O Brasil no Mundial de Ginastica Artística

Compartilhar:
Imprimir Aumentar Texto Diminuir Texto

Publicada em 16/10/2019 às 09:58:00

 

O Coordenador Geral da Confederação Brasileira de Ginástica (CBG), Henrique Motta, fez um balanço positivo da participação do Brasil no Campeonato Mundial de Stuttgart. 
"Saímos daqui com seis finais individuais, que é o melhor resultado do país em um Mundial pré-olímpico. Em provas individuais, voltamos a ser campeões, o que não acontecia desde 2013 e agora subimos ao lugar mais alto do pódio no último Mundial antes dos Jogos Olímpicos de Tóquio", disse Motta, que também lembrou da presença brasileira já assegurada na próxima Olimpíada.
O coordenador prossegue na sua avaliação: "Teremos as duas modalidades presentes, com a equipe completa do masculino e a Flavia Saraiva pelo individual geral no feminino. A Flavia, inclusive, chegou aqui na Alemanha a três finais individuais, o que é um recorde entre as mulheres do Brasil em campeonatos mundiais. Esses resultados reforçam o nosso trabalho para que a Ginástica Artística seja um dos maiores esportes do país. Diariamente, todas as áreas da Confederação atuam incansavelmente para que no final, os atletas possam fazer sua melhor performance. E é muito gratificante, quando a medalha de ouro concretiza tudo isso. O Nory é um atleta que já tem uma medalha olímpica no solo e agora conquista um Mundial na barra fixa. Isso nos deixa cheio de energia para continuar em busca de fazer o melhor pelo nosso esporte", completou o Coordenador Geral da CBG.
Quem também avalia positivamente a participação brasileira na Alemanha é a presidente da CBG, Luciene Resende. "Fizemos um grande Mundial. Conseguimos as vagas olímpicas, alcançamos seis finais, um recorde num evento pré-olímpico. Não trabalhamos em função de medalhas nos eventos, e sim em conquistar o maior número de finais, o que aumenta logicamente as oportunidades de medalhar, e isso foi atingido aqui. Estamos vindo de dois Jogos Olímpicos consecutivos com medalhas. Em números absolutos, fomos um dos esportes com maior número de medalhas conquistadas na Olimpíada Rio 2016. Nos Jogos Sul-Americanos de 2018, fomos o esporte que mais conquistou medalhas, e no Pan-Americano de Lima, a Ginastica Brasileira foi o segundo esporte a contribuir com mais medalhas para o Time Brasil. A Ginástica Brasileira se tornou um esporte vencedor", concluiu Luciene Resende.

O Coordenador Geral da Confederação Brasileira de Ginástica (CBG), Henrique Motta, fez um balanço positivo da participação do Brasil no Campeonato Mundial de Stuttgart. 
"Saímos daqui com seis finais individuais, que é o melhor resultado do país em um Mundial pré-olímpico. Em provas individuais, voltamos a ser campeões, o que não acontecia desde 2013 e agora subimos ao lugar mais alto do pódio no último Mundial antes dos Jogos Olímpicos de Tóquio", disse Motta, que também lembrou da presença brasileira já assegurada na próxima Olimpíada.
O coordenador prossegue na sua avaliação: "Teremos as duas modalidades presentes, com a equipe completa do masculino e a Flavia Saraiva pelo individual geral no feminino. A Flavia, inclusive, chegou aqui na Alemanha a três finais individuais, o que é um recorde entre as mulheres do Brasil em campeonatos mundiais. Esses resultados reforçam o nosso trabalho para que a Ginástica Artística seja um dos maiores esportes do país. Diariamente, todas as áreas da Confederação atuam incansavelmente para que no final, os atletas possam fazer sua melhor performance. E é muito gratificante, quando a medalha de ouro concretiza tudo isso. O Nory é um atleta que já tem uma medalha olímpica no solo e agora conquista um Mundial na barra fixa. Isso nos deixa cheio de energia para continuar em busca de fazer o melhor pelo nosso esporte", completou o Coordenador Geral da CBG.
Quem também avalia positivamente a participação brasileira na Alemanha é a presidente da CBG, Luciene Resende. "Fizemos um grande Mundial. Conseguimos as vagas olímpicas, alcançamos seis finais, um recorde num evento pré-olímpico. Não trabalhamos em função de medalhas nos eventos, e sim em conquistar o maior número de finais, o que aumenta logicamente as oportunidades de medalhar, e isso foi atingido aqui. Estamos vindo de dois Jogos Olímpicos consecutivos com medalhas. Em números absolutos, fomos um dos esportes com maior número de medalhas conquistadas na Olimpíada Rio 2016. Nos Jogos Sul-Americanos de 2018, fomos o esporte que mais conquistou medalhas, e no Pan-Americano de Lima, a Ginastica Brasileira foi o segundo esporte a contribuir com mais medalhas para o Time Brasil. A Ginástica Brasileira se tornou um esporte vencedor", concluiu Luciene Resende.