MP e polícia fazem nova operação contra fraudes em Laranjeiras

Geral


  • \'Operação Lignum\' faz apreensões de jóias e dinheiro em Laranjeiras e Aracaju

  • Jóias apreendidas durante a operação

 

O Ministério Público 
Estadual e as polí
cias Civil e Militar cumpriram nove mandados de busca e apreensão em endereços de Aracaju e Laranjeiras, dentro da chamada 'Operação Lignum'. Equipes dos três órgãos, lideradas pelo Grupo de Atuação Especial contra o Crime Organizado (Gaeco), fizeram diligencias na manhã de ontem e estiveram em residências, sedes de empresas e de órgãos públicos, nas duas cidades, onde apreenderam documentos e computadores. Houve também a apreensão de joias e uma grande quantia em dinheiro, mas o valor e o local onde ele estava não foram divulgados. 
Segundo o Ministério Público, a 'Operação Lignum' apura um suposto desvio de recursos públicos na aquisição de portas, peças de madeiras e outros materiais e insumos de construção. Estas compras deveriam ser destinadas à reforma de escolas, mas nunca chegaram ao destino. O nome Lignum é uma palavra latina que quer dizer madeira. 
A investigação foi um desdobramento da 'Operação Citrus', que foi deflagrada em fevereiro e investiga supostos desvios de recursos na aquisição de medicamentos e insumos de saúde. Na ocasião, um empresário e uma funcionária chegaram a ser presos sob a acusação de destruírem documentos requisitados pelos promotores. 
Desta vez, não houve mandados de prisão a serem cumpridos. O inquérito corre em sigilo, é conduzida pela 6° Procuradoria de Justiça Criminal do MPE. Além da Procuradoria e do Gaeco, a operação teve a participação dos departamentos de Crimes contra a Ordem Tributária e Administração Pública (Deotap) e de Narcóticos (Denarc), bem como da Agência Central de Inteligência da Polícia Militar. A Prefeitura de Laranjeiras informou que só vai se manifestar após os desdobramentos da operação.

O Ministério Público  Estadual e as polí cias Civil e Militar cumpriram nove mandados de busca e apreensão em endereços de Aracaju e Laranjeiras, dentro da chamada 'Operação Lignum'. Equipes dos três órgãos, lideradas pelo Grupo de Atuação Especial contra o Crime Organizado (Gaeco), fizeram diligencias na manhã de ontem e estiveram em residências, sedes de empresas e de órgãos públicos, nas duas cidades, onde apreenderam documentos e computadores. Houve também a apreensão de joias e uma grande quantia em dinheiro, mas o valor e o local onde ele estava não foram divulgados. 
Segundo o Ministério Público, a 'Operação Lignum' apura um suposto desvio de recursos públicos na aquisição de portas, peças de madeiras e outros materiais e insumos de construção. Estas compras deveriam ser destinadas à reforma de escolas, mas nunca chegaram ao destino. O nome Lignum é uma palavra latina que quer dizer madeira. 
A investigação foi um desdobramento da 'Operação Citrus', que foi deflagrada em fevereiro e investiga supostos desvios de recursos na aquisição de medicamentos e insumos de saúde. Na ocasião, um empresário e uma funcionária chegaram a ser presos sob a acusação de destruírem documentos requisitados pelos promotores. 
Desta vez, não houve mandados de prisão a serem cumpridos. O inquérito corre em sigilo, é conduzida pela 6° Procuradoria de Justiça Criminal do MPE. Além da Procuradoria e do Gaeco, a operação teve a participação dos departamentos de Crimes contra a Ordem Tributária e Administração Pública (Deotap) e de Narcóticos (Denarc), bem como da Agência Central de Inteligência da Polícia Militar. A Prefeitura de Laranjeiras informou que só vai se manifestar após os desdobramentos da operação.

 


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