "candidato da paz e do amor", em contraposição à conduta da adversária, considerada "agressiva e com ódio". 
Alagoano nascido em Pão de Açúcar e radicado em Aracaju desde o final da década de 1970, Edvaldo estudou até o quinto ano do curso de Medicina na Universidade Federal de Sergipe (UFS), onde foi secretário-geral e presidente do Diretório Central dos Estudantes (DCE). Filiou-se ao PCdoB em 1981 e, em 1988, se elegeu vereador de Aracaju pela primeira vez, renovando o mandato quatro anos depois. Em 2000, compôs a chapa liderada por Marcelo Déda (PT) e com ele se elegeu vice-prefeito de Aracaju. 
Assumiu a Prefeitura em definitivo pela primeira vez em 2006, quando Déda saiu candidato ao governo do Estado. Em 2008, disputou a reeleição em nova composição com o PT e venceu. Por não poder se candidatar em 2012, teve um hiato e até 2016, quando derrotou, no segundo turno, seu ex-aliado Valadares Filho (PSB), que veio a ser vice de Danielle neste ano. Em 2020, depois de um tempo de flerte, entrou para o PDT e formou chapa com o PSD do governador Belivaldo Chagas, que indicou como sua vice a delegada de polícia KatarinaFeitoza, então superintendente da Polícia Civil. 

Danielle - Danielle Garcia Alves Soares, 43 anos,faz a sua primeira participação na política partidária. Com 55.973 votos, foi a primeira entre os candidatos da oposição e focou sua campanha em críticas fortes a falhas apontadas na gestão de Edvaldo, principalmente na resolução de problemas na periferia e no não cumprimento de algumas promessas feitas na campanha de 2016. A estratégia foi mal vista por parte do eleitorado e colocou a candidata como alvo fácil dos contra-ataques de Edvaldo e de Rodrigo Valadares (PTB), que também concorreu ao cargo. Passado o primeiro turno, ela passou a apresentar mais propostas e a se apresentar como representante do poder político das mulheres, sem deixar de fazer mais criticas ao rival. 
A delegada nasceu em Aracaju e se formou bacharel em Direito pela UFS, com mestrado em Constitucionalização do Direito e pós-graduação em Gestão Estratégica em Segurança Pública. Entrou na Polícia Civil em 2001, ao passar no concurso de Delegada de Polícia de Primeira Classe, e ocupou diversos cargos de chefia em grandes departamentos operacionais, como o de Homicídios (DHPP) e o Centro de Operações Especiais (Cope). Ganhou destaque à frente do Departamento de Combate a Crimes contra a Ordem Tributária e à Administração Pública (Deotap), comandando grandes operações de combate à corrupção no Estado, como a João de Barro, a Babel e o Escândalo das Subvenções. 

 


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