Vazão do Rio São Francisco é monitorada pelo Governo do Estado

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  • APESAR DO AUMENTO, NÃO ESTÁ PREVISTO A RETIRADA DE PESSOAS DAS MARGENS

 

Aliada a vazão liberada pela Usina Hidrelétrica de Xingó, entre os estados de Sergipe e Alagoas, na região do Baixo São Francisco, as chuvas das últimas semanas e o aumento do nível de alguns rios no estado de Alagoas, contribuíram para o aumento da vazão do rio São Francisco, no município de Propriá. Nesta terça-feira (31), a vazão na região passou para 2.194m³ por segundo, quase o dobro da média registrada ao longo do ano.
O diretor do Departamento Estadual de Defesa Civil Estadual, coronel Alexandre José Alves, informou que o órgão estadual está atento ao aumento da vazão e ressalta que, do ponto de vista hidrológico, é uma vazão normal já prevista nesse período. "O que ocorreu é que, com o aumento da vazão, à medida que a água vai descendo no seu curso até o mar, vai tendo contribuições em aumento de água em alguns riachos, que em momentos de chuvas tornaram-se verdadeiros rios, como é o caso Rio do Ipanema, em Alagoas, que transbordou" explicou.
A água vinda da bacia do Ipanema - que vem do estado de Pernambuco, passa por Alagoas e desemboca no Rio São Francisco - trouxe contribuições dos riachos do Capivara e do Ipanema, entre outros, ao longo do caminho. O que fez com que o rio São Francisco, em Propriá, subisse a vazão. 
"Ela aumentou, mas vai se dissipando. A orientação que demos junto às defesas civis municipais é que elas façam uma avaliação ao longo da margem do rio São Francisco em cada município e verifiquem se tem alguma situação em que seja necessária a retirada de pessoas das margens do rio, na perspectiva das águas atingirem essas casas", esclareceu o coronel Alexandre.
O superintendente Especial dos Recursos Hídricos e Meio Ambiente (Serhma), Ailton Rocha, enfatizou que, a depender da localidade, poderão ser atingidas algumas casas que estejam construídas na calha do rio, que são construções inapropriadas e feitas ilegalmente. "A medida que vai se afastando, essa água vai se dissipando. Ela só eleva o nível, mas vai seguindo seu percurso, a tendência é voltar à normalidade", pontuou.
O secretário de Estado do Desenvolvimento Urbano e Sustentabilidade (Sedurbs), Ubirajara Barreto, tranquiliza a população ao ressaltar que o Governo do Estado está atento à situação. "Essa vazão acontece pouquíssimas vezes no ano e tem ano que ela sequer acontece, porém é uma vazão normal no ponto de vista hidrológico, já prevista pela Chesf e pela Superintendência de Recursos Hídricos. No passado essa vazão era corriqueira, então há dois anos a vazão do rio São Francisco estava em torno de 520m³ e as pessoas, nesse período, foram construindo ao longo do tempo casas na calha do rio e, agora, de forma natural o rio toma conta novamente do seu espaço. Esse tipo de vazão não é nada anormal para época do ano. Todos os órgãos do Estado relacionados à situação estão atentos para tomar as medidas necessárias", afirmou.

Aliada a vazão liberada pela Usina Hidrelétrica de Xingó, entre os estados de Sergipe e Alagoas, na região do Baixo São Francisco, as chuvas das últimas semanas e o aumento do nível de alguns rios no estado de Alagoas, contribuíram para o aumento da vazão do rio São Francisco, no município de Propriá. Nesta terça-feira (31), a vazão na região passou para 2.194m³ por segundo, quase o dobro da média registrada ao longo do ano.
O diretor do Departamento Estadual de Defesa Civil Estadual, coronel Alexandre José Alves, informou que o órgão estadual está atento ao aumento da vazão e ressalta que, do ponto de vista hidrológico, é uma vazão normal já prevista nesse período. "O que ocorreu é que, com o aumento da vazão, à medida que a água vai descendo no seu curso até o mar, vai tendo contribuições em aumento de água em alguns riachos, que em momentos de chuvas tornaram-se verdadeiros rios, como é o caso Rio do Ipanema, em Alagoas, que transbordou" explicou.
A água vinda da bacia do Ipanema - que vem do estado de Pernambuco, passa por Alagoas e desemboca no Rio São Francisco - trouxe contribuições dos riachos do Capivara e do Ipanema, entre outros, ao longo do caminho. O que fez com que o rio São Francisco, em Propriá, subisse a vazão. 
"Ela aumentou, mas vai se dissipando. A orientação que demos junto às defesas civis municipais é que elas façam uma avaliação ao longo da margem do rio São Francisco em cada município e verifiquem se tem alguma situação em que seja necessária a retirada de pessoas das margens do rio, na perspectiva das águas atingirem essas casas", esclareceu o coronel Alexandre.
O superintendente Especial dos Recursos Hídricos e Meio Ambiente (Serhma), Ailton Rocha, enfatizou que, a depender da localidade, poderão ser atingidas algumas casas que estejam construídas na calha do rio, que são construções inapropriadas e feitas ilegalmente. "A medida que vai se afastando, essa água vai se dissipando. Ela só eleva o nível, mas vai seguindo seu percurso, a tendência é voltar à normalidade", pontuou.
O secretário de Estado do Desenvolvimento Urbano e Sustentabilidade (Sedurbs), Ubirajara Barreto, tranquiliza a população ao ressaltar que o Governo do Estado está atento à situação. "Essa vazão acontece pouquíssimas vezes no ano e tem ano que ela sequer acontece, porém é uma vazão normal no ponto de vista hidrológico, já prevista pela Chesf e pela Superintendência de Recursos Hídricos. No passado essa vazão era corriqueira, então há dois anos a vazão do rio São Francisco estava em torno de 520m³ e as pessoas, nesse período, foram construindo ao longo do tempo casas na calha do rio e, agora, de forma natural o rio toma conta novamente do seu espaço. Esse tipo de vazão não é nada anormal para época do ano. Todos os órgãos do Estado relacionados à situação estão atentos para tomar as medidas necessárias", afirmou.

 


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