Os domingos da Gambiarra

Geral


  • Sonhando com o pé no chão

 

Rian Santos
riancalangodoido@yahoo.com.br
A experiência de um 
domingo ilumina
do pela criatividade de artistas e empreendedores locais dispostos à humanização de alguns metros de asfalto. Assim surgiu a Feirinha da Gambiarra, de Isabele Ribeiro. Hoje, consagrado por milhares de visitantes, às vésperas da décima oitava edição, o evento cresceu um bocado, ganhou a dimensão de um bicho de sete cabeças. Essencialmente, no entanto, contra todas as aparências, a Gambiarra é ainda a mesma feirinha singela daqueles primeiros dias.
Do que trata a Feirinha da Gambiarra, além da promoção e viabilidade da economia criativa Serigy? Não bastasse o palco erguido para os tambores da aldeia, há também a reunião de expositores que fizeram do comércio um exercício de afirmação artística, contaminando estampas, trecos e badulaques com marcas pessoais, riscos subjetivos e referências aos cânones das sete artes.
É legítimo deduzir, portanto, que a gambiarra puxada na porta do Mercado Xique, há muitos anos, materializa a inquietação realizadora de Isabele, impelida a um encontro com ideias novas, colorindo o cotidiano das pessoas com muito design, moda, cultura e arte.
Foi mais ou menos o que a moça explicou a este Jornal do Dia, no calor dos acontecimentos, in early years. "Somos inquietos e não sossegamos enquanto não desvendamos o que está na cachola. No fim das contas, nossos projetos acabam sendo uma mistura dos desejos de nossos clientes com nossas ideias. O resultado é um produto inovador, com identidade forte. Na verdade, é quase como sonhar com o pé no chão".

A experiência de um  domingo ilumina do pela criatividade de artistas e empreendedores locais dispostos à humanização de alguns metros de asfalto. Assim surgiu a Feirinha da Gambiarra, de Isabele Ribeiro. Hoje, consagrado por milhares de visitantes, às vésperas da décima oitava edição, o evento cresceu um bocado, ganhou a dimensão de um bicho de sete cabeças. Essencialmente, no entanto, contra todas as aparências, a Gambiarra é ainda a mesma feirinha singela daqueles primeiros dias.
Do que trata a Feirinha da Gambiarra, além da promoção e viabilidade da economia criativa Serigy? Não bastasse o palco erguido para os tambores da aldeia, há também a reunião de expositores que fizeram do comércio um exercício de afirmação artística, contaminando estampas, trecos e badulaques com marcas pessoais, riscos subjetivos e referências aos cânones das sete artes.
É legítimo deduzir, portanto, que a gambiarra puxada na porta do Mercado Xique, há muitos anos, materializa a inquietação realizadora de Isabele, impelida a um encontro com ideias novas, colorindo o cotidiano das pessoas com muito design, moda, cultura e arte.
Foi mais ou menos o que a moça explicou a este Jornal do Dia, no calor dos acontecimentos, in early years. "Somos inquietos e não sossegamos enquanto não desvendamos o que está na cachola. No fim das contas, nossos projetos acabam sendo uma mistura dos desejos de nossos clientes com nossas ideias. O resultado é um produto inovador, com identidade forte. Na verdade, é quase como sonhar com o pé no chão".

 


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