Governo solicita recursos federais para ações de resposta ao desastre ambiental na costa sergipana

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Publicada em 18/10/2019 às 00:03:00

 

O governo de Sergipe, através do Departamento Estadual de Proteção e Defesa Civil da Secretaria de Estado da Inclusão Social (Depec/SEIT), encaminhou Plano Detalhado de Resposta à Secretaria Nacional de Defesa Civil. Foram solicitados recursos para ações de restabelecimento, em razão do derramamento de produtos químicos em ambiente lacustre, fluvial e marinho no estado de Sergipe. Para o custeio de atividades de limpeza, monitoramento, contenção e recolhimento do óleo derramado na costa litorânea, foi solicitado o montante aproximado de R$ 22 milhões ao governo Federal.
Caso haja deferimento do pedido, o recurso será utilizado especificamente no litoral de Aracaju, Estância, Pirambu, Brejo Grande, Pacatuba, Itaporanga D' Ajuda e Barra dos Coqueiros - municípios mais atingidos pelo desastre, nos quais cerca de 320 mil pessoas foram afetadas diretamente, necessitando de intervenção pública para ações de resposta.
De acordo com o cel. Alexandre José, diretor da Defesa Civil Estadual, a solicitação de recursos foi elaborada com base em informações concedidas pela Administração Estadual do Meio Ambiente (Adema) e por determinação do governador Belivaldo Chagas. "A partir da decretação de situação de emergência do Estado de Sergipe e do seu reconhecimento federal, abriu-se a janela para solicitação de recursos. O governo de Sergipe vem mobilizando todo o seu material humano e institucional para se somar ao IBAMA na mitigação dos efeitos desse grande desastre, mas o envio de recursos pelo governo Federal é imprescindível para que as ações sejam intensificadas", afirmou.
Na justificativa para o pleito, a Defesa Civil Estadual relata que, desde o dia 02 de setembro, as manchas de óleo foram encontradas em toda a costa nordestina, chegando a Sergipe de modo visível no dia 24 de setembro. A partir de então, foram mobilizadas equipes de diversos órgãos para dar resposta ao problema.
"Toda a extensão do litoral de Sergipe está atingida por esta contaminação, se estendendo ainda para os estuários dos rios Sergipe, Vaza-Barris, Piauí, Real, Japaratuba, Parapuca e São Francisco, causando diversos impactos na fauna e flora marítima, bem como danos, prejuízos e impactos ambientais, sociais, comercias, etc.. Por tudo apresentado fica evidenciado a necessidade de um aporte financeiro por parte do governo Federal para restabelecer a normalidade no litoral sergipano", defende a Defesa Civil, no documento.

O governo de Sergipe, através do Departamento Estadual de Proteção e Defesa Civil da Secretaria de Estado da Inclusão Social (Depec/SEIT), encaminhou Plano Detalhado de Resposta à Secretaria Nacional de Defesa Civil. Foram solicitados recursos para ações de restabelecimento, em razão do derramamento de produtos químicos em ambiente lacustre, fluvial e marinho no estado de Sergipe. Para o custeio de atividades de limpeza, monitoramento, contenção e recolhimento do óleo derramado na costa litorânea, foi solicitado o montante aproximado de R$ 22 milhões ao governo Federal.
Caso haja deferimento do pedido, o recurso será utilizado especificamente no litoral de Aracaju, Estância, Pirambu, Brejo Grande, Pacatuba, Itaporanga D' Ajuda e Barra dos Coqueiros - municípios mais atingidos pelo desastre, nos quais cerca de 320 mil pessoas foram afetadas diretamente, necessitando de intervenção pública para ações de resposta.
De acordo com o cel. Alexandre José, diretor da Defesa Civil Estadual, a solicitação de recursos foi elaborada com base em informações concedidas pela Administração Estadual do Meio Ambiente (Adema) e por determinação do governador Belivaldo Chagas. "A partir da decretação de situação de emergência do Estado de Sergipe e do seu reconhecimento federal, abriu-se a janela para solicitação de recursos. O governo de Sergipe vem mobilizando todo o seu material humano e institucional para se somar ao IBAMA na mitigação dos efeitos desse grande desastre, mas o envio de recursos pelo governo Federal é imprescindível para que as ações sejam intensificadas", afirmou.
Na justificativa para o pleito, a Defesa Civil Estadual relata que, desde o dia 02 de setembro, as manchas de óleo foram encontradas em toda a costa nordestina, chegando a Sergipe de modo visível no dia 24 de setembro. A partir de então, foram mobilizadas equipes de diversos órgãos para dar resposta ao problema.
"Toda a extensão do litoral de Sergipe está atingida por esta contaminação, se estendendo ainda para os estuários dos rios Sergipe, Vaza-Barris, Piauí, Real, Japaratuba, Parapuca e São Francisco, causando diversos impactos na fauna e flora marítima, bem como danos, prejuízos e impactos ambientais, sociais, comercias, etc.. Por tudo apresentado fica evidenciado a necessidade de um aporte financeiro por parte do governo Federal para restabelecer a normalidade no litoral sergipano", defende a Defesa Civil, no documento.