Prefeitura de São Cristóvão apresenta achados arqueológicos

Cultura

 

Na próxima segunda-feira, no Museu Histórico de Sergipe (MHS), a Prefeitura de São Cristóvão, através da Secretaria Municipal de Agricultura, Meio Ambiente e Pesca (Semap), irá apresentar ao público os artefatos arqueológicos encontrados nas praças Ernesto Macário (antiga Costa e Silva) e Bandeira. As descobertas fazem parte do processo de licenciamento ambiental, que autorizará obras de infraestrutura nestas duas localidades, a partir da liberação do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN) para a construção.
Ao todo foram duas semanas de escavação, com o intuito de desvendar e retirar do chão possíveis objetos históricos, nas duas praças analisadas. As peças, entre objetos do cotidiano dos antigos moradores de São Cristóvão e pedaços de ossos, serão levadas para o Museu de Arqueologia de Xingó (MAX).
"Na praça Ernesto Macário, por exemplo, os achados são característicos do cotidiano dos moradores. Nesta área é sabido que existia uma vila, então foi algo comum encontrarmos objetos de casa como: louças, vidros e ossos. A escavação faz parte da metodologia para que a licença ambiental seja emitida, a partir do aval do IPHAN", contou a arqueóloga, Clara Reis.
A ação compõe o projeto de Avaliação de Impacto ao Patrimônio Arqueológico (PAIPA). "Esse projeto cumpre a Lei nº 3.924, exigida pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN), que constitui a necessidade da realização da Pesquisa Arqueológica antes da reforma dos espaços. O objetivo é que não tenha impacto ao patrimônio arqueológico existente nestes locais", contou a diretora do Meio Ambiente da Semap, Ana Carla Santos.

Na próxima segunda-feira, no Museu Histórico de Sergipe (MHS), a Prefeitura de São Cristóvão, através da Secretaria Municipal de Agricultura, Meio Ambiente e Pesca (Semap), irá apresentar ao público os artefatos arqueológicos encontrados nas praças Ernesto Macário (antiga Costa e Silva) e Bandeira. As descobertas fazem parte do processo de licenciamento ambiental, que autorizará obras de infraestrutura nestas duas localidades, a partir da liberação do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN) para a construção.
Ao todo foram duas semanas de escavação, com o intuito de desvendar e retirar do chão possíveis objetos históricos, nas duas praças analisadas. As peças, entre objetos do cotidiano dos antigos moradores de São Cristóvão e pedaços de ossos, serão levadas para o Museu de Arqueologia de Xingó (MAX).
"Na praça Ernesto Macário, por exemplo, os achados são característicos do cotidiano dos moradores. Nesta área é sabido que existia uma vila, então foi algo comum encontrarmos objetos de casa como: louças, vidros e ossos. A escavação faz parte da metodologia para que a licença ambiental seja emitida, a partir do aval do IPHAN", contou a arqueóloga, Clara Reis.
A ação compõe o projeto de Avaliação de Impacto ao Patrimônio Arqueológico (PAIPA). "Esse projeto cumpre a Lei nº 3.924, exigida pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN), que constitui a necessidade da realização da Pesquisa Arqueológica antes da reforma dos espaços. O objetivo é que não tenha impacto ao patrimônio arqueológico existente nestes locais", contou a diretora do Meio Ambiente da Semap, Ana Carla Santos.

 


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