O QUE VISLUMBRO NO HORIZONTE

Rômulo Rodrigues

 

* Rômulo Rodrigues
O espetáculo de Bolsonaro no último domingo ultrapassou todos os limites de tolerância que se possa permitir em afrontar os outros poderes da República e a própria Constituição Federal e deixou claro que ele cumpriu mais uma etapa do papel que lhe foi atribuído e que se sente respaldado por quem deveria contê-lo; não os estamentos armados, mas, a Sociedade Civil Organizada, como detentora do protagonismo do Estado Democrático de Direito.
A sequência do Teatro de Operações teve suas etapas bem definidas: a ida à casa do filho Eduardo, onde se reuniu com os outros dois, o da rachadinha e o do comando do gabinete do ódio e, sua aparição pirotécnica no show propriamente dito, onde fez o discurso, preparado anteriormente, para aferir a temperatura.
Análises mais elaboradas dão conta de que tanto o Parlamento, como a Suprema Corte, estão emparedados por generais golpistas, até porque, todos estão comprometidos com a política entreguista ditada pelo DEA, de saqueio das riquezas nacionais, do esmagamento da Força de Trabalho, das privatizações desenfreadas e da entrega total da economia e das reservas internacionais ao mercado, cultuando-o como Deus, mas que sucumbe à realidade da crise que, ele próprio fabricou nos labirintos da especulação financeira de2008.
Bolsonaro cumpre o papel de ator canastrão que vai enganando uma parte substancial da população que o tem como ídolo e mito e lhe é de grande fidelidade. Calcula-se em 30%, muita gente num conjunto nefasto, onde estão quase todos os ricos, principalmente os rentistas, que são os que mais vão sair ganhando na crise e, um enorme contingente da classe média, que justifica o conceito de Marilena Chauí de ser fascista, violenta e ignorante.
O pior é que ela age como se estivesse assistindo a uma partida de futebol do seu time do coração e só quer saber da vitória, não importando se os gols são impedidos, feitos com a mão ou proveniente de alguma jogada faltosa; ela quer simplesmente ganhar para poder expelir seu ódio, sua violência e sua ignorância para justificar seu fascismo como foi mostrado na expulsão de 11 mil médicos cubanos que deram cobertura médica a 63 milhões de brasileiros e hoje são recebidos com palmas, pompas e circunstâncias em Países da Europa.
Bolsonaro, ao subir num trio elétrico no domingo, falou o que o extrato social da classe média queria ouvir: que eles eram o povo e que ele, é o poder que emana do povo.
O quadro atual é muito preocupante e tende a piorar. Em todas as manifestações de apoio ao propenso ditador, vemos uma parcela significativa dos mais vulneráveis que poderão sucumbir por seus rasgos de ignorância. Ali; o vírus triscou, matou.
O gado aparenta se sentir feliz em estar a caminho do matadouro. Quantos, entre os mais de 57 milhões dos que votaram induzidos pelo ódio já estão, sem nem perceberem, condenados a serem eliminados na primeira oportunidade, por seguirem uma "nova política" higienista e que é, também, um aprofundamento da Reforma da Previdência, já que, a cada idoso aposentado morto, o ganho da aposentadoria vai ficar para os Bancos Privados, para fazer girar a roda gigante do sistema financeiro?
Como aparentam ser a incógnita do título do "Silêncio dos Inocentes", como ovelhas, vão para os abatedouros sem balir.
Quantos jovens que poderiam votar e não foram deixando de lado a escolha certa que, jamais permitiria que o Brasil estivesse em passos acelerados para viver um genocídio premeditado?
O estágio de agravamento do tecido social põe a Nação à beira de um golpe dentro do golpe, com o aparente fim da pandemia, mediante o retorno da censura e a consequente proibição de que se noticie sobre o Covid-19, vindo uma velha realidade, a Globo não deu, o fato não aconteceu.
Se bem consigo decifrar os códigos catastróficos que se anunciam, os Avatares dos antigos Gorilas pensam em dar um cheque mate na Democracia, em breve, assim que sentirem que a correlação de forças lhes seja favorável.
 Consideram-se os heróis de uma guerra interna contra um povo passivo e desarmado.
O retrato em branco e preto da pandemia política poderá ser o do juiz responsável pelo inventário de D. Marisa Letícia que, desonestamente, transformou um saldo bancário de R$ 26 mil em R$ 256 milhões para impulsionar a indústria de Fake News comandada por Bolsonaro, seu filho Eduardo e a medíocre Regina Duarte.
O inspirador, sumido, dessa gente e seus comparsas de Curitiba, calam sobre Queiroz, quem matou Marielle, a revelação do porteiro do Guarujá que disse ter sido coagido e comprado, a desmoralização do copia e cola e o assalto de R$ 2,5 bilhões da Petrobras para fazer um fundo de sei lá o quê.
Às Forças Democráticas se impõe uma única Bandeira de Luta: "Anula a eleição presidencial de 2018", para marcar outra com os outros candidatos, coincidindo com a dos prefeitos e, com posse imediata, finda toda tramitação.
* Rômulo Rodrigues é militante político

