Tartarugas marinhas são achadas mortas nas praias

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TÉCNICO DO PROJETO TAMAR DIZ QUE MORTES NÃO TEM LIGAÇÃO COM ÓLEO QUE ATINGIU AS PRAIAS NORDESTINAS
TÉCNICO DO PROJETO TAMAR DIZ QUE MORTES NÃO TEM LIGAÇÃO COM ÓLEO QUE ATINGIU AS PRAIAS NORDESTINAS

A tartaruga foi encontrada morta na praia de Aruana
A tartaruga foi encontrada morta na praia de Aruana

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Publicada em 04/11/2019 às 22:58:00

 

O Projeto Tamar confirmou que duas tartarugas marinhas foram achadas mortas neste domingo em dois locais do litoral sergipano: na Barra dos Coqueiros (Grande Aracaju) e na Praia da Aruana (zona de expansão de Aracaju). Os corpos dos animais que são da espécie Oliva, foram encontrados por banhistas e recolhidos por biólogos do projeto. Segundo eles, não há qualquer relação destas mortes com as manchas de óleo que contaminaram as praias da região Nordeste desde meados de setembro.
A principal suspeita, segundo as primeiras análises, é de que as tartarugas tenham se afogado ou se sufocado com redes de pesca, uma das mais comuns entre as causas de mortes da espécie. Isso porque elas acabam presas às redes ou comem os restos dos artefatos. De acordo com o projeto, a presença das redes e as manchas de óleo cru representam hoje as maiores ameaças à sobrevivência da espécie no Nordeste. No mês de outubro, outras quatro tartarugas marinhas adultas foram achadas mortas em praias sergipanas, respectivamente na Barra dos Coqueiros, em Pirambu, na Coroa do Meio e no Mosqueiro (estas em Aracaju).

O Projeto Tamar confirmou que duas tartarugas marinhas foram achadas mortas neste domingo em dois locais do litoral sergipano: na Barra dos Coqueiros (Grande Aracaju) e na Praia da Aruana (zona de expansão de Aracaju). Os corpos dos animais que são da espécie Oliva, foram encontrados por banhistas e recolhidos por biólogos do projeto. Segundo eles, não há qualquer relação destas mortes com as manchas de óleo que contaminaram as praias da região Nordeste desde meados de setembro.
A principal suspeita, segundo as primeiras análises, é de que as tartarugas tenham se afogado ou se sufocado com redes de pesca, uma das mais comuns entre as causas de mortes da espécie. Isso porque elas acabam presas às redes ou comem os restos dos artefatos. De acordo com o projeto, a presença das redes e as manchas de óleo cru representam hoje as maiores ameaças à sobrevivência da espécie no Nordeste. No mês de outubro, outras quatro tartarugas marinhas adultas foram achadas mortas em praias sergipanas, respectivamente na Barra dos Coqueiros, em Pirambu, na Coroa do Meio e no Mosqueiro (estas em Aracaju).