Agentes do Cenam fazem paralisação de 24 horas

Cidades

 

Os agentes socioeducativos da Fundação Renascer, responsável por unidades como a Unidade Socioeducativa de Internação Provisória (Usip) e o Centro de Atendimento ao Menor (Cenam), fizeram nesta sexta-feira uma paralisação de 24 horas. Eles fizeram uma manifestação em frente a sede da Usip, na Avenida Tancredo neves (zona oeste) e suspenderam grande parte dos serviços, deixando em funcionamento apenas as funções consideradas essenciais.
De acordo com o Sindicato dos Agentes Socioeducativos de Sergipe (Sindasse), a paralisação foi em protesto contra a falta de Equipamentos de Proteção Individual (EPIs) e de proteção coletiva, como escudos, capacetes e cassetetes, entre outros. Segundo o presidente da entidade, Clichardson Hipólito, o uso dos equipamentos é para garantir a integridade física dos agentes que são constantemente ameaçados e até chegam a ser agredidos por internos considerados mais violentos. No começo do mês, pelo menos quatro agentes ficaram feridos com golpes de barras de ferro e armas brancas, durante tentativas de registradas no Cenam. 
A categoria também critica a falta de capacitação e treinamento específico dos agentes em procedimentos de segurança. Outro alvo dos protestos é a contratação de funcionários terceirizados para a execução de serviços e funções dentro das unidades. Clichardson sustenta que estas contratações se dão de forma ilegal, exige que o governo do estado abra concurso público para a contratação de mais agentes socioeducativos, e cobra uma revisão da metodologia de trabalho entre agentes e internos, considerada pela categoria como ineficaz. 
A Fundação Renascer informou, em nota, que os equipamentos de proteção individual estão disponíveis, mas há o entendimento de que o uso só deve ser feito em situações de tumulto, estando todos à disposição nas unidades para uso em caso de necessidade. A entidade defende que eles não sejam utilizados sem que haja uma motivação de evento adverso, por acreditar que medida socioeducativa não se faz com tonfas e cassetetes em mãos, exceto quando há indícios de motim ou rebelião. 

Os agentes socioeducativos da Fundação Renascer, responsável por unidades como a Unidade Socioeducativa de Internação Provisória (Usip) e o Centro de Atendimento ao Menor (Cenam), fizeram nesta sexta-feira uma paralisação de 24 horas. Eles fizeram uma manifestação em frente a sede da Usip, na Avenida Tancredo neves (zona oeste) e suspenderam grande parte dos serviços, deixando em funcionamento apenas as funções consideradas essenciais.
De acordo com o Sindicato dos Agentes Socioeducativos de Sergipe (Sindasse), a paralisação foi em protesto contra a falta de Equipamentos de Proteção Individual (EPIs) e de proteção coletiva, como escudos, capacetes e cassetetes, entre outros. Segundo o presidente da entidade, Clichardson Hipólito, o uso dos equipamentos é para garantir a integridade física dos agentes que são constantemente ameaçados e até chegam a ser agredidos por internos considerados mais violentos. No começo do mês, pelo menos quatro agentes ficaram feridos com golpes de barras de ferro e armas brancas, durante tentativas de registradas no Cenam. 
A categoria também critica a falta de capacitação e treinamento específico dos agentes em procedimentos de segurança. Outro alvo dos protestos é a contratação de funcionários terceirizados para a execução de serviços e funções dentro das unidades. Clichardson sustenta que estas contratações se dão de forma ilegal, exige que o governo do estado abra concurso público para a contratação de mais agentes socioeducativos, e cobra uma revisão da metodologia de trabalho entre agentes e internos, considerada pela categoria como ineficaz. 
A Fundação Renascer informou, em nota, que os equipamentos de proteção individual estão disponíveis, mas há o entendimento de que o uso só deve ser feito em situações de tumulto, estando todos à disposição nas unidades para uso em caso de necessidade. A entidade defende que eles não sejam utilizados sem que haja uma motivação de evento adverso, por acreditar que medida socioeducativa não se faz com tonfas e cassetetes em mãos, exceto quando há indícios de motim ou rebelião. 

 


COMPARTILHAR NAS REDES SOCIAIS