Sem resposta

Opinião

 

As consequências do maior crime 
ambiental já registrado na cos-
ta brasileira precisam ser apuradas, tendo em vista a segurança da população. Ainda não se sabe, por exemplo, se a mancha de óleo nas praias sergipanas contaminou as redes de abastecimento, se pescados podem ser consumidos sem receio. Por enquanto, o único fato concreto é o descaso do Governo Federal.
Ontem, a Promotoria de Justiça do Consumidor integrada ao Ministério Público Estadual requisitou a elaboração de relatórios com o fim de auferir as reais condições das praias e rios em Sergipe. A promotoria quer responder a uma pergunta que a população já faz, desde o início da tragédia. Afinal de contas, os nossos rios estão a salvo?
A verdade é que os estes públicos batem cabeça. Mil toneladas de óleo já foram retiradas do litoral nordestino, segundo o governo,l. No entanto, nem mesmo o seu destino é certo. Com a limpeza das praias a cargo de voluntários, o improviso é regra.
Segundo o Ministério da Saúde, não se deve entrar em contato com o óleo que já atingiu 233 locais de 88 cidades dos nove estados do Nordeste. A orientação ganha ainda mais peso no caso de crianças e gestantes. A pasta também afirma que o indicado é evitar contato com solo e água contaminados.
A origem do óleo e a devida responsabilização do criminoso são apenas parte do problema. Mais importante, agora que o mal está feito, é avaliar a sua extensão e medir as suas consequências, com o fim de o remediar. Por enquanto, as perguntas mais urgentes continuam sem resposta.

As consequências do maior crime  ambiental já registrado na cos- ta brasileira precisam ser apuradas, tendo em vista a segurança da população. Ainda não se sabe, por exemplo, se a mancha de óleo nas praias sergipanas contaminou as redes de abastecimento, se pescados podem ser consumidos sem receio. Por enquanto, o único fato concreto é o descaso do Governo Federal.
Ontem, a Promotoria de Justiça do Consumidor integrada ao Ministério Público Estadual requisitou a elaboração de relatórios com o fim de auferir as reais condições das praias e rios em Sergipe. A promotoria quer responder a uma pergunta que a população já faz, desde o início da tragédia. Afinal de contas, os nossos rios estão a salvo?
A verdade é que os estes públicos batem cabeça. Mil toneladas de óleo já foram retiradas do litoral nordestino, segundo o governo,l. No entanto, nem mesmo o seu destino é certo. Com a limpeza das praias a cargo de voluntários, o improviso é regra.
Segundo o Ministério da Saúde, não se deve entrar em contato com o óleo que já atingiu 233 locais de 88 cidades dos nove estados do Nordeste. A orientação ganha ainda mais peso no caso de crianças e gestantes. A pasta também afirma que o indicado é evitar contato com solo e água contaminados.
A origem do óleo e a devida responsabilização do criminoso são apenas parte do problema. Mais importante, agora que o mal está feito, é avaliar a sua extensão e medir as suas consequências, com o fim de o remediar. Por enquanto, as perguntas mais urgentes continuam sem resposta.

 


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