Iran Barbosa denuncia mais um \'pacote de maldades\' do governo contra o Magistério

Política


 

O governador Belivaldo Chagas (PSD) encaminhou para a Assembleia Legislativa dois projetos de lei prejudiciais aos direitos do magistério sergipano. O deputado e professor Iran Barbosa, do PT, fez uma análise das propostas e já denunciou o seu conteúdo, em plenário. 
De acordo com o parlamentar, que é integrante do Magistério Estadual e defensor dos interesses da categoria no Poder Legislativo, as proposituras alteram elementos significativos da carreira profissional, modificando regras para a aposentadoria e revogando direitos historicamente conquistados pelos educadores sergipanos.
"Quero lamentar e afirmar que essas iniciativas governamentais persistem na linha de prejudicar o magistério. Nós não aceitamos essa agressão aos nossos direitos. Vamos resistir e precisamos derrotar essas propostas. Vale lembrar que o governo não reajustou o valor do piso salarial da nossa categoria, não garantiu melhorias de condições de trabalho e, agora, para piorar seu tratamento com os educadores e educadoras, os direitos conquistados com muita luta estão na mira para serem extintos. É inaceitável", refutou Iran Barbosa.

O governador Belivaldo Chagas (PSD) encaminhou para a Assembleia Legislativa dois projetos de lei prejudiciais aos direitos do magistério sergipano. O deputado e professor Iran Barbosa, do PT, fez uma análise das propostas e já denunciou o seu conteúdo, em plenário. 
De acordo com o parlamentar, que é integrante do Magistério Estadual e defensor dos interesses da categoria no Poder Legislativo, as proposituras alteram elementos significativos da carreira profissional, modificando regras para a aposentadoria e revogando direitos historicamente conquistados pelos educadores sergipanos.
"Quero lamentar e afirmar que essas iniciativas governamentais persistem na linha de prejudicar o magistério. Nós não aceitamos essa agressão aos nossos direitos. Vamos resistir e precisamos derrotar essas propostas. Vale lembrar que o governo não reajustou o valor do piso salarial da nossa categoria, não garantiu melhorias de condições de trabalho e, agora, para piorar seu tratamento com os educadores e educadoras, os direitos conquistados com muita luta estão na mira para serem extintos. É inaceitável", refutou Iran Barbosa.

 


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