CUT organiza protesto com pizza e doce de leite

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  • A CUT PROMOVEU MANIFESTAÇÃO NA PORTA DO TRIBUNAL, DISTRIBUINDO FATIAS DE PIZZA E DOCE DE LEITE, TERMO USADO POR CONSELHEIROS NA ÉPOCA DA OPERAÇÃO NAVALHA, QUE CULMINOU COM A PRISÃO DE FLÁVIO CONCEIÇÃO
Milton Alves Júnior
Populares, sob a coordenação da Central Única dos Trabalhadores (CUT), voltaram a ocupar a entrada principal do TCE, para pressionar os conselheiros da Corte de Contas a votarem de forma contrária ao processo que julgava o retorno do então conselheiro aposentado, Flávio Conceição. 
"Estamos diante de uma situação que jamais deveria ocorrer. Depois do que vivenciamos há cerca de 11 anos, o Tribunal de Contas de Sergipe volta a ser palco de um movimento lamentável, que mexe com a nossa honra e nos faz duvidar da transparência daqui pra frente. Com Clóvis Barbosa aqui presente era possível observar na prática o respeito ético e moral que o TCE apresentava ao povo sergipano. Flávio Conceição de volta é um retrocesso", declarou o presidente da CUT/SE, Roberto Silva. Compartilhando os votos de lamentação pela aprovação do retorno de Flávio, e afastamento de Clóvis, a sindicalista Ivone Aparecida chamou a atenção para a biografia traçada por Flávio.
"Todos sabem a história de Flávio Conceição com desvio de recursos públicos e a classe trabalhadora está aqui para dizer não ao retorno dele ao Tribunal de Contas. O desejo popular era que Jamais fosse cogitada a possibilidade de retorno de Flávio (Conceição) ao Tribunal de Contas, mas já que o poder judiciário decidiu arquivar o processo, então que os conselheiros seguissem a orientação do Ministério Público. Essa era a saída menos pior a ser adotada. Lamentavelmente os conselheiros optaram por não ouvir o clamor da população e do próprio MP", avaliou Ivone Aparecida, vice-presidente da CUT. Ainda de acordo com a representante sindical: "volto a enaltecer: a voz do povo Infelizmente não foi atendida."

Milton Alves Júnior

Populares, sob a coordenação da Central Única dos Trabalhadores (CUT), voltaram a ocupar a entrada principal do TCE, para pressionar os conselheiros da Corte de Contas a votarem de forma contrária ao processo que julgava o retorno do então conselheiro aposentado, Flávio Conceição. 
"Estamos diante de uma situação que jamais deveria ocorrer. Depois do que vivenciamos há cerca de 11 anos, o Tribunal de Contas de Sergipe volta a ser palco de um movimento lamentável, que mexe com a nossa honra e nos faz duvidar da transparência daqui pra frente. Com Clóvis Barbosa aqui presente era possível observar na prática o respeito ético e moral que o TCE apresentava ao povo sergipano. Flávio Conceição de volta é um retrocesso", declarou o presidente da CUT/SE, Roberto Silva. Compartilhando os votos de lamentação pela aprovação do retorno de Flávio, e afastamento de Clóvis, a sindicalista Ivone Aparecida chamou a atenção para a biografia traçada por Flávio.

"Todos sabem a história de Flávio Conceição com desvio de recursos públicos e a classe trabalhadora está aqui para dizer não ao retorno dele ao Tribunal de Contas. O desejo popular era que Jamais fosse cogitada a possibilidade de retorno de Flávio (Conceição) ao Tribunal de Contas, mas já que o poder judiciário decidiu arquivar o processo, então que os conselheiros seguissem a orientação do Ministério Público. Essa era a saída menos pior a ser adotada. Lamentavelmente os conselheiros optaram por não ouvir o clamor da população e do próprio MP", avaliou Ivone Aparecida, vice-presidente da CUT. Ainda de acordo com a representante sindical: "volto a enaltecer: a voz do povo Infelizmente não foi atendida."


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