Desemprego na pandemia continua subindo e chega a 13,7%

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Nesta sexta-feira, os shoppings Jardins e RioMar Aracaju reabriram as portas ao público com mais de 40 medidas dentro do protocolo de segurança. O uso de máscara é obrigatório a todos e, neste primeiro momento, as lojas estão abertas de segunda-feira a sábado, das 12h às 20h, e, a partir do dia 19 de agosto, das 12h às 22h. Para a reabertura, os shoppings definiram mais de 40 medidas de biossegurança que visam evitar aglomeração, manter o distanciamento entre as pessoas, reforçar a higienização dos ambientes e proteger a saúde de clientes, colaboradores e lojistas.

 

 

Desemprego na pandemia continua subindo e chega a 13,7%

Nos últimos quatro meses, em que o país 
passa pela pandemia de covid-19, cer
ca de 3 milhões de pessoas ficaram sem trabalho. Na quarta semana de julho, a taxa de desocupação chegou a 13,7%, o que corresponde a 12,9 milhões de pessoas. Os dados são da edição semanal da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílio (Pnad) Covid-19, divulgada ontem(14) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).
Quando a pesquisa teve início, na primeira semana de maio, eram 9,8 milhões de pessoas desocupadas. Na comparação com a terceira semana de julho, houve aumento de 550 mil pessoas entre os desocupados. A população ocupada do país foi estimada em 81,2 milhões, estável em relação à semana anterior e com queda em relação à semana de 3 a 9 de maio, quando 83,9 milhões de pessoas entravam nessa categoria.
De acordo com a coordenadora da pesquisa, Maria Lúcia Vieira, os demais dados relacionados a trabalho ficaram estáveis na comparação com a semana anterior, apesar da variação em relação a maio.
"Comparando com o início da pesquisa, o saldo da investigação é que a população ocupada está menor em 2,9 milhões de pessoas. A população desocupada está maior, pouco mais de 3 milhões. E a taxa de desocupação também está maior em 3,2 pontos percentuais. Isso num contexto em que a população informal vem caindo também".
Após queda na semana anterior, o número de pessoas que estavam temporariamente afastadas do trabalho por causa do distanciamento social voltou a crescer e somou 5,8 milhões, o que representa 7,1% da população ocupada. No início de maio eram 16,6 milhões de pessoas afastadas do trabalho, o que representava 19,8%. O trabalho remoto está sendo exercido por 8,3 milhões de profissionais (11,5%), apenas 300 mil a menos do que no início da pesquisa.
O grupo de pessoas que gostaria de trabalhar, mas não procurou emprego por causa da pandemia ou por falta de trabalho perto de casa, somou 18,5 milhões. A informalidade atinge 27,2 milhões de pessoas, 2,7 milhões a menos do que no início de maio. A taxa está em 33,5%, 1 ponto percentual acima do registrado na terceira semana de julho.
Maria Lúcia explica que entre os informais estão os empregados do setor privado e trabalhadores domésticos sem carteira assinada; empregadores e trabalhadores por conta própria que não contribuem para o INSS; e trabalhadores não remunerados que ajudam morador do domicílio ou parente.
"Vimos na divulgação da semana passada que essa população tinha caído. É uma força de trabalho que oscila bastante nessas comparações curtas. As pessoas entram e saem da força de trabalho com muita facilidade. Com mais facilidade que a população ocupada, que é formalizada".
A população fora da força de trabalho era de 76 milhões de pessoas, estável em relação à semana anterior e ao início da pesquisa. Desses, 36,9% disseram que gostariam de trabalhar.

