DNA confirma que criança foi engravidada pelo padrasto

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Publicada em 09/10/2019 às 21:51:00

 

A polícia confirmou oficialmente ontem que o padrasto da menina de 10 anos engravidada após um estupro, em Itaporanga D'Ajuda, é o pai do bebê. A comprovação veio do resultado do exame de DNA requisitado pela Polícia Civil e anexado ao inquérito policial. Com esta confirmação, o acusado foi oficialmente indiciado pelo crime de estupro de vulnerável e já responde ao processo criminal na Justiça. 
O padrasto foi preso no dia 23 de abril, como suspeito de estuprar e engravidar a enteada, e teve sua prisão preventiva decretada. Na ocasião, uma espingarda e várias munições de arma calibre 38 foram apreendidas na casa do suspeito. Ele permanece preso em local não revelado por questões de segurança. Segundo autoridades que acompanham o caso, ele também poderá ser obrigado a se registrar como pai da criança. 
O caso veio à tona depois que a família denunciou o crime ao Conselho Tutelar de Itaporanga e este encaminhou o caso à Polícia, um mês antes da prisão. Em função da gestação de alto risco, a criança passou a ser acompanhada pela Maternidade Nossa Senhora de Lourdes, Centro de Referência Especializado de Assistência Social (CREAS), Conselho Tutelar, Ministério Público da comarca e até pela ministra da Família e Direitos Humanos, Damares Alves, que conheceu pessoalmente a garota quando esteve em Aracaju.

A polícia confirmou oficialmente ontem que o padrasto da menina de 10 anos engravidada após um estupro, em Itaporanga D'Ajuda, é o pai do bebê. A comprovação veio do resultado do exame de DNA requisitado pela Polícia Civil e anexado ao inquérito policial. Com esta confirmação, o acusado foi oficialmente indiciado pelo crime de estupro de vulnerável e já responde ao processo criminal na Justiça. 
O padrasto foi preso no dia 23 de abril, como suspeito de estuprar e engravidar a enteada, e teve sua prisão preventiva decretada. Na ocasião, uma espingarda e várias munições de arma calibre 38 foram apreendidas na casa do suspeito. Ele permanece preso em local não revelado por questões de segurança. Segundo autoridades que acompanham o caso, ele também poderá ser obrigado a se registrar como pai da criança. 
O caso veio à tona depois que a família denunciou o crime ao Conselho Tutelar de Itaporanga e este encaminhou o caso à Polícia, um mês antes da prisão. Em função da gestação de alto risco, a criança passou a ser acompanhada pela Maternidade Nossa Senhora de Lourdes, Centro de Referência Especializado de Assistência Social (CREAS), Conselho Tutelar, Ministério Público da comarca e até pela ministra da Família e Direitos Humanos, Damares Alves, que conheceu pessoalmente a garota quando esteve em Aracaju.