QUINZENA HISTÓRICA

Rômulo Rodrigues

 

* Rômulo Rodrigues
A primeira quinzena de março de 2020 é um pequeno período que tem que ter seu memorial histórico resgatado pelo devido simbolismo, na recente turbulência política do País.
Começa com o marcante dia 04, que é lembrado pelos que têm amor ao Brasil, como o dia em que os lacaios do Império pisaram no rabo da Jararaca e não esmagaram a cabeça.
Quatro anos passados, após ser massacrado na mídia golpista, perseguido pela República de Curitiba, ver sua companheira de 44 anos sucumbir ante as pressões das calúnias e das invasões de privacidade; indo a óbito.
 Sendo julgado e condenado por um juiz faccioso, corroborado por seu Tribunal de exceção, vindo a ser o preso político mais respeitado e visitado da recente história da Democracia Ocidental, ver um juiz de primeira instância não acatar um HC de um desembargador no Plantão do Tribunal superior, ver o jogo do seu impedimento para disputar a eleição presidencial e com isso, o candidato do Juiz ser obrigado a usar as mais diversas formas de mentiras e falsificações para vencer o pleito e premia-lo com o cargo de Ministro da Justiça e uma promessa de indicação para o STF, ser condenado e preso por quase 600 dias e, na prisão, receber visitas de Prêmios Nobel, Ex-Primeiro Ministros e representantes de Parlamentos europeus, intelectuais e artistas do mundo inteiro, representante do Papa Francisco e dar entrevistas de dentro do cárcere, para Jornais e Redes de Televisão de maior prestígio internacional, impondo-se como o Estadista que é.
Agora, não totalmente livre, ser recebido pelo Papa Francisco para discutir a fome no mundo; receber a maior honraria da Prefeitura de Roma; ser laureado com o título de Cidadão Honorário de Paris; ter encontros políticos com os ex-presidentes da França FrancoisHollande e Nicolay Sarkosi; discutir a atual crise do Capitalismo com Thomas Piketti; dizer para o mundo que a desigualdade social só será enfrentada se houver coragem de meter o dedo no coração da riqueza; ser capa dominical do maior Jornal do mundo, The Guardian e dar entrevista longa para o Jornal Le Monde; ver o mundo Ocidental, sem sua presença no núcleo que discute a Geopolítica Econômica, despencando na mais profunda crise, puxada por sucessivas investidas de Guerras Híbridas, como a do Coronavírus.
Desmascarar o Deus Mercado e sua insignificância nas quedas da Bolsas Mundiais e da Força da especulação do Petróleo; ver Países como França, Itália, Alemanha e Inglaterra rezando contritos para que surjam Jararacas capazes de apontar saídas como as que transformaram a dita de 2008 numa marolinha, desmoralizando o rentismo e a agiotagem financeira  internacional, só pode mesmo é despertar o ódio da extrema direita civil, judiciária e militar.
