Mais um crime ambiental

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Publicada em 04/10/2019 às 23:06:00

 

A imensa mancha de óleo que está 
tomando as praias do nordeste 
voltou a atingir Sergipe. A praia dos artistas, próximo ao farol da Coroa do Meio foi interditada para banho. Mas a responsabilidade sobre um provável crime ambiental ainda precisa ser apurada.
Uma mancha de óleo de tal dimensão, capaz de abranger toda a costa nordestina do Brasil, não é fenômeno ordinário. Algo de muito grave certamente ocorreu e precisa ser denunciado formalmente.
De acordo com a Polícia Federal, um inquérito foi aberto por "ato de ofício" quando surgiram as primeiras informações sobre o fato. Um total de 124 praias de nove estados do Nordeste já tiveram registro de manchas. Apesar de não constar no balanço oficial do Ibama, a Bahia não permaneceu a salvo. Até agora, Sergipe é o estado mais afetado.
Uma investigação inicial aponta que o material que está poluindo as praias tem a mesma origem, mas ainda não é possível afirmar de onde ele viria. A Petrobras confirmou que se trata de petróleo cru, que não é produzido no Brasil.
A Marinha informou que trabalha com a análise das substâncias encontradas na costa nordestina para saber o tipo de material encontrado e, assim, descobrir de qual bacia sedimentar o material foi coletado.
Curiosamente, o presidente Jair Bolsonaro, sempre tão diligente na defesa da soberania nacional, ainda não disse uma palavra sobre um crime ambiental de dimensões internacionais. Aparentemente, longe das câmeras da mídia internacional, o meio ambiente volta a ser tratado como assunto sem importância.

A imensa mancha de óleo que está  tomando as praias do nordeste  voltou a atingir Sergipe. A praia dos artistas, próximo ao farol da Coroa do Meio foi interditada para banho. Mas a responsabilidade sobre um provável crime ambiental ainda precisa ser apurada.
Uma mancha de óleo de tal dimensão, capaz de abranger toda a costa nordestina do Brasil, não é fenômeno ordinário. Algo de muito grave certamente ocorreu e precisa ser denunciado formalmente.
De acordo com a Polícia Federal, um inquérito foi aberto por "ato de ofício" quando surgiram as primeiras informações sobre o fato. Um total de 124 praias de nove estados do Nordeste já tiveram registro de manchas. Apesar de não constar no balanço oficial do Ibama, a Bahia não permaneceu a salvo. Até agora, Sergipe é o estado mais afetado.
Uma investigação inicial aponta que o material que está poluindo as praias tem a mesma origem, mas ainda não é possível afirmar de onde ele viria. A Petrobras confirmou que se trata de petróleo cru, que não é produzido no Brasil.
A Marinha informou que trabalha com a análise das substâncias encontradas na costa nordestina para saber o tipo de material encontrado e, assim, descobrir de qual bacia sedimentar o material foi coletado.
Curiosamente, o presidente Jair Bolsonaro, sempre tão diligente na defesa da soberania nacional, ainda não disse uma palavra sobre um crime ambiental de dimensões internacionais. Aparentemente, longe das câmeras da mídia internacional, o meio ambiente volta a ser tratado como assunto sem importância.