A LAVA JATO É A CULPADA ARNALDO?

Rômulo Rodrigues

 

* Rômulo Rodrigues
O mês de Junho começou trazendo à tona muitas revelações da trama do golpe com suas narrativas que acusavam e prendiam inocentes e não acusavam e inocentavam criminosos.
Logo nos primeiros dias, sem muito alarde, foi divulgado que o Empresário, Ex-Deputado Federal e Ex-Tesoureiro do PSDB, Ronaldo Cézar Coelho comprou 20,1% das ações da Light, concessionária de Energia elétrica com grande atuação no Estado do Rio de Janeiro. O empresário vem a ser irmão do grande parceiro de Galvão Bueno e daí surgiu o bordão: pode isso Arnaldo?
Muitos sairão em sua defesa alegando que o empresário do Rock In Rio pode ter dinheiro para adquirir as ações da Light, que estavam à venda no mercado e tal fato nada tem a ver com o golpe.
Será que não? Vamos ver! Quando da grande ofensiva contra o PT, Lula e Dilma, o tesoureiro do PT, João Vaccari, foi depor numa CPMI do Congresso sobre os financiamentos de campanhas do partido detalhando valores, doadores, datas, com toda documentação auditada, enviada ao TSE e com as contas aprovadas.
De quebra, mostrou todas as similaridades com as contas do PSDB, usando as mesmas fontes e as devidas aprovações do TSE.
Mesmo assim, a Operação Lava Jato disse que as doações ao PT eram oriundas de propinas e as idênticas aos tucanos, essas sim, eram contribuições de campanhas.
Quais as diferenças?  O arrecadador do PSDB era um empresário de grandes eventos, amigo da família Marinho, irmão do parceiro de Galvão Bueno, estrela da Globo e não vinha ao caso.
Vaccari, um sindicalista de posturas éticas e honesto, foi condenado e preso como corrupto, sem nunca terem encontrado um centavo proveniente de suborno em suas contas pessoais no Brasil e nenhuma conta aberta no exterior. Sendo que, na Suíça foram encontrados 25 milhões de dólares em nome de José Serra e ele continua livre leve e solto.
A mídia corporativa, que desempenha o papel estratégico de mentir diuturnamente para homogeneizar o Gado, segue controlando o rebanho aparentando rejeição a Bolsonaro para continuar apoiando o projeto de destruição da economia do Brasil, como manda o Mercado, grande arquiteto do golpe.
A meta estipulada é atingir em 2020 a cota de 100 mil mortes pelo Covid-19, com as mortes de idosos, para diminuir em bilhões os gastos da Previdência; de doentes crônicos para diminuir os gastos do SUS e de Índios para as Terras ficarem despovoadas e liberadas para a especulação e exploração de minérios conforme apalavrado com o rentismo para cumprir a quota de tirar bilhões de Dólares de circulação da Economia.
