O futuro do trabalho

Saumínio Nascimento

 

Foi realizada em Genebra na Suiça uma 
cúpula global da Organização Interna-
cional do Trabalho (OIT) e o compromisso firmado foi o de criar um mundo melhor de trabalho após o COVID-19.
Participaram do evento de forma virtual, líderes globais que discutiram estratégias para garantir o mundo do trabalho após a pandemia do COVID-19, abordando as vulnerabilidades expostas pelo surto, incluindo falta de proteção social, economia informal, desigualdade e mudança climática.
A entidade internacional que tem sede em Genebra na Suiça e é dirigida por Guy Ryder,o perfil dele é o seguinte: nascido em Liverpool (Reino Unido) em 1956, Guy Ryder estudou Ciências Sociais e Políticas na Universidade de Cambridge e Estudos Latino-Americanos na Universidade de Liverpool. Ele fala francês e espanhol, além de sua língua materna, o inglês. Ele iniciou sua carreira profissional em 1981 como assistente do Departamento Internacional do Congresso Sindical em Londres.
Ao falar no final da Cúpula Global sobre COVID-19 e o Mundo do Trabalho, o diretor geral da OIT disse o seguinte: "temos algumas ferramentas muito importantes para implantar, pois procuramos recuperar o mundo do trabalho".
Estiveram participando desta cúpula, chefes de Estado e de governo, além de importantes empregadores globais e líderes sindicais, foi um evento global de três dias, realizado on-line de 7 a 9 de julho. A cúpula foi a maior reunião online de trabalhadores, empregadores e governos de todos os tempos, com contribuições de chefes das Nações Unidas, Organização Mundial da Saúde (OMS), Fundo Monetário Internacional (FMI), Organização Mundial do Comércio (OMC) e Organização para Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE).
O Secretário Geral da ONU, Antonio Guterres, disse: "Esta cúpula global é uma oportunidade para governos, trabalhadores e representantes de empregadores moldarem respostas vencedoras". Recuperação da crise "não é uma escolha entre saúde ou emprego e a economia. Eles estão interligados. Nós venceremos em todas as frentes ou falharemos em todas as frentes."
Na visão do Secretário Geral da ONU, já existe uma base sólida para ação e soluções, a exemplo da: Declaração Centenária da OIT e a Agenda 2030 para o Desenvolvimento Sustentável e o Objetivo 8 dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) sobre trabalho decente e crescimento econômico. Ele julga que juntos, podemos sair dessa crise mais fortes, com empregos decentes e um futuro mais brilhante, mais igual e mais verde para todos.
Cabe lembrar que os ODS promovem o crescimento econômico sustentável, maiores níveis de produção e inovação tecnológica. Sendo que está previsto no Objetivo 8 que  o empreendedorismo será fundamental para criarmos vagas de trabalho, assim como medidas efetivas para erradicar o trabalho forçado, a escravidão e o tráfico de humanos. Com essa perspectiva, o objetivo é alcançar o pleno emprego e o trabalho decente para todas as mulheres e homens até 2030.
Presente a reunião, o Diretor Geral da Organização Mundial da Saúde (OMS), Dr. Tedro Adhanom Ghebreyesus abordou que os sistemas da OMS estão entrelaçados com questões que envolvem  empregos, meios de subsistência e economia. Ele comentou o papel da OMS ao propor que governos, organizações de empregadores e trabalhadores do setor da saúde, desenvolvam programas nacionais fortes e sustentáveis para a segurança e a saúde ocupacional dos profissionais de saúde. 
Esta cúpula voltada para os desafios do trabalho discutiu estratégias para enfrentar as enormes vulnerabilidades do mundo do trabalho expostas pela pandemia e, em particular, as necessidades daqueles que trabalham sem proteção social e na economia informal; a promoção de emprego pleno e produtivo e empresas sustentáveis; maneiras de garantir que a redução da pobreza, a igualdade e o combate às mudanças climáticas sejam elementos essenciais no processo de recuperação; e como a comunidade internacional pode se comprometer a cumprir a Agenda 2030 da ONU para o Desenvolvimento Sustentável.
Cabe registrar que a OIT já fez um alerta sobre o número de horas de trabalho perdidas em todo o mundo no primeiro semestre de 2020, ele foi significativamente pior do que o estimado anteriormente, enquanto a recuperação altamente incerta no segundo semestre do ano não será suficiente para voltar ao período pré-níveis de pandemia, mesmo no melhor cenário, corremos o risco de continuar perdendo empregos em larga escala.
Quando a OIT elaborou em 2019 a Declaração Centenária para o Futuro do Trabalho já se apontava que o mundo do trabalho está passando por mudanças transformadoras, impulsionadas por inovações tecnológicas, mudanças demográficas, mudanças climáticas e globalização.
E penso que para os economistas este é um grande desafio a ser solucionado, inserir as pessoas de forma digna no mercado de trabalho e, conseguir reduzir as altas taxas de desemprego vigentes em muitas regiões do mundo. 

