Mais dois presos em operação contra anabolizantes

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Publicada em 07/11/2019 às 21:53:00

 

Gabriel Damásio
Outras duas pessoas foram presas ontem pela Polícia Federal, em um novo desdobramento da 'Operação Reação Adversa', deflagrada para apurar a venda e manipulação ilegal de anabolizantes e outras substâncias. De acordo com o órgão, ambos estavam com a prisão preventiva decretada pelo Juízo da 1ª Vara Federal de Sergipe, em Aracaju. O primeiro acusado, um homem de 29 anos, foi detido ao se apresentar na sede da Superintendência da PF em Sergipe, onde estava "parecendo desconhecer sua real situação", segundo o comunicado oficial do órgão. O segundo, que tem 22 anos, foi preso em Uberlândia (MG).
A Federal informou que os acusados foram alvos de mandados de busca e apreensão durante a primeira fase da operação, em 25 de outubro, tendo apenas objetos e substâncias apreendidos. "Na deflagração da operação, a PF cumpria apenas mandados de busca e apreensão (...), objetivando a coleta de provas e buscando fazer cessar as atividades criminosas da organização. No entanto, os delinquentes permaneceram em suas atividades ilícitas, sendo necessária a representação pela prisão dos mesmos. A Justiça atendeu ao pedido e expediu os mandados de prisão preventiva", informou o órgão. 
Ainda nas buscas que aconteceram em 25 de outubro, outras cinco pessoas foram presas preventivamente, incluindo dois policiais militares da ativa e um morador de Salvador (BA), apontado como intermediário do esquema. De acordo com as investigações, o grupo era responsável por importar, manipular e vender anabolizantes para clientes de todo o país, a partir de substâncias que eram importadas da China. Investigado por cerca de um ano e meio, o esquema era baseado em Aracaju e, segundo a PF, pode ter movimentado cerca de R$ 1 milhão durante o período. As investigações começaram em outubro de 2018. 
Todos os investigados podem ser indiciados pelos crimes de contrabando, falsificação, corrupção, adulteração ou alteração de produto destinado a fins terapêuticos ou medicinais, lavagem de dinheiro e organização criminosa. O nome 'Reação Adversa' refere-se aos efeitos nocivos dos anabolizantes ao organismo dos seus usuários, similar a ação da Polícia Federal em relação aos investigados.

Gabriel Damásio

Outras duas pessoas foram presas ontem pela Polícia Federal, em um novo desdobramento da 'Operação Reação Adversa', deflagrada para apurar a venda e manipulação ilegal de anabolizantes e outras substâncias. De acordo com o órgão, ambos estavam com a prisão preventiva decretada pelo Juízo da 1ª Vara Federal de Sergipe, em Aracaju. O primeiro acusado, um homem de 29 anos, foi detido ao se apresentar na sede da Superintendência da PF em Sergipe, onde estava "parecendo desconhecer sua real situação", segundo o comunicado oficial do órgão. O segundo, que tem 22 anos, foi preso em Uberlândia (MG).
A Federal informou que os acusados foram alvos de mandados de busca e apreensão durante a primeira fase da operação, em 25 de outubro, tendo apenas objetos e substâncias apreendidos. "Na deflagração da operação, a PF cumpria apenas mandados de busca e apreensão (...), objetivando a coleta de provas e buscando fazer cessar as atividades criminosas da organização. No entanto, os delinquentes permaneceram em suas atividades ilícitas, sendo necessária a representação pela prisão dos mesmos. A Justiça atendeu ao pedido e expediu os mandados de prisão preventiva", informou o órgão. 
Ainda nas buscas que aconteceram em 25 de outubro, outras cinco pessoas foram presas preventivamente, incluindo dois policiais militares da ativa e um morador de Salvador (BA), apontado como intermediário do esquema. De acordo com as investigações, o grupo era responsável por importar, manipular e vender anabolizantes para clientes de todo o país, a partir de substâncias que eram importadas da China. Investigado por cerca de um ano e meio, o esquema era baseado em Aracaju e, segundo a PF, pode ter movimentado cerca de R$ 1 milhão durante o período. As investigações começaram em outubro de 2018. 
Todos os investigados podem ser indiciados pelos crimes de contrabando, falsificação, corrupção, adulteração ou alteração de produto destinado a fins terapêuticos ou medicinais, lavagem de dinheiro e organização criminosa. O nome 'Reação Adversa' refere-se aos efeitos nocivos dos anabolizantes ao organismo dos seus usuários, similar a ação da Polícia Federal em relação aos investigados.