Paratletas se reúnem e realizam exames médicos

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Paratletas sergipanos passam poe exames médicos, antes do embarque para os Jogos Paralimpicos em São Paulo
Paratletas sergipanos passam poe exames médicos, antes do embarque para os Jogos Paralimpicos em São Paulo

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Publicada em 26/10/2019 às 14:02:00

 

A Secretaria de Estado da Educação, do Esporte e da Cultura (Seduc), por meio da Superintendência Especial do Esporte (Supee), recebeu os paratletas sergipanos que representarão o estado de Sergipe nas Paralimpíadas Escolares, que serão realizadas de 18 a 23 de novembro, no Centro de Treinamento Paralímpico, em São Paulo. A reunião teve como principal objetivo, dirimir dúvidas sobre a competição, definindo detalhes como data da viagem, hospedagem, participação e a equipe que acompanhará os atletas, além de um diálogo com a equipe médica, buscando trazer tranquilidade e segurança aos participantes, pais e responsáveis.
 A delegação sergipana contará com a presença de 56 componentes, entre pais, atletas e técnicos. As modalidades representadas serão a paranatação, o vôlei sentado, o paratletismo e a bocha. No quadro de atletas, existe uma predominância de alunos da rede pública estadual e também das Escolas de Esportes, além de outros, a exemplo de egressos das escolas municipais, do Instituto Federal de Sergipe (IFS) e escolas da rede particular.
 Um dos objetivos da reunião foi a avaliação médica realizada individualmente, além da conferência por parte da equipe da Supee, da documentação necessária para a participação na competição. Esta última parte é bastante necessária, diante da presença de competidores adolescentes.
Apesar da pouca idade, a paratleta Luciele Carolaine, de 14 anos, já tem experiência em competições nacionais e internacionais e se prepara para mais uma edição. Representante do Centro de Excelência Vitória de Santa Maria e competidora do arremesso de peso, ela citou, principalmente, a importância do acompanhamento médico para que a delegação possa participar do evento da melhor forma possível, além de mostrar entrosamento com os demais colegas, fruto da amizade feita em outras edições.
 A respeito do acompanhamento médico, o pediatra Dr. Byron Oliveira falou sobre a sua trajetória junto aos paratletas nas competições. "Há alguns anos venho acompanhando a delegação e fico feliz por ver tantos medalhistas, diante da proporção do nosso Estado. Durante os eventos, sempre há uma conversa no hotel com atletas e acompanhantes, para compartilhar este momento incrível. É assim que eles vão se sentindo mais capazes. As Paralimpíadas Escolares não somente dão visibilidade, como também mostram a potencialidade dos paratletas", afirmou o doutor Byron.

A Secretaria de Estado da Educação, do Esporte e da Cultura (Seduc), por meio da Superintendência Especial do Esporte (Supee), recebeu os paratletas sergipanos que representarão o estado de Sergipe nas Paralimpíadas Escolares, que serão realizadas de 18 a 23 de novembro, no Centro de Treinamento Paralímpico, em São Paulo. A reunião teve como principal objetivo, dirimir dúvidas sobre a competição, definindo detalhes como data da viagem, hospedagem, participação e a equipe que acompanhará os atletas, além de um diálogo com a equipe médica, buscando trazer tranquilidade e segurança aos participantes, pais e responsáveis.
 A delegação sergipana contará com a presença de 56 componentes, entre pais, atletas e técnicos. As modalidades representadas serão a paranatação, o vôlei sentado, o paratletismo e a bocha. No quadro de atletas, existe uma predominância de alunos da rede pública estadual e também das Escolas de Esportes, além de outros, a exemplo de egressos das escolas municipais, do Instituto Federal de Sergipe (IFS) e escolas da rede particular.
 Um dos objetivos da reunião foi a avaliação médica realizada individualmente, além da conferência por parte da equipe da Supee, da documentação necessária para a participação na competição. Esta última parte é bastante necessária, diante da presença de competidores adolescentes.
Apesar da pouca idade, a paratleta Luciele Carolaine, de 14 anos, já tem experiência em competições nacionais e internacionais e se prepara para mais uma edição. Representante do Centro de Excelência Vitória de Santa Maria e competidora do arremesso de peso, ela citou, principalmente, a importância do acompanhamento médico para que a delegação possa participar do evento da melhor forma possível, além de mostrar entrosamento com os demais colegas, fruto da amizade feita em outras edições.
 A respeito do acompanhamento médico, o pediatra Dr. Byron Oliveira falou sobre a sua trajetória junto aos paratletas nas competições. "Há alguns anos venho acompanhando a delegação e fico feliz por ver tantos medalhistas, diante da proporção do nosso Estado. Durante os eventos, sempre há uma conversa no hotel com atletas e acompanhantes, para compartilhar este momento incrível. É assim que eles vão se sentindo mais capazes. As Paralimpíadas Escolares não somente dão visibilidade, como também mostram a potencialidade dos paratletas", afirmou o doutor Byron.