Endividamento entre as famílias aracajuanas apresenta segundo mês de redução

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Publicada em 30/10/2019 às 21:47:00

 

Depois de uma sequ
ência de oito meses 
com elevação no nível de endividamento das famílias aracajuanas, a tendência de queda se mantém pelo segundo mês seguido, de acordo com a Pesquisa de Endividamento e Inadimplência do Consumidor (PEIC), realizada pela Confederação Nacional do Comércio (CNC) e analisada pelo departamento de economia do Sistema Fecomércio/Sesc/Senac de Sergipe. O índice apresentado no mês de outubro apresentou uma queda de -3,7% em relação ao mês de setembro. Nos últimos dois meses, a queda no endividamento familiar é de -5,6%. Isso mostra que depois de agosto, quando o indicador teve sua maior percentagem neste ano, as famílias diminuíram sua condição de contração de dívidas.
De acordo com a pesquisa, atualmente existem 132.617 famílias endividadas na capital sergipana, 7.073 a menos que em setembro, quando o índice apontou 139.690 e 10.189 se comparado a agosto, que apontou a maior quantidade de famílias endividadas na cidade, com 143.406 no total. Mesmo assim, o número de famílias endividadas, segundo a pesquisa, ainda é maior que a média nacional, atualmente em 64,7%, segundo a CNC. O presidente do Sistema Fecomércio/Sesc/Senac, Laércio Oliveira, apontou fatores que contribuíram para a redução no endividamento.
"O número de famílias endividadas ainda é relativamente alto, mesmo com a tendência de queda. Existem pontos importantes que contribuíram para a redução das dívidas familiares, como a injeção de recursos do FGTS nas contas dos trabalhadores e o pagamento do PIS/Pasep, que influíram positivamente em nossa economia. Os consumidores estão voltando para as lojas do comércio e isso tem elevado a circulação de receita nas famílias, considerando que o setor produtivo voltou a apresentar crescimento no volume de empregos no estado, o que também coloca as famílias para poder pagar seus débitos".
Contas em atraso - O indicador de famílias com contas em atraso também apresentou recuo, com 33,2%, sendo 1% menor que o indicador de setembro. Em números gerais, 65.654 famílias estão com compromissos atrasados.
Entre os endividados, o número de famílias que não terão condições de pagar as dívidas segue trajetória crescente. Atualmente, 26.902 famílias, ou 13,6% não têm condições de arcar com seus débitos. O número é 38,2% superior ao apontado em outubro do ano passado, quando havia 19.333 famílias em condição de inadimplência, crescendo em 7.569 famílias no período corrente de um ano.
Tipos de dívida - Como cotidianamente, o cartão de crédito continua sendo o principal responsável pelo endividamento das famílias, com 91,6% do total das famílias tendo compromissos a pagar com as operadoras de cartões, o segundo principal fator é a compra por meio de carnês, com 20,3% e o crédito pessoal, que compromete 9,2% das famílias sergipanas. O percentual no somatório ultrapassa 100%, por considerar que as famílias possuem mais de um tipo de dívida considerada pela pesquisa. Dívidas como cheques pré-datados, cheque especial, crédito consignado, financiamentos automotivos e imobiliários e outros tipos de dívidas também foram mencionados.

Depois de uma sequ ência de oito meses  com elevação no nível de endividamento das famílias aracajuanas, a tendência de queda se mantém pelo segundo mês seguido, de acordo com a Pesquisa de Endividamento e Inadimplência do Consumidor (PEIC), realizada pela Confederação Nacional do Comércio (CNC) e analisada pelo departamento de economia do Sistema Fecomércio/Sesc/Senac de Sergipe. O índice apresentado no mês de outubro apresentou uma queda de -3,7% em relação ao mês de setembro. Nos últimos dois meses, a queda no endividamento familiar é de -5,6%. Isso mostra que depois de agosto, quando o indicador teve sua maior percentagem neste ano, as famílias diminuíram sua condição de contração de dívidas.
De acordo com a pesquisa, atualmente existem 132.617 famílias endividadas na capital sergipana, 7.073 a menos que em setembro, quando o índice apontou 139.690 e 10.189 se comparado a agosto, que apontou a maior quantidade de famílias endividadas na cidade, com 143.406 no total. Mesmo assim, o número de famílias endividadas, segundo a pesquisa, ainda é maior que a média nacional, atualmente em 64,7%, segundo a CNC. O presidente do Sistema Fecomércio/Sesc/Senac, Laércio Oliveira, apontou fatores que contribuíram para a redução no endividamento.
"O número de famílias endividadas ainda é relativamente alto, mesmo com a tendência de queda. Existem pontos importantes que contribuíram para a redução das dívidas familiares, como a injeção de recursos do FGTS nas contas dos trabalhadores e o pagamento do PIS/Pasep, que influíram positivamente em nossa economia. Os consumidores estão voltando para as lojas do comércio e isso tem elevado a circulação de receita nas famílias, considerando que o setor produtivo voltou a apresentar crescimento no volume de empregos no estado, o que também coloca as famílias para poder pagar seus débitos".

Contas em atraso - O indicador de famílias com contas em atraso também apresentou recuo, com 33,2%, sendo 1% menor que o indicador de setembro. Em números gerais, 65.654 famílias estão com compromissos atrasados.
Entre os endividados, o número de famílias que não terão condições de pagar as dívidas segue trajetória crescente. Atualmente, 26.902 famílias, ou 13,6% não têm condições de arcar com seus débitos. O número é 38,2% superior ao apontado em outubro do ano passado, quando havia 19.333 famílias em condição de inadimplência, crescendo em 7.569 famílias no período corrente de um ano.

Tipos de dívida -
Como cotidianamente, o cartão de crédito continua sendo o principal responsável pelo endividamento das famílias, com 91,6% do total das famílias tendo compromissos a pagar com as operadoras de cartões, o segundo principal fator é a compra por meio de carnês, com 20,3% e o crédito pessoal, que compromete 9,2% das famílias sergipanas. O percentual no somatório ultrapassa 100%, por considerar que as famílias possuem mais de um tipo de dívida considerada pela pesquisa. Dívidas como cheques pré-datados, cheque especial, crédito consignado, financiamentos automotivos e imobiliários e outros tipos de dívidas também foram mencionados.