SuperAção 2019 promoveu inserção de pessoas com deficiência no mercado de trabalho

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O EVENTO FOI NA PRAÇA FAUSTO CARDOSO E REUNIU CENTENAS DE PESSOAS
O EVENTO FOI NA PRAÇA FAUSTO CARDOSO E REUNIU CENTENAS DE PESSOAS

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Publicada em 16/10/2019 às 23:53:00

 

A Praça Fausto Cardo
so, no Centro de Ara
caju, recebeu a quarta edição do SuperAção, na manhã desta quarta-feira.  O evento teve como principal objetivo a oferta de vagas de emprego e serviços para inserção de Pessoas com Deficiência (PcD) e reabilitados do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) no mercado de trabalho, com encaminhamento direto para entrevistas com possíveis empregadores, que também participaram da ação. Realizado pelo Fórum Permanente de Inserção de Pessoas com Deficiência no Mercado de Trabalho de Sergipe, a ação contou com a parceria da Secretaria de Estado da Inclusão Social (Seit), através do Núcleo de Apoio ao Trabalho (NAT), que realizou intermediação de mão de obra para vagas exclusivas para PcDs.
Segundo Márcia Diniz, técnica de intermediação de mão de obra do NAT, o evento foi uma oportunidade de reunir empregadores e diversos serviços num só lugar. "As empresas cadastram previamente as vagas em nosso banco de dados, e a gente convoca o público-alvo. As empresas parceiras, que também participam desta ação, estão aqui preparadas para fazer as entrevistas com eles e, se for o caso, esses trabalhadores já saem encaminhados para ir à empresa e realizar a contratação. Para o SuperAção deste ano, trouxemos uma média de 200 vagas, sendo 56 pelo NAT e o restante pela Fundat, em diversas funções", contou.
O coordenador da agência do trabalhador da Fundação Municipal de Formação para o Trabalho (Fundat), Cleber Pinto, destacou a importância da abertura de vagas para essa parcela da população. "Convocamos os profissionais com os perfis das vagas ofertadas aqui hoje. Nós temos uma deficiência muito grande na aquisição de vagas para deficientes, então esse evento veio para engrandecer esse mercado e trazer vagas para pessoas com deficiência que necessitam de um emprego", explicou.
De acordo com o presidente do Conselho Estadual dos Direitos da Pessoa com Deficiência de Sergipe (CePcD), Antônio Luiz dos Santos, o evento fortalece a valorização das PcDs. "Pelo Censo de 2010, há 518 mil pessoas com deficiência física em Sergipe e, lamentavelmente, esse índice cresce muito por conta dos acidentes automobilísticos, e também por causa de doenças. O Superação é uma forma de enfrentar as dificuldades que as pessoas com deficiência passam para entrar no mercado de trabalho. Este evento prova que as pessoas com deficiência não precisam da compaixão, mas sim de oportunidade. Temos habilidades e precisamos ser protagonistas do cenário em que vivemos. Estamos aqui para buscar isso", disse.
O SuperAção contou com cerca de 30 empresas ofertando vagas através do NAT e da Fundat, segundo a coordenadora do Fórum Permanente de Inserção de Pessoas com Deficiência no Mercado de Trabalho de Sergipe, Urcelina Porto da Silva, que é também representante da Superintendência Regional do Trabalho em Sergipe. "Este evento é resultado de um trabalho em equipe entre o Fórum e as entidades parceiras. O Fórum é composto por órgãos federais, municipais e estaduais, e pelas entidades privadas que buscam a inserção de pessoas com deficiência no mercado de trabalho. O Fórum atua diretamente para a empregabilidade e acessibilidade das pessoas com deficiência e o NAT sempre foi um parceiro nessa intermediação da mão de obra. Temos tido bons resultados e esperamos manter sempre essa parceria", afirmou.
Uma das empresas ofertou 20 cargos para preenchimento durante o evento. "Nós estamos ofertando vagas para agentes de limpeza e serviços gerais, que trabalharão com nossos contratos terceirizados. A empresa é voltada para inserção das PcDs, não somente por conta das cotas. Nós temos projetos internos de capacitações e, desde o ano passado, estamos treinando nosso quadro interno administrativo para receber profissionais surdos utilizando a Língua Brasileira de Sinais (Libras). Temos o projeto de acolher o profissional com deficiência com treinamento de integração para que não sinta dificuldades durante o trabalho", destacou a gestora de recursos humanos da empresa, Célia Souza.
A Lei de Cotas para Deficientes, em vigor há 28 anos [Lei 8213/91], estabelece que empresas com 100 ou mais empregados tenham entre 2% e 5% de trabalhadores com deficiência, como explica o procurador do Ministério Público do Trabalho (MPT), Mário Cruz, que também esteve no evento. "O MPT, como ramo especializado do Ministério Público, atua nas questões que envolvem as pessoas com deficiência, tanto na colaboração de eventos como este, quanto investigando e processando empresas que descumpram a lei. Se a inspeção fiscalizar uma empresa e descobrir que ela está descumprindo a norma, ela manda a informação para o Ministério Público, que por sua vez, instaura procedimento para investigar", explicou.

