Comércio de Sergipe deve absorver mais de 1.000 mil vagas no final de ano

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Publicada em 14/10/2019 às 22:30:00

 

Faltando três meses 
para as comemora-
ções de fim de ano, os setores varejista e de serviços já vêm se preparando para um dos melhores períodos que promete aquecer o setor com a contratação de novos profissionais.
Uma pesquisa realizada em todas as regiões do país pela Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL) e pelo Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil) estima que aproximadamente 103 mil vagas serão abertas até dezembro - um aumento de 43,8 mil postos de trabalho em relação ao previsto ano passado.
A euforia também anima o comércio de Sergipe, segundo a Federação das Câmaras de Dirigentes Lojistas (FCDL), para quem esse percentual no estado, em se tratando de comércio e serviços, "pode chegar ao patamar entre 1.000 ou 1.200 vagas de empregos temporários", diz Edivaldo Cunha, que preside a entidade.
A justificativa, segundo os dados da CNDL, vem do atual cenário, que está mais otimista em relação à economia e ao "pico de vendas do final do ano". O levantamento aponta um leve recuo de 72% para 69% no percentual de empresários que não têm a intenção de fazer contratações nesse fim de ano, sejam temporários, informais, efetivos ou terceirizados.
Por outro lado, houve um aumento de 17% para 23% o percentual dos que contrataram ou devem contratar ao menos um novo colaborador. A principal justificativa para os reforços do quadro de funcionários é atender ao aumento da demanda neste período do ano, com 88% das menções.
Para Brenno Barreto, presidente da CDL/Aracaju, a pesquisa também mostra que a maior parte (48%) dos empresários consultados deve contratar mais este ano do que no ano passado, enquanto 37% planejam abrir o mesmo número de vagas.
"Apenas 9% pretendem contratar menos funcionários. Considerando os que irão ampliar o quadro, 41% acreditam que a perspectiva de retomada da economia deve refletir no aumento das vendas - um crescimento de 30 p.p. em relação a 2018. Para 39%, a intenção é suprir a demanda para vender mais", diz.
52% são temporários - Dentre os empresários que já contrataram ou que irão contratar neste fim de ano, 52% empregarão temporários, 49% abrirão vagas informais e 45% formais, ou seja, com carteira assinada. Há ainda 28% de casos em que a contratação será terceirizada.

Faltando três meses  para as comemora- ções de fim de ano, os setores varejista e de serviços já vêm se preparando para um dos melhores períodos que promete aquecer o setor com a contratação de novos profissionais.
Uma pesquisa realizada em todas as regiões do país pela Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL) e pelo Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil) estima que aproximadamente 103 mil vagas serão abertas até dezembro - um aumento de 43,8 mil postos de trabalho em relação ao previsto ano passado.
A euforia também anima o comércio de Sergipe, segundo a Federação das Câmaras de Dirigentes Lojistas (FCDL), para quem esse percentual no estado, em se tratando de comércio e serviços, "pode chegar ao patamar entre 1.000 ou 1.200 vagas de empregos temporários", diz Edivaldo Cunha, que preside a entidade.
A justificativa, segundo os dados da CNDL, vem do atual cenário, que está mais otimista em relação à economia e ao "pico de vendas do final do ano". O levantamento aponta um leve recuo de 72% para 69% no percentual de empresários que não têm a intenção de fazer contratações nesse fim de ano, sejam temporários, informais, efetivos ou terceirizados.
Por outro lado, houve um aumento de 17% para 23% o percentual dos que contrataram ou devem contratar ao menos um novo colaborador. A principal justificativa para os reforços do quadro de funcionários é atender ao aumento da demanda neste período do ano, com 88% das menções.
Para Brenno Barreto, presidente da CDL/Aracaju, a pesquisa também mostra que a maior parte (48%) dos empresários consultados deve contratar mais este ano do que no ano passado, enquanto 37% planejam abrir o mesmo número de vagas.
"Apenas 9% pretendem contratar menos funcionários. Considerando os que irão ampliar o quadro, 41% acreditam que a perspectiva de retomada da economia deve refletir no aumento das vendas - um crescimento de 30 p.p. em relação a 2018. Para 39%, a intenção é suprir a demanda para vender mais", diz.

52% são temporários - Dentre os empresários que já contrataram ou que irão contratar neste fim de ano, 52% empregarão temporários, 49% abrirão vagas informais e 45% formais, ou seja, com carteira assinada. Há ainda 28% de casos em que a contratação será terceirizada.