HABEMOS NOME PARA A DISPUTA

Rômulo Rodrigues

 

* Rômulo Rodrigues
Desde quinta feira, dia 09 de Janeiro, que numa reunião das principais forças do Partido dos Trabalhadores, que aglutinam mais de 80% dos seus militantes ativos, por inteira unidade, foi proclamado o nome de Marcio Macedo como pré-candidato a Prefeito de Aracaju, sendo que o entendimento é de obediência à legislação eleitoral, mas, o empenho será de transforma-lo em candidato cumprindo os prazos e exigências legais, sem nenhuma intenção de alterar o que é a vontade e desejo da militância partidária.
Marcio dispensa apresentação, mas, mesmo assim, é bom refrescar as lembranças: militante do partido há décadas executou, com sucesso, tarefas importantes na vivência partidária como presidente do Diretório Municipal de Aracaju e do Diretório Estadual; foi secretário do Orçamento Participativo da Capital quando da governança de Marcelo Deda, foi superintendente do IBAMA nos governos do PT, secretário estadual do Meio Ambiente no governo de Marcelo Deda, deputado federal eleito pelo PT e, num período dos mais difíceis para o partido exerceu com muita competência a Secretaria Nacional de Finanças e hoje, é um dos vices-presidentes Nacional do Partido dos Trabalhadores, destacando-se na coordenação da Caravana Lula por todo o País e na resistência "Lula livre".
Portanto, um quadro jovem, tarimbado, testado e aprovado nos espaços de governança e de desempenho parlamentar, com muito trânsito nas esferas do Congresso Nacional. É nome que tem brilho próprio e liderança, e o dom peculiar de as pessoas gostarem de votar nele.
Como sertanejo, tenho que acreditar na Filosofia popular que diz que a "fruta boa é a que dá no tempo" e é chegada a hora do PT voltar a governar Aracaju e o cavalo está amarrado debaixo da janela de Marcio Macedo.
O que vai catapultar Marcio ao topo da disputa: 1) será um candidato  com boa aceitação no eleitorado aracajuano conforme votação que teve para Deputado Federal em 2018; 2) pertence ao Partido com um amplo repertório de vitórias majoritárias na Capital; 3) tem a mais extraordinária militância capaz de superar qualquer dificuldade, seja de tempo, de finanças e de aliança; 4) tem os dois maiores transferidores de votos que são Lula e Deda; 5) está com uma motivação capaz de imprimir sinergia na militância; 6) é quem pode chamar para o projeto os democratas, progressistas e os que defendem a Sociedade Civil Organizada e o Estado Democrático de Direito.
Os obstáculos que terá pela frente; 1) a futura candidatura de Edvaldo que vai completar 10 anos e 09  meses na governadoria da cidade; 2) o ódio da direita bolsonarista, morista, lavajatista com o seu projeto de Estado policial/Ffscista; 3) uma candidatura do campo popular de esquerda que poderá ser insuflada por setores antipetistas a fazer do candidato do PT o alvo dos seus ataques; 4) uma candidatura de ex-petista com o surrado discurso falso moralista anticorrupção que só enxerga o PT como causador dos males da política; 5) uma candidatura do radialista que faz muito barulho e não diz nada.
É muito provável que no início da contenda o atual Prefeito queira centralizar o debate em cima da competência gerencial e que governar é fazer obras, qualquer que seja a obra e que ele é um bom gerente de obras, ao estilo do coronel Mário Andreazza de triste memória.
Entretanto, a realidade que se impõe é outra. Olhando bem o alcaide é, muito mais um gerente de manutenção do que grande realizador, com um agravante: gerente de manutenção corretiva e não preventiva.
Os passos dados em direção à direita, se juntando a quem agride seu eterno aliado Jackson Barreto, são sem retorno e a primeira carta de explicação foi tímida e envergonhada, indicando o risco de passar toda a campanha se explicando.
A favor do pré-candidato do PT tem um extenso calendário de datas significativas no primeiro semestre, para armar a militância, esclarecer e empolgar as massas e despertar o sentimento de que o partido deve voltar a governar a Capital.
O bolsonarismo em queda acentuada não transferirá para ele os votos dos que caíram em sí, posto que chegou atrasado para segurar na alça do caixão e, com certeza, pelo drama de consciência, tentarão purgar seus pecados votando na esquerda.
A conjuntura dá os seus sinais: nos últimos meses o feijão subiu 60% e a carne 32,4%. Do golpe até hoje a gasolina subiu 60% e o gás 80%. O crescimento das vendas do Natal foi um Fake; o índice da inflação oficial também é Fake e o Salário Mínimo foi reajustado abaixo do índice inflacionário.
O Salário Mínimo que chegou a valer 400 dólares com Dilma, hoje está valendo 237 dólares; em Reais era para ser R$ 1.748,00 e está em R$ 1.038,00.
Mais um agravante: a inflação real para quem ganha até 2,5 SM foi o dobro do que foi revelado pelo governo, com sacrifício maior para quem ganha menos, uma população que precisa da defesa intransigente do PT.
Porém, nessa eleição, ainda temos pela frente um grande desafio: jogar Sergio Moro e o morismo nas cordas do ringue eleitoral e nocautear seus candidatos ou candidata.
Aviso aos navegantes: o PT está se colocando em marcha.
* Rômulo Rodrigues é militante político