Foi realizada em Genebra na Suiça uma  cúpula global da Organização Interna- cional do Trabalho (OIT) e o compromisso firmado foi o de criar um mundo melhor de trabalho após o COVID-19.
Participaram do evento de forma virtual, líderes globais que discutiram estratégias para garantir o mundo do trabalho após a pandemia do COVID-19, abordando as vulnerabilidades expostas pelo surto, incluindo falta de proteção social, economia informal, desigualdade e mudança climática.
A entidade internacional que tem sede em Genebra na Suiça e é dirigida por Guy Ryder,o perfil dele é o seguinte: nascido em Liverpool (Reino Unido) em 1956, Guy Ryder estudou Ciências Sociais e Políticas na Universidade de Cambridge e Estudos Latino-Americanos na Universidade de Liverpool. Ele fala francês e espanhol, além de sua língua materna, o inglês. Ele iniciou sua carreira profissional em 1981 como assistente do Departamento Internacional do Congresso Sindical em Londres.
Ao falar no final da Cúpula Global sobre COVID-19 e o Mundo do Trabalho, o diretor geral da OIT disse o seguinte: "temos algumas ferramentas muito importantes para implantar, pois procuramos recuperar o mundo do trabalho".
Estiveram participando desta cúpula, chefes de Estado e de governo, além de importantes empregadores globais e líderes sindicais, foi um evento global de três dias, realizado on-line de 7 a 9 de julho. A cúpula foi a maior reunião online de trabalhadores, empregadores e governos de todos os tempos, com contribuições de chefes das Nações Unidas, Organização Mundial da Saúde (OMS), Fundo Monetário Internacional (FMI), Organização Mundial do Comércio (OMC) e Organização para Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE).
O Secretário Geral da ONU, Antonio Guterres, disse: "Esta cúpula global é uma oportunidade para governos, trabalhadores e representantes de empregadores moldarem respostas vencedoras". Recuperação da crise "não é uma escolha entre saúde ou emprego e a economia. Eles estão interligados. Nós venceremos em todas as frentes ou falharemos em todas as frentes."
Na visão do Secretário Geral da ONU, já existe uma base sólida para ação e soluções, a exemplo da: Declaração Centenária da OIT e a Agenda 2030 para o Desenvolvimento Sustentável e o Objetivo 8 dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) sobre trabalho decente e crescimento econômico. Ele julga que juntos, podemos sair dessa crise mais fortes, com empregos decentes e um futuro mais brilhante, mais igual e mais verde para todos.
Cabe lembrar que os ODS promovem o crescimento econômico sustentável, maiores níveis de produção e inovação tecnológica. Sendo que está previsto no Objetivo 8 que  o empreendedorismo será fundamental para criarmos vagas de trabalho, assim como medidas efetivas para erradicar o trabalho forçado, a escravidão e o tráfico de humanos. Com essa perspectiva, o objetivo é alcançar o pleno emprego e o trabalho decente para todas as mulheres e homens até 2030.
Presente a reunião, o Diretor Geral da Organização Mundial da Saúde (OMS), Dr. Tedro Adhanom Ghebreyesus abordou que os sistemas da OMS estão entrelaçados com questões que envolvem  empregos, meios de subsistência e economia. Ele comentou o papel da OMS ao propor que governos, organizações de empregadores e trabalhadores do setor da saúde, desenvolvam programas nacionais fortes e sustentáveis para a segurança e a saúde ocupacional dos profissionais de saúde. 
Esta cúpula voltada para os desafios do trabalho discutiu estratégias para enfrentar as enormes vulnerabilidades do mundo do trabalho expostas pela pandemia e, em particular, as necessidades daqueles que trabalham sem proteção social e na economia informal; a promoção de emprego pleno e produtivo e empresas sustentáveis; maneiras de garantir que a redução da pobreza, a igualdade e o combate às mudanças climáticas sejam elementos essenciais no processo de recuperação; e como a comunidade internacional pode se comprometer a cumprir a Agenda 2030 da ONU para o Desenvolvimento Sustentável.
Cabe registrar que a OIT já fez um alerta sobre o número de horas de trabalho perdidas em todo o mundo no primeiro semestre de 2020, ele foi significativamente pior do que o estimado anteriormente, enquanto a recuperação altamente incerta no segundo semestre do ano não será suficiente para voltar ao período pré-níveis de pandemia, mesmo no melhor cenário, corremos o risco de continuar perdendo empregos em larga escala.
Quando a OIT elaborou em 2019 a Declaração Centenária para o Futuro do Trabalho já se apontava que o mundo do trabalho está passando por mudanças transformadoras, impulsionadas por inovações tecnológicas, mudanças demográficas, mudanças climáticas e globalização.
E penso que para os economistas este é um grande desafio a ser solucionado, inserir as pessoas de forma digna no mercado de trabalho e, conseguir reduzir as altas taxas de desemprego vigentes em muitas regiões do mundo. 

 


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