A Praça Fausto Cardo so, no Centro de Ara caju, recebeu a quarta edição do SuperAção, na manhã desta quarta-feira.  O evento teve como principal objetivo a oferta de vagas de emprego e serviços para inserção de Pessoas com Deficiência (PcD) e reabilitados do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) no mercado de trabalho, com encaminhamento direto para entrevistas com possíveis empregadores, que também participaram da ação. Realizado pelo Fórum Permanente de Inserção de Pessoas com Deficiência no Mercado de Trabalho de Sergipe, a ação contou com a parceria da Secretaria de Estado da Inclusão Social (Seit), através do Núcleo de Apoio ao Trabalho (NAT), que realizou intermediação de mão de obra para vagas exclusivas para PcDs.
Segundo Márcia Diniz, técnica de intermediação de mão de obra do NAT, o evento foi uma oportunidade de reunir empregadores e diversos serviços num só lugar. "As empresas cadastram previamente as vagas em nosso banco de dados, e a gente convoca o público-alvo. As empresas parceiras, que também participam desta ação, estão aqui preparadas para fazer as entrevistas com eles e, se for o caso, esses trabalhadores já saem encaminhados para ir à empresa e realizar a contratação. Para o SuperAção deste ano, trouxemos uma média de 200 vagas, sendo 56 pelo NAT e o restante pela Fundat, em diversas funções", contou.
O coordenador da agência do trabalhador da Fundação Municipal de Formação para o Trabalho (Fundat), Cleber Pinto, destacou a importância da abertura de vagas para essa parcela da população. "Convocamos os profissionais com os perfis das vagas ofertadas aqui hoje. Nós temos uma deficiência muito grande na aquisição de vagas para deficientes, então esse evento veio para engrandecer esse mercado e trazer vagas para pessoas com deficiência que necessitam de um emprego", explicou.
De acordo com o presidente do Conselho Estadual dos Direitos da Pessoa com Deficiência de Sergipe (CePcD), Antônio Luiz dos Santos, o evento fortalece a valorização das PcDs. "Pelo Censo de 2010, há 518 mil pessoas com deficiência física em Sergipe e, lamentavelmente, esse índice cresce muito por conta dos acidentes automobilísticos, e também por causa de doenças. O Superação é uma forma de enfrentar as dificuldades que as pessoas com deficiência passam para entrar no mercado de trabalho. Este evento prova que as pessoas com deficiência não precisam da compaixão, mas sim de oportunidade. Temos habilidades e precisamos ser protagonistas do cenário em que vivemos. Estamos aqui para buscar isso", disse.
O SuperAção contou com cerca de 30 empresas ofertando vagas através do NAT e da Fundat, segundo a coordenadora do Fórum Permanente de Inserção de Pessoas com Deficiência no Mercado de Trabalho de Sergipe, Urcelina Porto da Silva, que é também representante da Superintendência Regional do Trabalho em Sergipe. "Este evento é resultado de um trabalho em equipe entre o Fórum e as entidades parceiras. O Fórum é composto por órgãos federais, municipais e estaduais, e pelas entidades privadas que buscam a inserção de pessoas com deficiência no mercado de trabalho. O Fórum atua diretamente para a empregabilidade e acessibilidade das pessoas com deficiência e o NAT sempre foi um parceiro nessa intermediação da mão de obra. Temos tido bons resultados e esperamos manter sempre essa parceria", afirmou.
Uma das empresas ofertou 20 cargos para preenchimento durante o evento. "Nós estamos ofertando vagas para agentes de limpeza e serviços gerais, que trabalharão com nossos contratos terceirizados. A empresa é voltada para inserção das PcDs, não somente por conta das cotas. Nós temos projetos internos de capacitações e, desde o ano passado, estamos treinando nosso quadro interno administrativo para receber profissionais surdos utilizando a Língua Brasileira de Sinais (Libras). Temos o projeto de acolher o profissional com deficiência com treinamento de integração para que não sinta dificuldades durante o trabalho", destacou a gestora de recursos humanos da empresa, Célia Souza.
A Lei de Cotas para Deficientes, em vigor há 28 anos [Lei 8213/91], estabelece que empresas com 100 ou mais empregados tenham entre 2% e 5% de trabalhadores com deficiência, como explica o procurador do Ministério Público do Trabalho (MPT), Mário Cruz, que também esteve no evento. "O MPT, como ramo especializado do Ministério Público, atua nas questões que envolvem as pessoas com deficiência, tanto na colaboração de eventos como este, quanto investigando e processando empresas que descumpram a lei. Se a inspeção fiscalizar uma empresa e descobrir que ela está descumprindo a norma, ela manda a informação para o Ministério Público, que por sua vez, instaura procedimento para investigar", explicou.