A quinzena em que o País amanhece à beira da recessão é a mesma em que, segundo a FGV os governos de Lula foram os melhores dos últimos 30 anos.
A hora é de desmascarar as mentiras que foram ditas para jogar o País no caos e virar um estado desqualificado dos Estados Unidos da América.
Tudo começou onde começaram todos os primeiro passos para dar golpes de estado no Brasil; o falso discurso de combate à corrupção.
Com Lula exibindo musculatura de 87% da aprovação e PIB de 7,5% ao ano, o discurso foi intensificado no suposto mensalão e no baixo preço da gasolina. Com Dilma exibindo um cenário de pleno emprego; reservas cambiais de UU$ 388 bilhões e PIB de 2,7%, o discurso foi centrado no baixo crescimento do PIB e corrupção na Petrobras. Sendo que, o tão decantado pibinho de Dilma era muito maior que o dos países europeus e só perdia para a China.
Aí, veio a cantilena: é só tirar a Dilma que o PIB dobra. O golpe foi dado com os Generais, com o Supremo, com tudo, e a desgraça se abateu sobre o país e sua gente. Venderam a ideia de que logo chegariam a 5,4% de crescimento ao ano e amargamos 1,3% com Temer e 1,1 com o coiso.
Disseram que o País estava quebrado e o que vemos é que dos U$ 388 bilhões deixados por Dilma, já torraram UU$ 80 bilhões e só este ano, já fugiram U$ 49 bilhões da Bolsa e o risco País que fora zerado, agora pulou 40%.
Fizeram o gado ir para as ruas pedindo o Dólar a R$ 1,99 e hoje engolem a R$ 4,70. A dondoca que surtou com a gasolina de R$ 2,80 agora está sumida com os R$ 4,80. Por sua vez, os gigantes do antipetismo na Lava Jato e no STF, estão encalacrados segundo notícias de fraudes na XP investimentos, patrocinadora de Dallagnol e Fux. Moro, para não ficar para trás, tentou pressionar o juiz paraguaio para aliviar Ronaldinho Gaúcho, embaixador do chefe e levou uma invertida: Aqui no Paraguai, a Justiça funciona. Há rumores de comprometimento do Moro na lavagem de Ronaldinho.
Dizem que Moro não pediu ao Juiz paraguaio para soltar Ronaldinho, para salvá-lo. Pediu, para salva a própria pele. Ronaldinho tentava montar uma ONG falsa para lavar dinheiro, com um conhecido lavador, Nelson Luiz Belotti, conhecido e protegido de Moro desde o caso Banestado do Paraná, por onde sumiram R$ 600 bilhões nas contas CC-5 no governo FHC.
A Globo, que não é de dar ponto sem nó, está botando no ar uma série sobre os assassinato de Marielle e Anderson. É aguardar para ver.
Enquanto isso, na maratona digna de Chefe de Estado pela Europa Lula dá exemplo de que um vencedor caminha sem pisar em ninguém.
* Rômulo Rodrigues é militante político

