Balança não é a maneiramais eficiente de mensurar os resultados da academia

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Balança não é a maneira
mais eficiente de mensurar os resultados da academia
Nada é mais frustrante que se matricular na academia para perder aqueles quilos a mais e, quando enfim sobe na balança para verificar os resultados, uma surpresa: o peso continua o mesmo, ou pior, aumentou! O cenário é mais comum que se imagina e em boa parte dos casos, pode significar algo positivo.
Daniel Cohen, atleta e fundador do e-ccomerce Mundo Maromba explica que o fenômeno está relacionado a composição corporal, ou seja, o número da balança, no qual muitos se baseiam, só ganha significado quando se entende do que ele é constituído. "É uma medida que varia de pessoa para pessoa, a depender de fatores como idade, o sexo e o estado físico", explica. 
Ao analisar pela perspectiva funcional e de performance, a composição corporal pode ser classificada e duas divisões: a massa magra - constituída por proteínas, água intra e extracelular , além de conteúdo mineral ósseo-, e massa gorda. "Devido a essa divisão, o peso na balança não é a melhor forma de avaliar o progresso da academia, já que uma balança não consegue diferenciar os ganhos e perdas de massa magra e gorda", explica.
Isso porque gordura e músculo possuem densidades diferentes. A gordura ocupa mais espaço que o músculo e confere uma aparência mais flácida ao corpo, mas o músculo por sua vez pesa mais. "Nos casos onde o treino e a dieta são seguidos de maneira fiel, mas o ponteiro da balança não sai do lugar, o que pode estar acontecendo é que a pessoa está desenvolvendo músculos". 

Nada é mais frustrante que se matricular na academia para perder aqueles quilos a mais e, quando enfim sobe na balança para verificar os resultados, uma surpresa: o peso continua o mesmo, ou pior, aumentou! O cenário é mais comum que se imagina e em boa parte dos casos, pode significar algo positivo.
Daniel Cohen, atleta e fundador do e-ccomerce Mundo Maromba explica que o fenômeno está relacionado a composição corporal, ou seja, o número da balança, no qual muitos se baseiam, só ganha significado quando se entende do que ele é constituído. "É uma medida que varia de pessoa para pessoa, a depender de fatores como idade, o sexo e o estado físico", explica. 
Ao analisar pela perspectiva funcional e de performance, a composição corporal pode ser classificada e duas divisões: a massa magra - constituída por proteínas, água intra e extracelular , além de conteúdo mineral ósseo-, e massa gorda. "Devido a essa divisão, o peso na balança não é a melhor forma de avaliar o progresso da academia, já que uma balança não consegue diferenciar os ganhos e perdas de massa magra e gorda", explica.
Isso porque gordura e músculo possuem densidades diferentes. A gordura ocupa mais espaço que o músculo e confere uma aparência mais flácida ao corpo, mas o músculo por sua vez pesa mais. "Nos casos onde o treino e a dieta são seguidos de maneira fiel, mas o ponteiro da balança não sai do lugar, o que pode estar acontecendo é que a pessoa está desenvolvendo músculos". 

 


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