Preservação do patrimônio cultural e imaterial de Sergipe são debatidos na Alese

Política

 

A Assembleia Legislativa de Sergipe (Alese), realizou na manhã dessa quinta-feira, Sessão Especial  com a temática "Reflexões sobre Patrimônio Cultural Material e Patrimônio Cultural e Imaterial" com a participação de representantes do Iphan e do Instituto Histórico de Sergipe. A iniciativa é do presidente e deputado Luciano Bispo (MDB), com o objetivo de pensar e refletir sobre o patrimônio federal do Estado de Sergipe,
Em Sergipe, de acordo com dados apresentados pela  superintendente do Iphan no estado Katarina Aragão, existem 237 sítios arqueológicos cadastrados e outros 90 catalogados, três bens valorados, que corresponde ao patrimônio ferroviário concentrado em Aracaju, Boquim e Propriá, além de 24 bens imóveis tombados individualmente, dois conjuntos arquitetônicos  e paisagísticos localizados nos municípios de Laranjeiras e São Cristóvão.
Katarina  disse ainda que no Brasil,  15 cidades foram reconhecidas como Patrimônio da Humanidade e a  Praça São Francisco no centro histórico do município de São Cristóvão é uma delas, tombada em nível nacional no ano de 1967, e em 2010 foi declarada Patrimônio da Humanidade pela UNESCO. A Renda Irlandesa, Roda e Ofício dos Mestres de Capoeira e Literatura de Cordel são considerando bens imateriais de Sergipe.
O diretor do departamento de projetos especiais do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan), Robson Antônio Almeida, reforçou a importância do patrimônio cultural como instrumento de transformação e desenvolvimento para a  sociedade. "Melhorar a qualidade de vida dos moradores de quem vive nas cidades históricas brasileiras, acreditando que: se o lugar é bom para se viver, é bom pra se visitar e é bom pra se investir", justificou

A Assembleia Legislativa de Sergipe (Alese), realizou na manhã dessa quinta-feira, Sessão Especial  com a temática "Reflexões sobre Patrimônio Cultural Material e Patrimônio Cultural e Imaterial" com a participação de representantes do Iphan e do Instituto Histórico de Sergipe. A iniciativa é do presidente e deputado Luciano Bispo (MDB), com o objetivo de pensar e refletir sobre o patrimônio federal do Estado de Sergipe,
Em Sergipe, de acordo com dados apresentados pela  superintendente do Iphan no estado Katarina Aragão, existem 237 sítios arqueológicos cadastrados e outros 90 catalogados, três bens valorados, que corresponde ao patrimônio ferroviário concentrado em Aracaju, Boquim e Propriá, além de 24 bens imóveis tombados individualmente, dois conjuntos arquitetônicos  e paisagísticos localizados nos municípios de Laranjeiras e São Cristóvão.
Katarina  disse ainda que no Brasil,  15 cidades foram reconhecidas como Patrimônio da Humanidade e a  Praça São Francisco no centro histórico do município de São Cristóvão é uma delas, tombada em nível nacional no ano de 1967, e em 2010 foi declarada Patrimônio da Humanidade pela UNESCO. A Renda Irlandesa, Roda e Ofício dos Mestres de Capoeira e Literatura de Cordel são considerando bens imateriais de Sergipe.
O diretor do departamento de projetos especiais do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan), Robson Antônio Almeida, reforçou a importância do patrimônio cultural como instrumento de transformação e desenvolvimento para a  sociedade. "Melhorar a qualidade de vida dos moradores de quem vive nas cidades históricas brasileiras, acreditando que: se o lugar é bom para se viver, é bom pra se visitar e é bom pra se investir", justificou

 


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