CPI da Pedofilia investigará mais de 220 casos

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Publicada em 23/10/2019 às 21:58:00

 

Com o objetivo de investigar casos de abuso sexual contra crianças e adolescentes, o deputado Dr. Samuel Carvalho (Cidadania) deu entrada em um requerimento na Assembleia Legislativa de Sergipe para a criação de uma Comissão Parlamentar de Inquérito, denominada CPI da Pedofilia.
Dados da Secretaria de Segurança Pública (SSP/SE) mostram que em 2018, 397 crianças foram estupradas no estado e no primeiro semestre de 2019, foram registrados 222 casos de estupro de vulneráveis.  Aracaju aparece com 59 registros, seguida pelos municípios de Nossa Senhora do Socorro, com 22 casos e Itabaiana, com 11 casos.
A CPI da Pedofilia, cujo requerimento foi lido no plenário da Alese na sessão da última terça-feira, 22, não precisa ser aprovada para que os trabalhos sejam iniciados. "As próprias assinaturas já respaldam a CPI e o próximo passo agora é indicar os seus representantes", explica o autor da propositura.
A Comissão Parlamentar de Inquérito será composta por cinco membros, sendo três deputados do bloco do governo; um do PL ou PSC e outro membro do bloco formado pelos partidos Cidadania e PTB. "Depois disso é feita a sessão de instalação da própria CPI onde vão ser escolhidos o relator e o presidente para iniciar os trabalhos, com prazo de 120 dias de duração", informa.

Com o objetivo de investigar casos de abuso sexual contra crianças e adolescentes, o deputado Dr. Samuel Carvalho (Cidadania) deu entrada em um requerimento na Assembleia Legislativa de Sergipe para a criação de uma Comissão Parlamentar de Inquérito, denominada CPI da Pedofilia.
Dados da Secretaria de Segurança Pública (SSP/SE) mostram que em 2018, 397 crianças foram estupradas no estado e no primeiro semestre de 2019, foram registrados 222 casos de estupro de vulneráveis.  Aracaju aparece com 59 registros, seguida pelos municípios de Nossa Senhora do Socorro, com 22 casos e Itabaiana, com 11 casos.
A CPI da Pedofilia, cujo requerimento foi lido no plenário da Alese na sessão da última terça-feira, 22, não precisa ser aprovada para que os trabalhos sejam iniciados. "As próprias assinaturas já respaldam a CPI e o próximo passo agora é indicar os seus representantes", explica o autor da propositura.
A Comissão Parlamentar de Inquérito será composta por cinco membros, sendo três deputados do bloco do governo; um do PL ou PSC e outro membro do bloco formado pelos partidos Cidadania e PTB. "Depois disso é feita a sessão de instalação da própria CPI onde vão ser escolhidos o relator e o presidente para iniciar os trabalhos, com prazo de 120 dias de duração", informa.