Iran Barbosa se solidariza às lutas do magistério nos municípios

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Publicada em 07/11/2019 às 21:55:00

 

A paralisação do magistério e dos demais servidores públicos de Santa Luzia do Itanhy foi abordada pelo deputado estadual Iran Barbosa (PT), na manhã desta quinta-feira, na tribuna da Assembleia Legislativa de Sergipe. O parlamentar, que também é professor e membro da Comissão de Educação, Cultura e Deporto, manifestou solidariedade e apoio às categorias.
Segundo o parlamentar, os trabalhadores paralisaram as atividades nos últimos dias 5 e 6 como uma tentativa de negociação em busca do reajuste salarial e de condições de trabalho.
"A Administração deve aos servidores municipais a revisão salarial dos anos de 2016, 2018 e 2019 e deve ao magistério o reajuste do valor do piso salarial dos anos de 2014, 2016, 2018 e 2019, além disso, também não paga a progressão por tempo de serviço", disse Iran, lembrando que sua assessoria acompanhou a atividade de luta ocorrida na noite do último dia 06.
"Na contramão do sacrifício dos servidores efetivos e dos professores e professoras, na Administração há um excesso de cargos comissionados e de pessoal contratado. Informações dão conta que são 450 servidores não concursados, sendo 183 comissionados e 267 contratados. Essa situação acaba por gerar impasses para que seja praticada a política de valorização dos servidores efetivos", acrescentou Iran, apelando que o prefeito daquela cidade receba os representantes sindicais para que possam dialogar sobre essas questões.

A paralisação do magistério e dos demais servidores públicos de Santa Luzia do Itanhy foi abordada pelo deputado estadual Iran Barbosa (PT), na manhã desta quinta-feira, na tribuna da Assembleia Legislativa de Sergipe. O parlamentar, que também é professor e membro da Comissão de Educação, Cultura e Deporto, manifestou solidariedade e apoio às categorias.
Segundo o parlamentar, os trabalhadores paralisaram as atividades nos últimos dias 5 e 6 como uma tentativa de negociação em busca do reajuste salarial e de condições de trabalho.
"A Administração deve aos servidores municipais a revisão salarial dos anos de 2016, 2018 e 2019 e deve ao magistério o reajuste do valor do piso salarial dos anos de 2014, 2016, 2018 e 2019, além disso, também não paga a progressão por tempo de serviço", disse Iran, lembrando que sua assessoria acompanhou a atividade de luta ocorrida na noite do último dia 06.
"Na contramão do sacrifício dos servidores efetivos e dos professores e professoras, na Administração há um excesso de cargos comissionados e de pessoal contratado. Informações dão conta que são 450 servidores não concursados, sendo 183 comissionados e 267 contratados. Essa situação acaba por gerar impasses para que seja praticada a política de valorização dos servidores efetivos", acrescentou Iran, apelando que o prefeito daquela cidade receba os representantes sindicais para que possam dialogar sobre essas questões.