Nos últimos quatro meses, em que o país  passa pela pandemia de covid-19, cer ca de 3 milhões de pessoas ficaram sem trabalho. Na quarta semana de julho, a taxa de desocupação chegou a 13,7%, o que corresponde a 12,9 milhões de pessoas. Os dados são da edição semanal da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílio (Pnad) Covid-19, divulgada ontem(14) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).
Quando a pesquisa teve início, na primeira semana de maio, eram 9,8 milhões de pessoas desocupadas. Na comparação com a terceira semana de julho, houve aumento de 550 mil pessoas entre os desocupados. A população ocupada do país foi estimada em 81,2 milhões, estável em relação à semana anterior e com queda em relação à semana de 3 a 9 de maio, quando 83,9 milhões de pessoas entravam nessa categoria.
De acordo com a coordenadora da pesquisa, Maria Lúcia Vieira, os demais dados relacionados a trabalho ficaram estáveis na comparação com a semana anterior, apesar da variação em relação a maio.
"Comparando com o início da pesquisa, o saldo da investigação é que a população ocupada está menor em 2,9 milhões de pessoas. A população desocupada está maior, pouco mais de 3 milhões. E a taxa de desocupação também está maior em 3,2 pontos percentuais. Isso num contexto em que a população informal vem caindo também".
Após queda na semana anterior, o número de pessoas que estavam temporariamente afastadas do trabalho por causa do distanciamento social voltou a crescer e somou 5,8 milhões, o que representa 7,1% da população ocupada. No início de maio eram 16,6 milhões de pessoas afastadas do trabalho, o que representava 19,8%. O trabalho remoto está sendo exercido por 8,3 milhões de profissionais (11,5%), apenas 300 mil a menos do que no início da pesquisa.
O grupo de pessoas que gostaria de trabalhar, mas não procurou emprego por causa da pandemia ou por falta de trabalho perto de casa, somou 18,5 milhões. A informalidade atinge 27,2 milhões de pessoas, 2,7 milhões a menos do que no início de maio. A taxa está em 33,5%, 1 ponto percentual acima do registrado na terceira semana de julho.
Maria Lúcia explica que entre os informais estão os empregados do setor privado e trabalhadores domésticos sem carteira assinada; empregadores e trabalhadores por conta própria que não contribuem para o INSS; e trabalhadores não remunerados que ajudam morador do domicílio ou parente.
"Vimos na divulgação da semana passada que essa população tinha caído. É uma força de trabalho que oscila bastante nessas comparações curtas. As pessoas entram e saem da força de trabalho com muita facilidade. Com mais facilidade que a população ocupada, que é formalizada".
A população fora da força de trabalho era de 76 milhões de pessoas, estável em relação à semana anterior e ao início da pesquisa. Desses, 36,9% disseram que gostariam de trabalhar.

Leilão

O ministro do Desenvolvimento Regional, Rogério Marinho, elogiou o desempenho da Prefeitura de Aracaju para condução de todo o processo da Parceria Público-Privada para modernização do parque de iluminação pública da capital sergipana, concluído ontem. Ele enfatizou que o número representativo de propostas demonstra a "confiança" que o modelo de negócios de Aracaju despertou, e que Aracaju "abre alas, como o primeiro município do Brasil que ingressa nesse processo de leilão do B3, dentro dessa estratégia de estruturação de projetos feito pelo governo federal, na carteira do Ministério do Desenvolvimento Regional, pelo FEP".

Vontade política

Segundo o ministro, "Aracaju está de parabéns por acreditar na estratégia do governo federal de estabelecer esse trabalho de PPP. Houve um apoio para a estruturação do projeto, mas houve também a vontade política da Prefeitura, o apoio dos técnicos da gestão municipal, esse grande arranjo institucional, que foi feito com o Banco Mundial, a Caixa Econômica e nosso fundo de reestruturação, e, o mais importante, foi o número de participantes o que demonstra a confiança no processo. Quem vai ganhar com isso é a população, que terá a eficientização de todo o sistema de iluminação pública, a garantia da manutenção deste sistema nos próximos 13 anos".

Etapas

Antes de chegar à fase final, de escolha da empresa, várias etapas foram cumpridas pela Prefeitura de Aracaju. A primeira foi a participação em um edital do Ministério do Desenvolvimento Regional, no qual foi selecionada. Logo após, a gestão deu início à construção do projeto, envolvendo diversas secretarias, especialistas e equipes da Caixa Econômica, do Banco Mundial e do seu braço financeiro, o IFC, parceiros da Prefeitura nesse processo. Também foram realizadas audiências e consultas públicas, com a participação popular, democratizando a PPP.

Recursos

O secretário da Fazenda de Aracaju, Jeferson Passos, destacou o impacto econômico que o projeto trará para a cidade. "Serão aproximadamente R$ 83 milhões que os investidores irão trazer de recursos para nossa cidade. Parte significativa será emprego, salários que essas empresas irão pagar em Aracaju. Então, temos um impacto direto da chegada desses recursos, na geração de emprego, de renda e, também, na geração de impostos para a  economia local, impostos para o município, na forma do ISS pela prestação de serviços, e impostos também para o Estado, na forma do ICMS, pelas aquisições que serão feitas no comércio local", salientou.

