Noite de climão no Che

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Lacrou!
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Publicada em 24/10/2019 às 22:51:00

 

Rian Santos
riansantos@jornaldodiase.com.br
"Tatua na tua pele que eu não vou passar batida na festinha", canta Letrux em 'Vai Render', faixa de abertura do disco 'Em noite de climão'. Dito e feito. Ao longo dos últimos dois anos, a artista lacrou a cena independente com o seu álbum de estreia e conquistou uma legião de fãs ávidos por suas apresentações.
Agora, após fazer dezenas de shows - catárticos e sempre lotados - nas principais casas de shows e festivais de Brasil e Portugal, Letrux se prepara para virar a página. Daí o batismo dessa turnê:  'Em Climão de Despedida'.
"Encerrar a turnê do disco Letrux em Noite de Climão é deveras prazeroso, porque percebemos o quanto alcançamos inúmeras pessoas, de todas as idades, gêneros, estilos, o Climão de fato rasgou tudo, o céu, minha cara, a vida, tudo. Mas não sou inimiga do fim, pelo contrário, amo ponto final, então natural encerramos esse ciclo e partir para a próxima ideia. Fico muito feliz com toda essa trajetória curiosa, divertida e profunda", revela a artista.
Manaus, Maceió, Aracaju, São Luís e Vitória, cidades que ainda não receberam o show, estão contempladas no roteiro, incluindo a gravação do DVD em São Paulo, e o retorno ao Circo Voador, no Rio.
Felizmente, além da turnê, o Climão segue rendendo. Nesse período também serão lançados dois clipes, que se unem aos sete já lançados. Depois, Letrux entra em estúdio para gravar o segundo disco, previsto para ganhar o mundo após o carnaval de 2020.
Climão - Desde a estreia, em julho de 2017, o trabalho conquistou prêmios importantes (Melhor Disco do Ano, pelo Prêmio Multishow, e Melhor Produção, pelo Women Music Event) e excelentes posições em diversas listas, se transformando numa espécie de clássico contemporâneo instantâneo.
No álbum e no show, Letícia Novaes encarna a persona Letrux para cantar, de modo visceral e ao mesmo tempo íntimo, confessional, e, por vezes, tragicômico, sobre as intensas experiências de uma mulher que acaba de sair de um romance desastroso, ao longo de uma noite. "Em vez de ficar na fossa, dança-se", resume a artista.
Romance, superação, amizade, franqueza, mistério, misticismo, sexualidade, gênero, infância, vida, morte, desvios e desvarios: tudo conflui na estética vermelha do trabalho, uma afirmação), segundo Letrux, nova musa pop da cena independente brasileira. "O disco é dramático, apaixonante. Uso o vermelho como uma força, como paixão, como sangue. Estamos sangrando, mas estamos vivos e ainda apaixonados. Por quê ou por quem não importa, mas ainda tem paixão correndo nas nossas veias e por isso estamos aqui".
Letrux em Climão de de Despedida:
Sexta-feira, 25, às 22 horas, no Che Musica Bar.

"Tatua na tua pele que eu não vou passar batida na festinha", canta Letrux em 'Vai Render', faixa de abertura do disco 'Em noite de climão'. Dito e feito. Ao longo dos últimos dois anos, a artista lacrou a cena independente com o seu álbum de estreia e conquistou uma legião de fãs ávidos por suas apresentações.
Agora, após fazer dezenas de shows - catárticos e sempre lotados - nas principais casas de shows e festivais de Brasil e Portugal, Letrux se prepara para virar a página. Daí o batismo dessa turnê:  'Em Climão de Despedida'.
"Encerrar a turnê do disco Letrux em Noite de Climão é deveras prazeroso, porque percebemos o quanto alcançamos inúmeras pessoas, de todas as idades, gêneros, estilos, o Climão de fato rasgou tudo, o céu, minha cara, a vida, tudo. Mas não sou inimiga do fim, pelo contrário, amo ponto final, então natural encerramos esse ciclo e partir para a próxima ideia. Fico muito feliz com toda essa trajetória curiosa, divertida e profunda", revela a artista.
Manaus, Maceió, Aracaju, São Luís e Vitória, cidades que ainda não receberam o show, estão contempladas no roteiro, incluindo a gravação do DVD em São Paulo, e o retorno ao Circo Voador, no Rio.
Felizmente, além da turnê, o Climão segue rendendo. Nesse período também serão lançados dois clipes, que se unem aos sete já lançados. Depois, Letrux entra em estúdio para gravar o segundo disco, previsto para ganhar o mundo após o carnaval de 2020.

Climão - Desde a estreia, em julho de 2017, o trabalho conquistou prêmios importantes (Melhor Disco do Ano, pelo Prêmio Multishow, e Melhor Produção, pelo Women Music Event) e excelentes posições em diversas listas, se transformando numa espécie de clássico contemporâneo instantâneo.
No álbum e no show, Letícia Novaes encarna a persona Letrux para cantar, de modo visceral e ao mesmo tempo íntimo, confessional, e, por vezes, tragicômico, sobre as intensas experiências de uma mulher que acaba de sair de um romance desastroso, ao longo de uma noite. "Em vez de ficar na fossa, dança-se", resume a artista.
Romance, superação, amizade, franqueza, mistério, misticismo, sexualidade, gênero, infância, vida, morte, desvios e desvarios: tudo conflui na estética vermelha do trabalho, uma afirmação), segundo Letrux, nova musa pop da cena independente brasileira. "O disco é dramático, apaixonante. Uso o vermelho como uma força, como paixão, como sangue. Estamos sangrando, mas estamos vivos e ainda apaixonados. Por quê ou por quem não importa, mas ainda tem paixão correndo nas nossas veias e por isso estamos aqui".


Letrux em Climão de de Despedida:
Sexta-feira, 25, às 22 horas, no Che Musica Bar.