* Rômulo Rodrigues

O espetáculo de Bolsonaro no último domingo ultrapassou todos os limites de tolerância que se possa permitir em afrontar os outros poderes da República e a própria Constituição Federal e deixou claro que ele cumpriu mais uma etapa do papel que lhe foi atribuído e que se sente respaldado por quem deveria contê-lo; não os estamentos armados, mas, a Sociedade Civil Organizada, como detentora do protagonismo do Estado Democrático de Direito.
A sequência do Teatro de Operações teve suas etapas bem definidas: a ida à casa do filho Eduardo, onde se reuniu com os outros dois, o da rachadinha e o do comando do gabinete do ódio e, sua aparição pirotécnica no show propriamente dito, onde fez o discurso, preparado anteriormente, para aferir a temperatura.
Análises mais elaboradas dão conta de que tanto o Parlamento, como a Suprema Corte, estão emparedados por generais golpistas, até porque, todos estão comprometidos com a política entreguista ditada pelo DEA, de saqueio das riquezas nacionais, do esmagamento da Força de Trabalho, das privatizações desenfreadas e da entrega total da economia e das reservas internacionais ao mercado, cultuando-o como Deus, mas que sucumbe à realidade da crise que, ele próprio fabricou nos labirintos da especulação financeira de2008.
Bolsonaro cumpre o papel de ator canastrão que vai enganando uma parte substancial da população que o tem como ídolo e mito e lhe é de grande fidelidade. Calcula-se em 30%, muita gente num conjunto nefasto, onde estão quase todos os ricos, principalmente os rentistas, que são os que mais vão sair ganhando na crise e, um enorme contingente da classe média, que justifica o conceito de Marilena Chauí de ser fascista, violenta e ignorante.
O pior é que ela age como se estivesse assistindo a uma partida de futebol do seu time do coração e só quer saber da vitória, não importando se os gols são impedidos, feitos com a mão ou proveniente de alguma jogada faltosa; ela quer simplesmente ganhar para poder expelir seu ódio, sua violência e sua ignorância para justificar seu fascismo como foi mostrado na expulsão de 11 mil médicos cubanos que deram cobertura médica a 63 milhões de brasileiros e hoje são recebidos com palmas, pompas e circunstâncias em Países da Europa.
Bolsonaro, ao subir num trio elétrico no domingo, falou o que o extrato social da classe média queria ouvir: que eles eram o povo e que ele, é o poder que emana do povo.
O quadro atual é muito preocupante e tende a piorar. Em todas as manifestações de apoio ao propenso ditador, vemos uma parcela significativa dos mais vulneráveis que poderão sucumbir por seus rasgos de ignorância. Ali; o vírus triscou, matou.
O gado aparenta se sentir feliz em estar a caminho do matadouro. Quantos, entre os mais de 57 milhões dos que votaram induzidos pelo ódio já estão, sem nem perceberem, condenados a serem eliminados na primeira oportunidade, por seguirem uma "nova política" higienista e que é, também, um aprofundamento da Reforma da Previdência, já que, a cada idoso aposentado morto, o ganho da aposentadoria vai ficar para os Bancos Privados, para fazer girar a roda gigante do sistema financeiro?
Como aparentam ser a incógnita do título do "Silêncio dos Inocentes", como ovelhas, vão para os abatedouros sem balir.
Quantos jovens que poderiam votar e não foram deixando de lado a escolha certa que, jamais permitiria que o Brasil estivesse em passos acelerados para viver um genocídio premeditado?
O estágio de agravamento do tecido social põe a Nação à beira de um golpe dentro do golpe, com o aparente fim da pandemia, mediante o retorno da censura e a consequente proibição de que se noticie sobre o Covid-19, vindo uma velha realidade, a Globo não deu, o fato não aconteceu.
Se bem consigo decifrar os códigos catastróficos que se anunciam, os Avatares dos antigos Gorilas pensam em dar um cheque mate na Democracia, em breve, assim que sentirem que a correlação de forças lhes seja favorável.
 Consideram-se os heróis de uma guerra interna contra um povo passivo e desarmado.
O retrato em branco e preto da pandemia política poderá ser o do juiz responsável pelo inventário de D. Marisa Letícia que, desonestamente, transformou um saldo bancário de R$ 26 mil em R$ 256 milhões para impulsionar a indústria de Fake News comandada por Bolsonaro, seu filho Eduardo e a medíocre Regina Duarte.
O inspirador, sumido, dessa gente e seus comparsas de Curitiba, calam sobre Queiroz, quem matou Marielle, a revelação do porteiro do Guarujá que disse ter sido coagido e comprado, a desmoralização do copia e cola e o assalto de R$ 2,5 bilhões da Petrobras para fazer um fundo de sei lá o quê.
Às Forças Democráticas se impõe uma única Bandeira de Luta: "Anula a eleição presidencial de 2018", para marcar outra com os outros candidatos, coincidindo com a dos prefeitos e, com posse imediata, finda toda tramitação.

* Rômulo Rodrigues é militante político

 


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