Elo perdido

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Um guitar hero extemporâneo esteve entre os nossos
Um guitar hero extemporâneo esteve entre os nossos

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Publicada em 06/10/2019 às 10:53:00

 

Elo perdido
Alê Martins é um apaixonado pelas guitarras. A devoção às seis cordas não transparece apenas no repertório old school das apresentações realizadas na noite da terrinha. O carinho com que trata sua Stratocaster, o cuidado com timbres, volumes e, sobretudo, a dinâmica conferida às canções por obra de palhetadas certeiras, atesta que tratamos aqui do próprio elo perdido - um guitar hero extemporâneo esteve entre os nossos.
A fina flor do panteão roqueiro, em repertórios defendidos por quem realmente sente na pele, com todos os nervos, a importância da história evocada. Beatles, Rolling Stones, Bob Dylan, Neil Young, David Bowie, Simon & Garfinkel, Eric Clapton, Pink Floyd, Led Zeppelin, U2, Smiths, Pearl Jam, Tom Petty, entre outros, são sempre lembrados por Alê. Só pedrada.
Não à toa, o guitarrista se enturmou com alguns dos principais músicos da cena local, colaborando em diversos projetos. The Classex Brothers (com Rafael Jr e Paulo Groove), Darth Floyd (tributo ao Pink Floyd, em colaboração com James Bertisch), e Brown Sugar (tributo aos Rolling Stones). Soa um tanto passadista. E é mesmo. O saudosismo funciona aqui, no entanto, como tributo sincero aos riffs dos maiores guitarristas já nascidos. O cara entende do riscado
Já tinha virado hábito. Quase todas as noites da semana, em algum boteco frequentado por ex-cabeludos de fino trato, o guitarrista ligava o ampli, cheio de amor pra dar, como se fosse a primeira vez.

Alê Martins é um apaixonado pelas guitarras. A devoção às seis cordas não transparece apenas no repertório old school das apresentações realizadas na noite da terrinha. O carinho com que trata sua Stratocaster, o cuidado com timbres, volumes e, sobretudo, a dinâmica conferida às canções por obra de palhetadas certeiras, atesta que tratamos aqui do próprio elo perdido - um guitar hero extemporâneo esteve entre os nossos.
A fina flor do panteão roqueiro, em repertórios defendidos por quem realmente sente na pele, com todos os nervos, a importância da história evocada. Beatles, Rolling Stones, Bob Dylan, Neil Young, David Bowie, Simon & Garfinkel, Eric Clapton, Pink Floyd, Led Zeppelin, U2, Smiths, Pearl Jam, Tom Petty, entre outros, são sempre lembrados por Alê. Só pedrada.
Não à toa, o guitarrista se enturmou com alguns dos principais músicos da cena local, colaborando em diversos projetos. The Classex Brothers (com Rafael Jr e Paulo Groove), Darth Floyd (tributo ao Pink Floyd, em colaboração com James Bertisch), e Brown Sugar (tributo aos Rolling Stones). Soa um tanto passadista. E é mesmo. O saudosismo funciona aqui, no entanto, como tributo sincero aos riffs dos maiores guitarristas já nascidos. O cara entende do riscado
Já tinha virado hábito. Quase todas as noites da semana, em algum boteco frequentado por ex-cabeludos de fino trato, o guitarrista ligava o ampli, cheio de amor pra dar, como se fosse a primeira vez.