Morre aos 78 anos o bispo emérito Dom Mário Sivieri

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  • Dom Mário Rino Sivieri

 

Morre aos 78 anos o bispo emérito Dom Mário Sivieri
O bispo emérito da Diocese de Propriá (Baixo São Francisco), Dom Mário Rino Sivieri, morreu ontem à tarde no Hospital São Lucas (zona sul de Aracaju), onde estava internado há oito dias. Ele fazia tratamento contra a erisipela (uma doença de pele), mas já sofria de complicações causadas pelo diabetes e por um acidente vascular cerebral sofrido no mês passado. Ontem, ele não resistiu a um problema respiratório. 
Os funerais acontecerão hoje na Catedral Diocesana de Propriá, onde o corpo será enterrado. De acordo com a Diocese, o velório acontecerá sem a presença da comunidade, em virtude da pandemia do Covid-19, mas uma missa de corpo presente será celebrada a partir das 8h e transmitida pelas redes sociais da Catedral Diocesana, antes do sepultamento. 
Dom Mário nasceu em 1942 na cidade de Castelmassa, norte da Itália, e foi ordenado padre em 1966, pelo então papa Paulo VI. Veio para o Brasildois anos depois, como missionário, e passou a atuar na Paróquia Nossa Senhora da Piedade, em Lagarto, da qual foi pároco por mais de 30 anos. Uma das suas ações de maior destaque foi a criação das Fazendas da Esperança, em Lagarto e em Gararu, voltadas para a recuperação de usuários de álcool e drogas. O religioso também coordenou a Campanha Nacional de Escolas Comunitárias (CNEC). Em 1997, foi ordenado bispo e designado pelo papa João Paulo II para assumir a Diocese de Propriá, permanecendo no cargo até 2017, quando apresentou a renúncia compulsória. 
Em dezembro de 2016, dom Mário foi homenageado pela Assembléia Legislativa de Aracaju e recebeu a Medalha de Direitos Humanos, "Dom José Vicente Távora" em reconhecimento pela sua dedicação a serviço da vida dos mais pobres, principalmente da juventude. Ele, humildemente, sempre reconheceu que as homenagens recebidas tinham sempre caráter coletivo, porque sempre esteve acompanhado de outras pessoas nas atividades. Seu lema episcopal era "Servo de Todos". Em nota, o governador Belivaldo Chagas lamentou "profundamente o falecimento desse grande líder católico, que deixará saudades e ensinamentos expressivos", e destacou que o bispo "tinha atuação forte nas causas sociais, em defesa dos mais pobres". 

O bispo emérito da Diocese de Propriá (Baixo São Francisco), Dom Mário Rino Sivieri, morreu ontem à tarde no Hospital São Lucas (zona sul de Aracaju), onde estava internado há oito dias. Ele fazia tratamento contra a erisipela (uma doença de pele), mas já sofria de complicações causadas pelo diabetes e por um acidente vascular cerebral sofrido no mês passado. Ontem, ele não resistiu a um problema respiratório. 
Os funerais acontecerão hoje na Catedral Diocesana de Propriá, onde o corpo será enterrado. De acordo com a Diocese, o velório acontecerá sem a presença da comunidade, em virtude da pandemia do Covid-19, mas uma missa de corpo presente será celebrada a partir das 8h e transmitida pelas redes sociais da Catedral Diocesana, antes do sepultamento. 
Dom Mário nasceu em 1942 na cidade de Castelmassa, norte da Itália, e foi ordenado padre em 1966, pelo então papa Paulo VI. Veio para o Brasildois anos depois, como missionário, e passou a atuar na Paróquia Nossa Senhora da Piedade, em Lagarto, da qual foi pároco por mais de 30 anos. Uma das suas ações de maior destaque foi a criação das Fazendas da Esperança, em Lagarto e em Gararu, voltadas para a recuperação de usuários de álcool e drogas. O religioso também coordenou a Campanha Nacional de Escolas Comunitárias (CNEC). Em 1997, foi ordenado bispo e designado pelo papa João Paulo II para assumir a Diocese de Propriá, permanecendo no cargo até 2017, quando apresentou a renúncia compulsória. 
Em dezembro de 2016, dom Mário foi homenageado pela Assembléia Legislativa de Aracaju e recebeu a Medalha de Direitos Humanos, "Dom José Vicente Távora" em reconhecimento pela sua dedicação a serviço da vida dos mais pobres, principalmente da juventude. Ele, humildemente, sempre reconheceu que as homenagens recebidas tinham sempre caráter coletivo, porque sempre esteve acompanhado de outras pessoas nas atividades. Seu lema episcopal era "Servo de Todos". Em nota, o governador Belivaldo Chagas lamentou "profundamente o falecimento desse grande líder católico, que deixará saudades e ensinamentos expressivos", e destacou que o bispo "tinha atuação forte nas causas sociais, em defesa dos mais pobres". 

 


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