'Avida me quer bem' de Amaral Cavalcante

Compartilhar:
Imprimir Aumentar Texto Diminuir Texto
A geração do poeta
A geração do poeta

Clique nas imagens para ampliar

Publicada em 04/11/2019 às 22:45:00

 

Amaral Cavalcante, 
símbolo cultural 
sergipano, depois de muitos anos de trabalho, continua a surpreender, e dessa vez, em crônicas. "A vida me quer bem: crônicas da vida sergipana", nova obra publicada pela Editora Diário Oficial de Sergipe - Edise traz aos seus contemporâneos o doce sabor da nostalgia. Retratando desde sua infância à mocidade, Amaral não se acanha ante as situações inusitadas já vividas.
O lançamento da obra acontecerá no dia 07 de novembro, às 18h, na Sociedade Semear, rua Vila Cristina, 148, bairro São José, em Aracaju.
Planejado e organizado por Mário Britto, o livro conta com o planejamento editorial, projeto gráfico e diagramação da professora da Universidade Federal de Sergipe, Germana G. de Araújo, a revisão de Gustavo Aragão Cardoso, a seleção de crônicas e revisão dos originais, Maria Rosineide Santana dos Santos e com as ilustrações de Elias Santos, Fábio Sampaio, Felipe Xocó e Gabi Etinger.
Com a ideia de fixar sua história, Amaral, envolto por suas gentis lembranças, retoma o tempo em que sua geração, sem muitos aparatos, não media esforços, nem pensava duas vezes para jogar conversa fora e se divertir. "Somos uma geração etílica, nós convivemos nos bares, frente a frente na mesa de bar batendo papo, conversando, discutindo a vida e aprendendo, hoje ficamos mais a frente do computador", conta o autor das crônicas.
Para Amaral, a crônica é umas das melhores formas para registrar o passado, pois ela é rápida, pode ser feita numa linguagem coloquial e tratar de coisas dos dia a dia das pessoas. 
"A crônica retrata a vida cotidiano das pessoas. Retratar o meu tempo em crônicas é guardar para a história o que nós fizemos durante minha vida. Muita gente se identifica com o que relato, o que aconteceu comigo, aconteceu com toda minha geração, porque a nossa geração viveu determinadas circunstâncias que se não forem contadas em crônicas e literatura, ninguém jamais saberá".
Para Mário Britto "O livro é, de fato, uma inequívoca demonstração de quanto a vida quer bem ao poeta Amaral Cavalcante, assim como a todos os seus amigos, fãs e leitores, que terão o privilégio de ler esse compêndio de crônicas, que aborda temas não só do cotidiano, como também outros de teor cultural, social e político, tudo com a mesma espontaneidade".
As narrativas correlatas divertem e encantam, com suas mais ricas e significativas passagens, os leitores, principalmente, aqueles que vivenciaram a mesma época descrita.
Maria Rosineide Santana dos Santos realizou a seleção de crônicas e revisão dos originais. Ela conta que, ao fazer a seleção do material, a sua maior dificuldade foi as várias versões destas, mas logo compreendeu que poderia fazer uma fusão com as histórias. "Houve uma sistematização sim. À medida que eu ia lendo, juntando versões, fazendo a revisão, percebi uma divisão possível para as partes do livro. Em primeiro lugar, respeitando o título dado pelo autor, depois, comecei a separar as crônicas de homenagem/amizades".
Para Ricardo Roriz, presidente da Empresa de Serviços Gráficos de Sergipe - Segrase, o escritor Amaral Cavalcante, como um dos contribuintes para a cultura e história sergipana, marca, através de suas narrativas, a sua passagem pelo mundo, encantando e instigando os jovens a conhecer outras épocas e estilos de vida.
Mílton Alves, diretor Industrial da Segrase, conta que ao ler a obra retornou ao passado, à infância. "As crônicas apresentam a realidade da nossa geração, eu vivi as mesmas situações descritas, e isso me emocionou, foi um déjà vu do início ao fim".  

Amaral Cavalcante,  símbolo cultural  sergipano, depois de muitos anos de trabalho, continua a surpreender, e dessa vez, em crônicas. "A vida me quer bem: crônicas da vida sergipana", nova obra publicada pela Editora Diário Oficial de Sergipe - Edise traz aos seus contemporâneos o doce sabor da nostalgia. Retratando desde sua infância à mocidade, Amaral não se acanha ante as situações inusitadas já vividas.
O lançamento da obra acontecerá no dia 07 de novembro, às 18h, na Sociedade Semear, rua Vila Cristina, 148, bairro São José, em Aracaju.
Planejado e organizado por Mário Britto, o livro conta com o planejamento editorial, projeto gráfico e diagramação da professora da Universidade Federal de Sergipe, Germana G. de Araújo, a revisão de Gustavo Aragão Cardoso, a seleção de crônicas e revisão dos originais, Maria Rosineide Santana dos Santos e com as ilustrações de Elias Santos, Fábio Sampaio, Felipe Xocó e Gabi Etinger.
Com a ideia de fixar sua história, Amaral, envolto por suas gentis lembranças, retoma o tempo em que sua geração, sem muitos aparatos, não media esforços, nem pensava duas vezes para jogar conversa fora e se divertir. "Somos uma geração etílica, nós convivemos nos bares, frente a frente na mesa de bar batendo papo, conversando, discutindo a vida e aprendendo, hoje ficamos mais a frente do computador", conta o autor das crônicas.
Para Amaral, a crônica é umas das melhores formas para registrar o passado, pois ela é rápida, pode ser feita numa linguagem coloquial e tratar de coisas dos dia a dia das pessoas. 
"A crônica retrata a vida cotidiano das pessoas. Retratar o meu tempo em crônicas é guardar para a história o que nós fizemos durante minha vida. Muita gente se identifica com o que relato, o que aconteceu comigo, aconteceu com toda minha geração, porque a nossa geração viveu determinadas circunstâncias que se não forem contadas em crônicas e literatura, ninguém jamais saberá".
Para Mário Britto "O livro é, de fato, uma inequívoca demonstração de quanto a vida quer bem ao poeta Amaral Cavalcante, assim como a todos os seus amigos, fãs e leitores, que terão o privilégio de ler esse compêndio de crônicas, que aborda temas não só do cotidiano, como também outros de teor cultural, social e político, tudo com a mesma espontaneidade".
As narrativas correlatas divertem e encantam, com suas mais ricas e significativas passagens, os leitores, principalmente, aqueles que vivenciaram a mesma época descrita.
Maria Rosineide Santana dos Santos realizou a seleção de crônicas e revisão dos originais. Ela conta que, ao fazer a seleção do material, a sua maior dificuldade foi as várias versões destas, mas logo compreendeu que poderia fazer uma fusão com as histórias. "Houve uma sistematização sim. À medida que eu ia lendo, juntando versões, fazendo a revisão, percebi uma divisão possível para as partes do livro. Em primeiro lugar, respeitando o título dado pelo autor, depois, comecei a separar as crônicas de homenagem/amizades".
Para Ricardo Roriz, presidente da Empresa de Serviços Gráficos de Sergipe - Segrase, o escritor Amaral Cavalcante, como um dos contribuintes para a cultura e história sergipana, marca, através de suas narrativas, a sua passagem pelo mundo, encantando e instigando os jovens a conhecer outras épocas e estilos de vida.
Mílton Alves, diretor Industrial da Segrase, conta que ao ler a obra retornou ao passado, à infância. "As crônicas apresentam a realidade da nossa geração, eu vivi as mesmas situações descritas, e isso me emocionou, foi um déjà vu do início ao fim".