Professor responsável por análise do material encontrado nos barris e nas praias de Sergipe conversa com Ministro do Meio Ambiente

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O pesquisador Alberto Wisniewski, professor do Departamento de Química
O pesquisador Alberto Wisniewski, professor do Departamento de Química

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Publicada em 18/10/2019 às 00:04:00

 

O ministro do Meio Ambiente, Ricardo Salles, esteve na Universidade Federal de Sergipe no final da tarde de quarta-feira (16) para conversar com o pesquisador Alberto Wisniewski professor do Departamento de Química e responsável pela condução de análise do material encontrado nos barris e nas praias de Sergipe.
"O que conseguimos demonstrar através dos nossos trabalhos aqui é que se trata de produtos diferentes, porque possuem aspectos físico-químicos diferentes. Assim como um copo de leite e um copo de leite coalhado são produtos diferentes, embora possuam a mesma fonte molecular. As manchas nas praias são petróleo cru, pesado, e o que está nos barris não é possível definir se é um petróleo mais leve, ou um óleo marítimo, exatamente, mas o que apresentamos ao ministro, e ao Ibama, é que esses dois produtos possuem um parentesco, possuem uma relação", explica o pesquisador.
O ministro ressaltou não haver divergência entre o laudo produzido na universidade e o laudo feito pela Marinha. "A Marinha e a universidade estão trabalhando em conjunto. Não há divergência de metodologia e tampouco de esforços, aqui é uma somatória de capacidades e conhecimentos que vai montando um cenário a propiciar a nós que estamos envolvidos quais as possibilidades, quais as conclusões que podemos avançar para determinar quem é o responsável pelo derramamento desse óleo."
Wisniewski explica que "a metodologia que utilizamos é complementar a que a Marinha utilizou e tem um nível maior de seletividade."

O ministro do Meio Ambiente, Ricardo Salles, esteve na Universidade Federal de Sergipe no final da tarde de quarta-feira (16) para conversar com o pesquisador Alberto Wisniewski professor do Departamento de Química e responsável pela condução de análise do material encontrado nos barris e nas praias de Sergipe.
"O que conseguimos demonstrar através dos nossos trabalhos aqui é que se trata de produtos diferentes, porque possuem aspectos físico-químicos diferentes. Assim como um copo de leite e um copo de leite coalhado são produtos diferentes, embora possuam a mesma fonte molecular. As manchas nas praias são petróleo cru, pesado, e o que está nos barris não é possível definir se é um petróleo mais leve, ou um óleo marítimo, exatamente, mas o que apresentamos ao ministro, e ao Ibama, é que esses dois produtos possuem um parentesco, possuem uma relação", explica o pesquisador.
O ministro ressaltou não haver divergência entre o laudo produzido na universidade e o laudo feito pela Marinha. "A Marinha e a universidade estão trabalhando em conjunto. Não há divergência de metodologia e tampouco de esforços, aqui é uma somatória de capacidades e conhecimentos que vai montando um cenário a propiciar a nós que estamos envolvidos quais as possibilidades, quais as conclusões que podemos avançar para determinar quem é o responsável pelo derramamento desse óleo."
Wisniewski explica que "a metodologia que utilizamos é complementar a que a Marinha utilizou e tem um nível maior de seletividade."