* Rômulo Rodrigues

Desde quinta feira, dia 09 de Janeiro, que numa reunião das principais forças do Partido dos Trabalhadores, que aglutinam mais de 80% dos seus militantes ativos, por inteira unidade, foi proclamado o nome de Marcio Macedo como pré-candidato a Prefeito de Aracaju, sendo que o entendimento é de obediência à legislação eleitoral, mas, o empenho será de transforma-lo em candidato cumprindo os prazos e exigências legais, sem nenhuma intenção de alterar o que é a vontade e desejo da militância partidária.
Marcio dispensa apresentação, mas, mesmo assim, é bom refrescar as lembranças: militante do partido há décadas executou, com sucesso, tarefas importantes na vivência partidária como presidente do Diretório Municipal de Aracaju e do Diretório Estadual; foi secretário do Orçamento Participativo da Capital quando da governança de Marcelo Deda, foi superintendente do IBAMA nos governos do PT, secretário estadual do Meio Ambiente no governo de Marcelo Deda, deputado federal eleito pelo PT e, num período dos mais difíceis para o partido exerceu com muita competência a Secretaria Nacional de Finanças e hoje, é um dos vices-presidentes Nacional do Partido dos Trabalhadores, destacando-se na coordenação da Caravana Lula por todo o País e na resistência "Lula livre".
Portanto, um quadro jovem, tarimbado, testado e aprovado nos espaços de governança e de desempenho parlamentar, com muito trânsito nas esferas do Congresso Nacional. É nome que tem brilho próprio e liderança, e o dom peculiar de as pessoas gostarem de votar nele.
Como sertanejo, tenho que acreditar na Filosofia popular que diz que a "fruta boa é a que dá no tempo" e é chegada a hora do PT voltar a governar Aracaju e o cavalo está amarrado debaixo da janela de Marcio Macedo.
O que vai catapultar Marcio ao topo da disputa: 1) será um candidato  com boa aceitação no eleitorado aracajuano conforme votação que teve para Deputado Federal em 2018; 2) pertence ao Partido com um amplo repertório de vitórias majoritárias na Capital; 3) tem a mais extraordinária militância capaz de superar qualquer dificuldade, seja de tempo, de finanças e de aliança; 4) tem os dois maiores transferidores de votos que são Lula e Deda; 5) está com uma motivação capaz de imprimir sinergia na militância; 6) é quem pode chamar para o projeto os democratas, progressistas e os que defendem a Sociedade Civil Organizada e o Estado Democrático de Direito.
Os obstáculos que terá pela frente; 1) a futura candidatura de Edvaldo que vai completar 10 anos e 09  meses na governadoria da cidade; 2) o ódio da direita bolsonarista, morista, lavajatista com o seu projeto de Estado policial/Ffscista; 3) uma candidatura do campo popular de esquerda que poderá ser insuflada por setores antipetistas a fazer do candidato do PT o alvo dos seus ataques; 4) uma candidatura de ex-petista com o surrado discurso falso moralista anticorrupção que só enxerga o PT como causador dos males da política; 5) uma candidatura do radialista que faz muito barulho e não diz nada.
É muito provável que no início da contenda o atual Prefeito queira centralizar o debate em cima da competência gerencial e que governar é fazer obras, qualquer que seja a obra e que ele é um bom gerente de obras, ao estilo do coronel Mário Andreazza de triste memória.
Entretanto, a realidade que se impõe é outra. Olhando bem o alcaide é, muito mais um gerente de manutenção do que grande realizador, com um agravante: gerente de manutenção corretiva e não preventiva.
Os passos dados em direção à direita, se juntando a quem agride seu eterno aliado Jackson Barreto, são sem retorno e a primeira carta de explicação foi tímida e envergonhada, indicando o risco de passar toda a campanha se explicando.
A favor do pré-candidato do PT tem um extenso calendário de datas significativas no primeiro semestre, para armar a militância, esclarecer e empolgar as massas e despertar o sentimento de que o partido deve voltar a governar a Capital.
O bolsonarismo em queda acentuada não transferirá para ele os votos dos que caíram em sí, posto que chegou atrasado para segurar na alça do caixão e, com certeza, pelo drama de consciência, tentarão purgar seus pecados votando na esquerda.
A conjuntura dá os seus sinais: nos últimos meses o feijão subiu 60% e a carne 32,4%. Do golpe até hoje a gasolina subiu 60% e o gás 80%. O crescimento das vendas do Natal foi um Fake; o índice da inflação oficial também é Fake e o Salário Mínimo foi reajustado abaixo do índice inflacionário.
O Salário Mínimo que chegou a valer 400 dólares com Dilma, hoje está valendo 237 dólares; em Reais era para ser R$ 1.748,00 e está em R$ 1.038,00.
Mais um agravante: a inflação real para quem ganha até 2,5 SM foi o dobro do que foi revelado pelo governo, com sacrifício maior para quem ganha menos, uma população que precisa da defesa intransigente do PT.
Porém, nessa eleição, ainda temos pela frente um grande desafio: jogar Sergio Moro e o morismo nas cordas do ringue eleitoral e nocautear seus candidatos ou candidata.
Aviso aos navegantes: o PT está se colocando em marcha.

* Rômulo Rodrigues é militante político

 


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