Adema autoriza buggies no Saco, mas Justiça mantem proibição

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  • ADEMA AUTORIZA VEÍCULOS NAS DUNAS DA PRAIA; DECISÃO JUDICIAL NÃO PERMITE

 

Está reacesa a polêmica sobre a circulação de buggies nas dunas da Praia do Saco, em Estância (Sul), considerada área de preservação ambiental e uma das áreas turísticas mais visitadas de Sergipe. Ontem, a Administração Estadual do Meio Ambiente (Adema) anunciou que concedeu a licença ambiental para que a Associação dos Prestadores de Serviços de Turismo em Buggy e Similares do Litoral de Estância possa fazer rotas específicas de passeios, tornando livre a exploração da atividade na região.
A decisão se choca com uma ordem da Justiça Federal de Sergipe (JFSE), que através do juízo da 7ª Vara Federal de Sergipe, proibiu a poluição sonora e o trânsito de veículos automotores na região do Saco. Esta sentença foi proferida em 5 de abril de 2018 e determinou que a própria Adema fiscalize seu cumprimento, junto com a Prefeitura de Estância e outros órgãos do Estado de Sergipe.
No comunicado que anunciou a concessão da licença ambiental, o diretor-presidente da Adema, Gilvan Dias, garantiu que, apesar da concessão da licença, os entendimentos com o Ministério Público Federal terão continuidade. "O MPF ingressou com ação judicial para impedir atividades que possam degradar o meio ambiente, entre elas, os passeios, porém, a licença concedida permite a liberação de três roteiros específicos para os buggies, uma atividade classificada de ecoturismo de baixo impacto ambiental, que atenderá todas as exigências legais, até a questão ser completamente resolvida", explicou.
O presidente a Associação de Buggy Tour do Litoral de Estância, Josival Lima, se mostrou contente com a emissão da licença. "Nossa associação possui 40 sócios e estamos muito felizes com esse aval da Adema, pois com essa permissão conseguiremos buscar as próximas autorizações que precisamos. Nosso intuito é que a atividade seja regularizada e que possamos prestar nossos serviços da melhor forma", afirmou.
Sobre o licenciamento anunciado pela Adema, a assessoria da JFSE informou que essa questão deverá ser discutida na ação principal, que atualmente tramita no Tribunal Regional Federal da 5ª Região (TRF-5), em Recife (PE), onde aguarda julgamento das apelações interpostas. Um segundo processo foi aberto na 7ª Vara, exclusivamente para acompanhar o cumprimento das determinações proferidas na ação civil pública.

Está reacesa a polêmica sobre a circulação de buggies nas dunas da Praia do Saco, em Estância (Sul), considerada área de preservação ambiental e uma das áreas turísticas mais visitadas de Sergipe. Ontem, a Administração Estadual do Meio Ambiente (Adema) anunciou que concedeu a licença ambiental para que a Associação dos Prestadores de Serviços de Turismo em Buggy e Similares do Litoral de Estância possa fazer rotas específicas de passeios, tornando livre a exploração da atividade na região.
A decisão se choca com uma ordem da Justiça Federal de Sergipe (JFSE), que através do juízo da 7ª Vara Federal de Sergipe, proibiu a poluição sonora e o trânsito de veículos automotores na região do Saco. Esta sentença foi proferida em 5 de abril de 2018 e determinou que a própria Adema fiscalize seu cumprimento, junto com a Prefeitura de Estância e outros órgãos do Estado de Sergipe.
No comunicado que anunciou a concessão da licença ambiental, o diretor-presidente da Adema, Gilvan Dias, garantiu que, apesar da concessão da licença, os entendimentos com o Ministério Público Federal terão continuidade. "O MPF ingressou com ação judicial para impedir atividades que possam degradar o meio ambiente, entre elas, os passeios, porém, a licença concedida permite a liberação de três roteiros específicos para os buggies, uma atividade classificada de ecoturismo de baixo impacto ambiental, que atenderá todas as exigências legais, até a questão ser completamente resolvida", explicou.
O presidente a Associação de Buggy Tour do Litoral de Estância, Josival Lima, se mostrou contente com a emissão da licença. "Nossa associação possui 40 sócios e estamos muito felizes com esse aval da Adema, pois com essa permissão conseguiremos buscar as próximas autorizações que precisamos. Nosso intuito é que a atividade seja regularizada e que possamos prestar nossos serviços da melhor forma", afirmou.
Sobre o licenciamento anunciado pela Adema, a assessoria da JFSE informou que essa questão deverá ser discutida na ação principal, que atualmente tramita no Tribunal Regional Federal da 5ª Região (TRF-5), em Recife (PE), onde aguarda julgamento das apelações interpostas. Um segundo processo foi aberto na 7ª Vara, exclusivamente para acompanhar o cumprimento das determinações proferidas na ação civil pública.

 


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