O crime de Bolsonaro

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Publicada em 21/10/2019 às 13:23:00

 

Independente de origem, a imensa 
mancha de óleo que polui as praias 
da região nordeste tem as digitais de Jair Bolsonaro. É lamentável, mas o desmonte deliberado da estrutura indispensável à proteção ambiental está entre os feitos dos quais o presidente se orgulha.
Por decreto, Bolsonaro extinguiu conselhos, comissões, comitês, juntas e outras entidades criadas com o fim de atuar na preservação do meio ambiente. Agora, não à toa, o governo federal bate cabeça, sem saber como conter a tragédia que veio dar à praia, na qualidade de um mistério criminoso.
Até o momento, os trabalhos de limpeza e contenção do petróleo vêm sendo feitos pela Petrobras, embora a empresa não seja apontada como responsável pelo derramamento, sob coordenação do Ibama. Em nota, o instituto diz que realiza a avaliação do impacto e direciona as ações de resposta, enquanto a estatal responde pela contratação de mão de obra e organização das frentes de trabalho.
A Petrobras diz ter mobilizado cerca de 1.700 pessoas para a limpeza das áreas impactadas e mais de 50 empregados próprios para planejamento e execução da resposta.
Amparadas em preconceitos ideológicos, as convicções pessoais do presidente ameaçam a segurança de milhões de brasileiros. A falsa dicotomia entre preservação ambiental e desenvolvimento rima com a alegada contradição entre a preservação de direitos trabalhistas e a geração de empregos. Trata-se apenas de retórica inflada, ignorância e superstição dignas de qualquer bravateiro.

Independente de origem, a imensa  mancha de óleo que polui as praias  da região nordeste tem as digitais de Jair Bolsonaro. É lamentável, mas o desmonte deliberado da estrutura indispensável à proteção ambiental está entre os feitos dos quais o presidente se orgulha.
Por decreto, Bolsonaro extinguiu conselhos, comissões, comitês, juntas e outras entidades criadas com o fim de atuar na preservação do meio ambiente. Agora, não à toa, o governo federal bate cabeça, sem saber como conter a tragédia que veio dar à praia, na qualidade de um mistério criminoso.
Até o momento, os trabalhos de limpeza e contenção do petróleo vêm sendo feitos pela Petrobras, embora a empresa não seja apontada como responsável pelo derramamento, sob coordenação do Ibama. Em nota, o instituto diz que realiza a avaliação do impacto e direciona as ações de resposta, enquanto a estatal responde pela contratação de mão de obra e organização das frentes de trabalho.
A Petrobras diz ter mobilizado cerca de 1.700 pessoas para a limpeza das áreas impactadas e mais de 50 empregados próprios para planejamento e execução da resposta.
Amparadas em preconceitos ideológicos, as convicções pessoais do presidente ameaçam a segurança de milhões de brasileiros. A falsa dicotomia entre preservação ambiental e desenvolvimento rima com a alegada contradição entre a preservação de direitos trabalhistas e a geração de empregos. Trata-se apenas de retórica inflada, ignorância e superstição dignas de qualquer bravateiro.