Bochichos  
 Charges  
 Cidade  
 Cultura  
 Editorial  
 Especial  
 Esportes  
 Geral  
 Mundo  
 Nacional  
 Negócios  
 Opinião  
 Política  
 Rita Oliveira  
 Sociedade  
 Variedades  
 Adiberto de Souza  
 Cássia Santana  
 Gilvan Manoel  
 Léo Filho  
 Luiz Eduardo Costa  
 Rian Santos  
 Sacuntala Guimarães  
 Vieira Neto  
 Bares e Restaurantes  
 Cinema  
 Cursos e Faculdades  
 Esotérico  
 Hóteis e Pousadas  
 Vamos Cozinhar?  
 Loterias  
 Sites  
 Telefones Úteis  
O que você achou do site?
bom
ruim
otimo
legal
E-mail:
Senha:
 
 
Cultura
30/7/2010 08:59:31
Música no Museu chega a Sergipe

Rian Santos
riansantos@jornaldodiase.com.br

Depois do sucesso do Villa-Lobos in Jazz nas cidades de Minas Gerais, o projeto Música no Museu dá seqüência a sua programação visitando o norte e o nordeste brasileiro como trio Villa-Lobos in Jazz. Música no Museu está no seu 13º ano de existência, e já levou para os museus brasileiros mais de 250 mil pessoas, aliando o conhecimento e o reconhecimento da história à boa música, sempre com o patrocínio do BNDES. No total, cerca de 2.500 apresentações já foram realizadas com a participação de mais de 1.100 músicos, entre artistas nacionais e internacionais.
No dia 03 de agosto, às 19 horas, o projeto visita o Museu Histórico de Sergipe, em São Cristovão; No dia 04, no mesmo horário, é a vez do Palácio Olimpio Campos, em Aracaju, receber o trio; e no dia 5 de agosto, sempre às 19 horas, a Igreja Matriz, em Laranjeiras, vai se encher de música da melhor qualidade.

Villa-Lobos in Jazz - O projeto Villa-Lobos in Jazz é responsável pela execução da obra do grande maestro, com uma formação de jazz trio (piano, baixo e bateria). De acordo com os músicos do trio, o objetivo é permitir que o ouvinte absorva a beleza e originalidade da música brasileira, resgatando através da memória afetiva as cantigas que ouvíamos na infância, fruto do trabalho de Villa-Lobos.
Além disso, o trio costuma executar obras de compositores brasileiros consagrados, de maneira a demonstrar a influência do maior músico brasileiro até hoje reconhecido pelos igualmente maiores Radames Gnatalli, Ary Barroso, Tom Jobim, Camargo Guarnieri e Gismonti.
Esta é uma oportunidade de mostrar ao grande público, em forma de um delicioso entretenimento, de onde e como elas vieram e cantar junto com as nossas crianças, e aquela que guardamos dentro de nos mesmos proporcionando um momento da mais singela nostalgia. Nada nos ancora mais aos sentimentos do passado do que a memória auditiva. Além de ser um excelente exercício de cidadania e auto-estima. Como dizia o próprio Villa: O objetivo deste trabalho é permitir que as novas gerações se formem dentro dos bons sentimentos estéticos e cívicos e que nossa pátria, como sucede às nacionalidades vigorosas, possa ter uma arte digna da grandeza e vitalidade de seu povo.

O projeto - Música no Museu é a versão brasileira do que acontece nos museus de maior expressão no mundo, como Metropolitan, MoMA, Guggenhein (Nova Iorque), Louvre, Picasso, Montmartre (Paris), Gulbenkian (Lisboa), Prado (Madrid) etc. que, a par de suas atividades principais nas artes plásticas, dedicam amplos espaços à música como elo entre as artes plásticas e os próprios cenários dos museus, trazendo-lhes um ganho considerável na sua densidade cultural.
Trata-se na verdade de uma série de concertos gratuitos que busca privilegiar a música de boa qualidade, sem distinção de procedência, escola ou época - da música medieval aos clássicos europeus, dos românticos aos impressionistas, dos modernos aos contemporâneos brasileiros, de Bach, Beethoven, Mozart e Debussy a Villa-Lobos, Chiquinha Gonzaga, Pixinguinha, Astor Piazzolla e Gershwin, todos já passaram pelos palcos de Música no Museu, na interpretação dos melhores solistas, grupos brasileiros e alguns internacionais.
Inaugurada em dezembro de 1997 no Museu Nacional de Belas Artes (MNBA) pelo violonista Turíbio Santos, o  Música no Museu conta hoje, no Rio de Janeiro, com trinta dos melhores museus e centros culturais cariocas. Sua expansão se deu a partir de 2002, quando ampliou sua programação para São Paulo, Brasília, Belo Horizonte, Florianópolis e Curitiba. A partir de então o sucesso foi absoluto, sempre com grande público, casas cheias e freqüentadores assíduos, o projeto seguiu para mais 15 cidades brasileiras. 
 
 
--------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------
 
Todos os direitos reservados 2008 - Jornal do Dia
GLOBAL CONECTIVA