Fake news

O pré-candidato a prefeito de Aracaju, Márcio Macêdo (PT), afirmou que vem sendo alvo de "seguidas fake news com o objetivo de desestabilizar nossa caminhada". O petista declarou isso em referência à associação de seu nome em apoio ao prefeito de Belford Roxo, no Rio de Janeiro. O gestor em questão é Wagner dos Santos Carneiro, o Waguinho, filiado ao MDB.

Explicação

"Dizer que apoiei bolsonarista não é verdade. Não votei em nenhum bolsonarista. Meu voto no Diretório Nacional do PT foi validando uma aliança que o PT municipal fez com o prefeito. Sendo uma tática do nosso partido para eleger dois vereadores e reorganizar a legenda na cidade. O prefeito não é bolsonarista. Então a desinformação já começa por aí. Não tem por que gerar essa problemática toda. Não votei em nenhum bolsonarista. O prefeito, Waguinho, é do MDB, e não tem veto do PT para alianças. Tanto que o PT está no governo do prefeito desde 2017, inclusive ele apoiou Lula, Dilma, Lindberg Farias", disse Márcio Macêdo..

Ataque

Márcio acredita que essa especulação surgiu devido a inauguração de uma obra daquela cidade, em que o senador Flávio Bolsonaro esteve presente. "Foi uma inauguração de uma obra custeada pelo governo federal. Mas ele também recebeu Lula e apoiou a Caravana do Lula pelo Brasil quando passou pela cidade, ao contrário de Edvaldo que recebeu o apoio do PT e de Lula a vida inteira e se escondeu no impeachment da Dilma e na caravana do Lula. O que aconteceu entre ele e o senador Flávio Bolsonaro foi uma relação institucional com o Governo Federal, como todos os prefeitos têm, inclusive Edvaldo tem hoje e teve com Temer.  Inventaram essa história porque estão sentindo o crescimento da minha pré-campanha, então tentam, a qualquer custo, nos associar a situações inverídicas", alertou.

Transporte

Aprovada pela Alese a Indicação nº 413, de autoria do deputado estadual Iran Barbosa (PT), propondo ao Governo de Sergipe, através da Secretaria de Estado da Fazenda (Sefaz), que promova a anistia, a isenção, a alíquota 0% ou a suspensão do IPVA e do licenciamento anual veicular, para os veículos devidamente cadastrados para a promoção de transporte escolar, durante este período de enfrentamento à Covid-19.

Crise

De acordo com a propositura, é inegável a existência de uma crise econômica que atinge diversos contribuintes, em especial o transportador escolar, que teve a sua atividade econômica suspensa por conta da paralisação das aulas na rede pública e particular de ensino. O serviço foi um dos últimos a parar e será um dos últimos a retomar as atividades. "Por essa razão, fica evidenciado que não conseguirão, dentro das atuais circunstâncias realizar o pagamento do imposto, conforme o atual calendário do estado, mesmo com o parcelamento concedido, devido às restrições que já citei", observou Iran Barbosa.

Fascismo

Do senador Rogério Carvalho (PT), nas redes sociais: "O Brasil de Bolsonaro será investigado pela ONU por promover a intimidação de oposicionistas que apoiam a democracia e têm denunciado o fascismo no país. Na quarta-feira (12), relatores da ONU foram informados e se debruçam sobre a conduta do Ministério da Justiça pela montagem de um dossiê para monitorar quase 600 servidores públicos e professores por envolvimento direto deles em atos antifascismo".

Lei do Gás

O deputado Laércio Oliveira (PP) é relator da nova Lei do Gás que deverá ser votada na próxima semana pelo Plenário da Câmara. Essa lei é considerada a base do Novo Mercado de Gás anunciada pelo Ministério da Economia. O gás é combustível para a indústria. Produtos de limpeza, pisos, plásticos, vidros, fertilizantes e até remédios necessitam do gás para sua produção. "O país precisa ser competitivo no custo dessa energia porque está perdendo espaço no mercado. E o produto nacional está sendo substituído pelo importado. Quatro milhões de empregos serão gerados e o investimento no País vai aumentar em 60 bilhões ao ano", informou Laércio.

Com agências


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