A hora da virada

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Publicada em 18/10/2019 às 00:21:00

 

Em um cenário de estagnação eco-
nômica, a criação de milhares de 
empregos, como se deu recentemente em Sergipe, será sempre motivo para foguetório. Não é o melhor dos mundos possíveis, mas já foi pior.
Em setembro, o mercado de trabalho local abriu 3477 vagas. Não é pouco. Na melhor das hipóteses, uma vez confirmada a desejável tendência de recuperação, este momento poderá ser lembrado como a hora da virada.
Já era mesmo tempo de uma boa notícia. Em Sergipe, segundo pesquisa divulgada em agosto, a situação é das mais preocupantes. As oportunidades estão muito aquém da demanda gerada por 167 mil trabalhadores desempregados, 179 mil subocupados por "insuficiência de horas trabalhadas" e 93 mil desalentados. Entre os que estão empregados, 231 mil trabalham com carteira assinada no setor privado, 151 mil estão sem carteira e 284 mil trabalham por conta própria.
Além dos números favoráveis, há outro sinal apontando o surgimento de uma luz no fim do túnel: Todos os setores de atividades econômicas foram impulsionados com novos empregos criados. 
O mercado agropecuário foi o setor que mais criou postos de trabalho, com 1.535 novos trabalhadores empregados. A indústria também seguiu o crescimento alto, com a geração de 1.198 novos empregos. O setor de serviços teve aumento de 363 postos de trabalho e o comércio empregou 286 novos trabalhadores. Os setores de indústria extrativa mineral, construção civil, serviços de utilidade pública, e administração pública também apresentaram crescimento, embora mais tímido.
Sergipe não é uma ilha. A situação local reflete a penúria gerada pela crise  e a lenta recuperação da economia verde e amarela. Em todo o País, ainda são quase 13 milhões de desempregados. Se o sinal de recuperação observado aqui e agora se der também em âmbito nacional, o Brasil finalmente terá abandonado o fundo do poço.

Em um cenário de estagnação eco- nômica, a criação de milhares de  empregos, como se deu recentemente em Sergipe, será sempre motivo para foguetório. Não é o melhor dos mundos possíveis, mas já foi pior.
Em setembro, o mercado de trabalho local abriu 3477 vagas. Não é pouco. Na melhor das hipóteses, uma vez confirmada a desejável tendência de recuperação, este momento poderá ser lembrado como a hora da virada.
Já era mesmo tempo de uma boa notícia. Em Sergipe, segundo pesquisa divulgada em agosto, a situação é das mais preocupantes. As oportunidades estão muito aquém da demanda gerada por 167 mil trabalhadores desempregados, 179 mil subocupados por "insuficiência de horas trabalhadas" e 93 mil desalentados. Entre os que estão empregados, 231 mil trabalham com carteira assinada no setor privado, 151 mil estão sem carteira e 284 mil trabalham por conta própria.
Além dos números favoráveis, há outro sinal apontando o surgimento de uma luz no fim do túnel: Todos os setores de atividades econômicas foram impulsionados com novos empregos criados. 
O mercado agropecuário foi o setor que mais criou postos de trabalho, com 1.535 novos trabalhadores empregados. A indústria também seguiu o crescimento alto, com a geração de 1.198 novos empregos. O setor de serviços teve aumento de 363 postos de trabalho e o comércio empregou 286 novos trabalhadores. Os setores de indústria extrativa mineral, construção civil, serviços de utilidade pública, e administração pública também apresentaram crescimento, embora mais tímido.
Sergipe não é uma ilha. A situação local reflete a penúria gerada pela crise  e a lenta recuperação da economia verde e amarela. Em todo o País, ainda são quase 13 milhões de desempregados. Se o sinal de recuperação observado aqui e agora se der também em âmbito nacional, o Brasil finalmente terá abandonado o fundo do poço.