Toda a Guerra Híbrida desencadeada a partir da ação criminosa da Lava Jato está em franco processo de aceleração e muita coisa vai ter que ser cumprida até o próximo dia 16 de Agosto, quando completam quatro anos do golpe político, midiático, civil, militar e judicial que derrubou a Presidenta Dilma e para não esquecer e nunca mais acontecer, naquela data, a Presidenta, mesmo vivendo quase dois anos de Pautas Bombas e de massacre da mídia hegemônica, a economia ainda apresentava índices de causar inveja hoje; a gasolina custava R$ 2,60 e sofria protestos de dondocas na frente de Postos de Combustíveis; o álcool estava a R$ 1,90; o óleo diesel a R$ 2,10 e o botijão de gás apenas R$ 35,00 com um detalhe, todo mundo trabalhava e o índice de desemprego era de 4%, considerado pleno emprego.
Com a destruição da economia veio a eleição de Bolsonaro e o consequente agravamento da crise social, e com achegada do Covid-19, o ódio tem sido o remédio aplicado pelos golpistas para encobrir a criminosa transferência de renda dos pobres e classe média para os já bilionários.
O gado, massa humana disforme, utilizado para o sucesso do programa, se apresenta nas variadas formas, protegido pelos aparatos policiais fascistas e, ainda, tolerado pela Corte Suprema.
Um exemplo: Cristina Rocha, filha de um General, amiga do traidor Villas Boas, que foi para frente do Hospital festejar a morte de D. Marisa, estava em recente manifestação pedindo Ditadura Militar e fechamento do STF, usando um taco de beisebol, com máscara com a bandeira americana, foi escoltada e protegida com delicadeza pela PM de São Paulo, que agrediu manifestantes que pediam Democracia. Aliás, ela é dona de uma loja de produtos pirateados e recebe pensão vitalícia.
Outro caso: há uma foto explicativa do momento, na blogosfera, em que um pai recoloca cruzes em homenagem aos mortos pelo Coronavírus, entre os quais seu filho, nas areias de Copacabana. Atrás, um lixo humano com a Bandeira do Brasil, derrubando as cruzes. O pai, um simples Trabalhador revoltado com o descaso frente à Pandemia. O lixo humano, um Empresário bolsonarista já condenado por crimes financeiros, fruto do ódio disseminado pela Lava Jato. Pode isso Arnaldo?
Mais um caso: a mídia está tratando uma bandida, Sara Geromini, que adotou o nome de Sara Winter, uma espiã nazista, como ativista bolsonarista. Alto lá! Ativistas foram Padre Josimo, Chico Mendes, Missionária Dorothy Stang, Betinho e Marielle Franco. Entendeu Arnaldo?
Desenhando,  Bolsonaro é um assassino que mandou seguidores invadirem um Hospital de Campanha. O Gabinete do ódio fez 14.300 disparos iguais, de robôs, de um mesmo endereço em Brasília, identificado como de Damares, Weintraub e Heleno, com a frase #ninguemderrunabolsonaro, identificada pelo erro.
* Rômulo Rodrigues é militante político

