Confederações desenvolvem novo Planejamento

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Publicada em 06/10/2019 às 10:45:00

 

Trinta confederações esportivas olímpicas nacionais terminaram o Planejamento Estratégico que servirá de base para o próximo ciclo olímpico, até os Jogos de Paris, em 2024. Elas participaram do programa Gestão, Ética e Transparência (GET), do Comitê Olímpico do Brasil (COB), em um trabalho desenvolvido durante seis meses e que contou com suporte de três especialistas.
"Os resultados para as confederações são muitos, entre eles visão a longo prazo e otimização dos recursos. Principalmente para as novas modalidades olímpicas, o apoio do COB através do GET foi fundamental para o alinhamento de informações, para a transparência e conformidade com os processos éticos, alguns dos pilares administrativos incentivados pelo COB", disse o presidente Paulo Wanderley Teixeira.
Entre as confederações que participaram desta ação estão as de surfe, vôlei, triatlo, ciclismo, esgrima, golfe, hóquei, pentatlo, tênis e desportos no gelo. Os especialistas foram contratados pelo COB, que desde o início do ano estão encarregados de auxiliar no desenvolvimento do planejamento estratégico das entidades.
"Oferecemos conhecimento técnico para que as confederações pudessem definir ou aprimorar o Planejamento Estratégico deles. Você não constrói um atleta de um ano para o outro. É preciso ter todo um acompanhamento de onde você quer chegar a longo prazo para que você defina e implemente ações durante o ciclo olímpico que garantirão que esses resultados sejam atingidos", comentou Paula Neri, gerente do Escritório de Projetos do COB.
Um dado interessante é que das 32 confederações que aderiram ao GET, 30 ampliaram a representatividade de atletas em suas Assembleias e também implementaram um canal de Ouvidoria. Além disso, a maioria definiu um Código de Ética e manteve um Portal da Transparência.

Trinta confederações esportivas olímpicas nacionais terminaram o Planejamento Estratégico que servirá de base para o próximo ciclo olímpico, até os Jogos de Paris, em 2024. Elas participaram do programa Gestão, Ética e Transparência (GET), do Comitê Olímpico do Brasil (COB), em um trabalho desenvolvido durante seis meses e que contou com suporte de três especialistas.
"Os resultados para as confederações são muitos, entre eles visão a longo prazo e otimização dos recursos. Principalmente para as novas modalidades olímpicas, o apoio do COB através do GET foi fundamental para o alinhamento de informações, para a transparência e conformidade com os processos éticos, alguns dos pilares administrativos incentivados pelo COB", disse o presidente Paulo Wanderley Teixeira.
Entre as confederações que participaram desta ação estão as de surfe, vôlei, triatlo, ciclismo, esgrima, golfe, hóquei, pentatlo, tênis e desportos no gelo. Os especialistas foram contratados pelo COB, que desde o início do ano estão encarregados de auxiliar no desenvolvimento do planejamento estratégico das entidades.
"Oferecemos conhecimento técnico para que as confederações pudessem definir ou aprimorar o Planejamento Estratégico deles. Você não constrói um atleta de um ano para o outro. É preciso ter todo um acompanhamento de onde você quer chegar a longo prazo para que você defina e implemente ações durante o ciclo olímpico que garantirão que esses resultados sejam atingidos", comentou Paula Neri, gerente do Escritório de Projetos do COB.
Um dado interessante é que das 32 confederações que aderiram ao GET, 30 ampliaram a representatividade de atletas em suas Assembleias e também implementaram um canal de Ouvidoria. Além disso, a maioria definiu um Código de Ética e manteve um Portal da Transparência.