* Rômulo Rodrigues

A primeira quinzena de março de 2020 é um pequeno período que tem que ter seu memorial histórico resgatado pelo devido simbolismo, na recente turbulência política do País.
Começa com o marcante dia 04, que é lembrado pelos que têm amor ao Brasil, como o dia em que os lacaios do Império pisaram no rabo da Jararaca e não esmagaram a cabeça.
Quatro anos passados, após ser massacrado na mídia golpista, perseguido pela República de Curitiba, ver sua companheira de 44 anos sucumbir ante as pressões das calúnias e das invasões de privacidade; indo a óbito.
 Sendo julgado e condenado por um juiz faccioso, corroborado por seu Tribunal de exceção, vindo a ser o preso político mais respeitado e visitado da recente história da Democracia Ocidental, ver um juiz de primeira instância não acatar um HC de um desembargador no Plantão do Tribunal superior, ver o jogo do seu impedimento para disputar a eleição presidencial e com isso, o candidato do Juiz ser obrigado a usar as mais diversas formas de mentiras e falsificações para vencer o pleito e premia-lo com o cargo de Ministro da Justiça e uma promessa de indicação para o STF, ser condenado e preso por quase 600 dias e, na prisão, receber visitas de Prêmios Nobel, Ex-Primeiro Ministros e representantes de Parlamentos europeus, intelectuais e artistas do mundo inteiro, representante do Papa Francisco e dar entrevistas de dentro do cárcere, para Jornais e Redes de Televisão de maior prestígio internacional, impondo-se como o Estadista que é.
Agora, não totalmente livre, ser recebido pelo Papa Francisco para discutir a fome no mundo; receber a maior honraria da Prefeitura de Roma; ser laureado com o título de Cidadão Honorário de Paris; ter encontros políticos com os ex-presidentes da França FrancoisHollande e Nicolay Sarkosi; discutir a atual crise do Capitalismo com Thomas Piketti; dizer para o mundo que a desigualdade social só será enfrentada se houver coragem de meter o dedo no coração da riqueza; ser capa dominical do maior Jornal do mundo, The Guardian e dar entrevista longa para o Jornal Le Monde; ver o mundo Ocidental, sem sua presença no núcleo que discute a Geopolítica Econômica, despencando na mais profunda crise, puxada por sucessivas investidas de Guerras Híbridas, como a do Coronavírus.
Desmascarar o Deus Mercado e sua insignificância nas quedas da Bolsas Mundiais e da Força da especulação do Petróleo; ver Países como França, Itália, Alemanha e Inglaterra rezando contritos para que surjam Jararacas capazes de apontar saídas como as que transformaram a dita de 2008 numa marolinha, desmoralizando o rentismo e a agiotagem financeira  internacional, só pode mesmo é despertar o ódio da extrema direita civil, judiciária e militar.
A quinzena em que o País amanhece à beira da recessão é a mesma em que, segundo a FGV os governos de Lula foram os melhores dos últimos 30 anos.
A hora é de desmascarar as mentiras que foram ditas para jogar o País no caos e virar um estado desqualificado dos Estados Unidos da América.
Tudo começou onde começaram todos os primeiro passos para dar golpes de estado no Brasil; o falso discurso de combate à corrupção.
Com Lula exibindo musculatura de 87% da aprovação e PIB de 7,5% ao ano, o discurso foi intensificado no suposto mensalão e no baixo preço da gasolina. Com Dilma exibindo um cenário de pleno emprego; reservas cambiais de UU$ 388 bilhões e PIB de 2,7%, o discurso foi centrado no baixo crescimento do PIB e corrupção na Petrobras. Sendo que, o tão decantado pibinho de Dilma era muito maior que o dos países europeus e só perdia para a China.
Aí, veio a cantilena: é só tirar a Dilma que o PIB dobra. O golpe foi dado com os Generais, com o Supremo, com tudo, e a desgraça se abateu sobre o país e sua gente. Venderam a ideia de que logo chegariam a 5,4% de crescimento ao ano e amargamos 1,3% com Temer e 1,1 com o coiso.
Disseram que o País estava quebrado e o que vemos é que dos U$ 388 bilhões deixados por Dilma, já torraram UU$ 80 bilhões e só este ano, já fugiram U$ 49 bilhões da Bolsa e o risco País que fora zerado, agora pulou 40%.
Fizeram o gado ir para as ruas pedindo o Dólar a R$ 1,99 e hoje engolem a R$ 4,70. A dondoca que surtou com a gasolina de R$ 2,80 agora está sumida com os R$ 4,80. Por sua vez, os gigantes do antipetismo na Lava Jato e no STF, estão encalacrados segundo notícias de fraudes na XP investimentos, patrocinadora de Dallagnol e Fux. Moro, para não ficar para trás, tentou pressionar o juiz paraguaio para aliviar Ronaldinho Gaúcho, embaixador do chefe e levou uma invertida: Aqui no Paraguai, a Justiça funciona. Há rumores de comprometimento do Moro na lavagem de Ronaldinho.
Dizem que Moro não pediu ao Juiz paraguaio para soltar Ronaldinho, para salvá-lo. Pediu, para salva a própria pele. Ronaldinho tentava montar uma ONG falsa para lavar dinheiro, com um conhecido lavador, Nelson Luiz Belotti, conhecido e protegido de Moro desde o caso Banestado do Paraná, por onde sumiram R$ 600 bilhões nas contas CC-5 no governo FHC.
A Globo, que não é de dar ponto sem nó, está botando no ar uma série sobre os assassinato de Marielle e Anderson. É aguardar para ver.
Enquanto isso, na maratona digna de Chefe de Estado pela Europa Lula dá exemplo de que um vencedor caminha sem pisar em ninguém.

* Rômulo Rodrigues é militante político

 


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