* Rômulo Rodrigues

O mês de Junho começou trazendo à tona muitas revelações da trama do golpe com suas narrativas que acusavam e prendiam inocentes e não acusavam e inocentavam criminosos.
Logo nos primeiros dias, sem muito alarde, foi divulgado que o Empresário, Ex-Deputado Federal e Ex-Tesoureiro do PSDB, Ronaldo Cézar Coelho comprou 20,1% das ações da Light, concessionária de Energia elétrica com grande atuação no Estado do Rio de Janeiro. O empresário vem a ser irmão do grande parceiro de Galvão Bueno e daí surgiu o bordão: pode isso Arnaldo?
Muitos sairão em sua defesa alegando que o empresário do Rock In Rio pode ter dinheiro para adquirir as ações da Light, que estavam à venda no mercado e tal fato nada tem a ver com o golpe.
Será que não? Vamos ver! Quando da grande ofensiva contra o PT, Lula e Dilma, o tesoureiro do PT, João Vaccari, foi depor numa CPMI do Congresso sobre os financiamentos de campanhas do partido detalhando valores, doadores, datas, com toda documentação auditada, enviada ao TSE e com as contas aprovadas.
De quebra, mostrou todas as similaridades com as contas do PSDB, usando as mesmas fontes e as devidas aprovações do TSE.
Mesmo assim, a Operação Lava Jato disse que as doações ao PT eram oriundas de propinas e as idênticas aos tucanos, essas sim, eram contribuições de campanhas.
Quais as diferenças?  O arrecadador do PSDB era um empresário de grandes eventos, amigo da família Marinho, irmão do parceiro de Galvão Bueno, estrela da Globo e não vinha ao caso.
Vaccari, um sindicalista de posturas éticas e honesto, foi condenado e preso como corrupto, sem nunca terem encontrado um centavo proveniente de suborno em suas contas pessoais no Brasil e nenhuma conta aberta no exterior. Sendo que, na Suíça foram encontrados 25 milhões de dólares em nome de José Serra e ele continua livre leve e solto.
A mídia corporativa, que desempenha o papel estratégico de mentir diuturnamente para homogeneizar o Gado, segue controlando o rebanho aparentando rejeição a Bolsonaro para continuar apoiando o projeto de destruição da economia do Brasil, como manda o Mercado, grande arquiteto do golpe.
A meta estipulada é atingir em 2020 a cota de 100 mil mortes pelo Covid-19, com as mortes de idosos, para diminuir em bilhões os gastos da Previdência; de doentes crônicos para diminuir os gastos do SUS e de Índios para as Terras ficarem despovoadas e liberadas para a especulação e exploração de minérios conforme apalavrado com o rentismo para cumprir a quota de tirar bilhões de Dólares de circulação da Economia.
Toda a Guerra Híbrida desencadeada a partir da ação criminosa da Lava Jato está em franco processo de aceleração e muita coisa vai ter que ser cumprida até o próximo dia 16 de Agosto, quando completam quatro anos do golpe político, midiático, civil, militar e judicial que derrubou a Presidenta Dilma e para não esquecer e nunca mais acontecer, naquela data, a Presidenta, mesmo vivendo quase dois anos de Pautas Bombas e de massacre da mídia hegemônica, a economia ainda apresentava índices de causar inveja hoje; a gasolina custava R$ 2,60 e sofria protestos de dondocas na frente de Postos de Combustíveis; o álcool estava a R$ 1,90; o óleo diesel a R$ 2,10 e o botijão de gás apenas R$ 35,00 com um detalhe, todo mundo trabalhava e o índice de desemprego era de 4%, considerado pleno emprego.
Com a destruição da economia veio a eleição de Bolsonaro e o consequente agravamento da crise social, e com achegada do Covid-19, o ódio tem sido o remédio aplicado pelos golpistas para encobrir a criminosa transferência de renda dos pobres e classe média para os já bilionários.
O gado, massa humana disforme, utilizado para o sucesso do programa, se apresenta nas variadas formas, protegido pelos aparatos policiais fascistas e, ainda, tolerado pela Corte Suprema.
Um exemplo: Cristina Rocha, filha de um General, amiga do traidor Villas Boas, que foi para frente do Hospital festejar a morte de D. Marisa, estava em recente manifestação pedindo Ditadura Militar e fechamento do STF, usando um taco de beisebol, com máscara com a bandeira americana, foi escoltada e protegida com delicadeza pela PM de São Paulo, que agrediu manifestantes que pediam Democracia. Aliás, ela é dona de uma loja de produtos pirateados e recebe pensão vitalícia.
Outro caso: há uma foto explicativa do momento, na blogosfera, em que um pai recoloca cruzes em homenagem aos mortos pelo Coronavírus, entre os quais seu filho, nas areias de Copacabana. Atrás, um lixo humano com a Bandeira do Brasil, derrubando as cruzes. O pai, um simples Trabalhador revoltado com o descaso frente à Pandemia. O lixo humano, um Empresário bolsonarista já condenado por crimes financeiros, fruto do ódio disseminado pela Lava Jato. Pode isso Arnaldo?
Mais um caso: a mídia está tratando uma bandida, Sara Geromini, que adotou o nome de Sara Winter, uma espiã nazista, como ativista bolsonarista. Alto lá! Ativistas foram Padre Josimo, Chico Mendes, Missionária Dorothy Stang, Betinho e Marielle Franco. Entendeu Arnaldo?
Desenhando,  Bolsonaro é um assassino que mandou seguidores invadirem um Hospital de Campanha. O Gabinete do ódio fez 14.300 disparos iguais, de robôs, de um mesmo endereço em Brasília, identificado como de Damares, Weintraub e Heleno, com a frase #ninguemderrunabolsonaro, identificada pelo erro.

* Rômulo Rodrigues é militante político

 


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