Detecção precoce pode ser decisiva em casos de câncer de mama

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Publicada em 18/10/2019 às 22:02:00

 

A mamografia é uma das opções usadas pelos especialistas para diagnosticar precocemente o câncer de mama. Porém, de acordo com o cirurgião oncológico Carlos Anselmo Lima, o exame não pode ser usado indiscriminadamente.
O médico, que atua como coordenador do Registro de Câncer de Base Populacional de Aracaju e é chefe do Setor de Gestão de Ensino da Gerência de Ensino e Pesquisa do Hospital Universitário da Universidade Federal de Sergipe, explica que a mamografia é um exame, não invasivo, que captura imagens do seio com o mesmo princípio do raio-x.
"Sabemos que existem formas de prevenção primária, ou seja, tentar evitar que o câncer de mama ocorra. São mudanças de estilo de vida: atividade física, dieta saudável, diminuição do estresse, artifícios na vida cotidiana para prevenir primariamente o câncer de mama. Já a prevenção secundária é a detecção precoce da doença. É aí que entra esse exame tão importante: a mamografia", ressalta o médico.
 "Normalmente, para a população em geral, a orientação é que a mamografia seja feita após os 50 anos e até os 69 anos, período recomendado pelo Ministério da Saúde. No entanto, há uma discussão se essa é a faixa etária ideal ou se o exame deve começar a ser feito antes", pontua Carlos Anselmo.
"Dizemos que a mamografia deve ser feita na primeira semana depois da menstruação, ou quando as mamas não estiverem doloridas. Em mulheres na pós-menopausa, deve ser escolhido também um período do mês em que as mamas não estejam doloridas, já que uma boa mamografia exige uma compressão, um aperto das mamas entre placas", complementa o médico.
Para ele, aquelas mulheres que perceberem uma alteração nas mamas, um caroço, por exemplo, devem fazer a mamografia em qualquer idade. "Outro ponto importante é dizer que para quem tem histórico familiar de câncer de mama ou tenha conhecimento de alguma alteração genética que possa levar ao câncer de mama, a mamografia deve começar a ser feita mais cedo, em geral dos 30 aos 35 anos, nesses grupos de risco", alerta.

A mamografia é uma das opções usadas pelos especialistas para diagnosticar precocemente o câncer de mama. Porém, de acordo com o cirurgião oncológico Carlos Anselmo Lima, o exame não pode ser usado indiscriminadamente.
O médico, que atua como coordenador do Registro de Câncer de Base Populacional de Aracaju e é chefe do Setor de Gestão de Ensino da Gerência de Ensino e Pesquisa do Hospital Universitário da Universidade Federal de Sergipe, explica que a mamografia é um exame, não invasivo, que captura imagens do seio com o mesmo princípio do raio-x.
"Sabemos que existem formas de prevenção primária, ou seja, tentar evitar que o câncer de mama ocorra. São mudanças de estilo de vida: atividade física, dieta saudável, diminuição do estresse, artifícios na vida cotidiana para prevenir primariamente o câncer de mama. Já a prevenção secundária é a detecção precoce da doença. É aí que entra esse exame tão importante: a mamografia", ressalta o médico.
 "Normalmente, para a população em geral, a orientação é que a mamografia seja feita após os 50 anos e até os 69 anos, período recomendado pelo Ministério da Saúde. No entanto, há uma discussão se essa é a faixa etária ideal ou se o exame deve começar a ser feito antes", pontua Carlos Anselmo.
"Dizemos que a mamografia deve ser feita na primeira semana depois da menstruação, ou quando as mamas não estiverem doloridas. Em mulheres na pós-menopausa, deve ser escolhido também um período do mês em que as mamas não estejam doloridas, já que uma boa mamografia exige uma compressão, um aperto das mamas entre placas", complementa o médico.
Para ele, aquelas mulheres que perceberem uma alteração nas mamas, um caroço, por exemplo, devem fazer a mamografia em qualquer idade. "Outro ponto importante é dizer que para quem tem histórico familiar de câncer de mama ou tenha conhecimento de alguma alteração genética que possa levar ao câncer de mama, a mamografia deve começar a ser feita mais cedo, em geral dos 30 aos 35 anos, nesses grupos de risco", alerta.