Polícia apreende garrafas de álcool gel falsificado

Geral


  • Embalagens de álcool em gel falsificado

  • VENDEDOR UTILIZAVA ETANOL PARA VEÍCULOS DILUÍDO EM ÁGUA E GEL

 

Gabriel Damásio 
A Polícia Civil prendeu um homem suspeito de vender álcool gel falsificado em Aracaju. Givanildo Costa Cavalcante, 52 anos, foi detido no fim da tarde desta terça-feira em uma rua no Centro de Aracaju, e foi investigado por agentes do Complexo de Operações Especiais (Cope), com informações oriundas da Divisão de Inteligência e Planejamento Policial (Dipol), a partir de uma denúncia anônima recebida pelo Disque-Denúncia (181). 
Segundo o diretor do Cope, delegado Dernival Eloi, parte do produto estava no interior do veículo de Givanildo, que oferecia, em via pública, o álcool falsificado a transeuntes. Na ocasião, o suspeito foi flagrado com garrafas de "álcool em gel" de 500 ml cada uma. "Na sequência, os policiais foram até a residência de Givanildo, onde a substância era produzida. Neste local, mais garrafas de álcool foram apreendidas, bem como os insumos utilizados para produção da substância", explicou o delegado.
Ao ser interrogado, Givanildo confessou o crime e admitiu que o "álcool" por ele era, na verdade, álcool etanol vendido em postos de combustíveis, misturado com água e gel condutor de exames, um produto utilizado usado em exames de ultrassonografia. Esta mistura era envasada em garrafas com o rótulo "Corona Alcool em Gel". Todo o material foi apreendido e encaminhado ao Instituto de Análises e Pesquisas Forenses (IAPF), que ficará encarregado da perícia.
Givanildo foi autuado em flagrante por crime contra a saúde pública, previsto no artigo 273 do Código Penal Brasileiro, cujo texto prevê pena de 10 a 15 anos de prisão. "Trata-se crime hediondo em desfavor da saúde pública", definiu o delegado, ao alertar à população que o álcool falsificado pode causar graves danos à saúde. "A Polícia Civil reforça sua atuação nesse momento de crise estando atenta a condutas criminosas que tendem a agravar o atual estado da população. Orientamos as pessoas que tenham, por acaso, adquirido o produto "Corona Álcool em Gel" que não façam uso dele, pois pode gerar sérios riscos à saúde", afirma Dernival. 

Gabriel Damásio 

A Polícia Civil prendeu um homem suspeito de vender álcool gel falsificado em Aracaju. Givanildo Costa Cavalcante, 52 anos, foi detido no fim da tarde desta terça-feira em uma rua no Centro de Aracaju, e foi investigado por agentes do Complexo de Operações Especiais (Cope), com informações oriundas da Divisão de Inteligência e Planejamento Policial (Dipol), a partir de uma denúncia anônima recebida pelo Disque-Denúncia (181). 
Segundo o diretor do Cope, delegado Dernival Eloi, parte do produto estava no interior do veículo de Givanildo, que oferecia, em via pública, o álcool falsificado a transeuntes. Na ocasião, o suspeito foi flagrado com garrafas de "álcool em gel" de 500 ml cada uma. "Na sequência, os policiais foram até a residência de Givanildo, onde a substância era produzida. Neste local, mais garrafas de álcool foram apreendidas, bem como os insumos utilizados para produção da substância", explicou o delegado.
Ao ser interrogado, Givanildo confessou o crime e admitiu que o "álcool" por ele era, na verdade, álcool etanol vendido em postos de combustíveis, misturado com água e gel condutor de exames, um produto utilizado usado em exames de ultrassonografia. Esta mistura era envasada em garrafas com o rótulo "Corona Alcool em Gel". Todo o material foi apreendido e encaminhado ao Instituto de Análises e Pesquisas Forenses (IAPF), que ficará encarregado da perícia.
Givanildo foi autuado em flagrante por crime contra a saúde pública, previsto no artigo 273 do Código Penal Brasileiro, cujo texto prevê pena de 10 a 15 anos de prisão. "Trata-se crime hediondo em desfavor da saúde pública", definiu o delegado, ao alertar à população que o álcool falsificado pode causar graves danos à saúde. "A Polícia Civil reforça sua atuação nesse momento de crise estando atenta a condutas criminosas que tendem a agravar o atual estado da população. Orientamos as pessoas que tenham, por acaso, adquirido o produto "Corona Álcool em Gel" que não façam uso dele, pois pode gerar sérios riscos à saúde", afirma Dernival. 

 


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