Jogos das equipes mistas de vôlei sentado

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Publicada em 02/10/2019 às 22:44:00

 

A quadra de esportes do Instituto Federal de Sergipe (IFS), localizada no bairro Getúlio Vargas, em Aracaju, recebeu nesta terça-feira, 1º, as primeiras disputas de vôlei sentado já ocorridas em Sergipe, integrando atletas com e sem deficiência. 
Para a assessora do gabinete da Superintendência do Esporte, Kássia Katarine Gomes, a prática do paradesporto invoca o empoderamento da pessoa com deficiência (PCD), contribuindo para a superação dos desafios e o enfrentamento de toda e qualquer dificuldade, porque estimula a independência e a socialização com diversas pessoas. "Autônomos, eles cumprem as suas atividades com altivez".   
As regras são basicamente iguais para as duas modalidades. A única mudança acontece na forma de jogar: sentado ou em pé. Esta é a primeira vez que estudantes da Rede Pública de Ensino treinam a modalidade, essencialmente exclusiva para pessoas com deficiência. Os jovens passaram por um treinamento e agora competem no esporte paralímpico ao lado de colegas com comprometimento físico.
O supervisor de vôlei sentado nos Jogos da Primavera, Ezequias dos Anjos, explica que a ideia surgiu com o propósito de difundir a modalidade no Estado, de modo a atrair mais adeptos com deficiência à prática do desporto e, em contrapartida, proporcionar aos estudantes sem deficiência o aprendizado, na prática, de como é a dinâmica do paradesporto e como jogam as PCDs.
Sarah Ferreira é estudante do 3º ano do Ensino Médio no Colégio Estadual Secretário Francisco Rosa Santos, localizado no conjunto Bugio, em Aracaju, e integra a Seleção Escolar Sergipana. Aos 19 anos, com quatro de vida ativa no esporte, nenhuma dessas barreiras impediu que Sarah fosse convocada para uma semana de treinamento na Seleção Brasileira de Voleibol Sentado Feminino, experiência que marca para sempre a vida da atleta. 

A quadra de esportes do Instituto Federal de Sergipe (IFS), localizada no bairro Getúlio Vargas, em Aracaju, recebeu nesta terça-feira, 1º, as primeiras disputas de vôlei sentado já ocorridas em Sergipe, integrando atletas com e sem deficiência. 
Para a assessora do gabinete da Superintendência do Esporte, Kássia Katarine Gomes, a prática do paradesporto invoca o empoderamento da pessoa com deficiência (PCD), contribuindo para a superação dos desafios e o enfrentamento de toda e qualquer dificuldade, porque estimula a independência e a socialização com diversas pessoas. "Autônomos, eles cumprem as suas atividades com altivez".   
As regras são basicamente iguais para as duas modalidades. A única mudança acontece na forma de jogar: sentado ou em pé. Esta é a primeira vez que estudantes da Rede Pública de Ensino treinam a modalidade, essencialmente exclusiva para pessoas com deficiência. Os jovens passaram por um treinamento e agora competem no esporte paralímpico ao lado de colegas com comprometimento físico.
O supervisor de vôlei sentado nos Jogos da Primavera, Ezequias dos Anjos, explica que a ideia surgiu com o propósito de difundir a modalidade no Estado, de modo a atrair mais adeptos com deficiência à prática do desporto e, em contrapartida, proporcionar aos estudantes sem deficiência o aprendizado, na prática, de como é a dinâmica do paradesporto e como jogam as PCDs.
Sarah Ferreira é estudante do 3º ano do Ensino Médio no Colégio Estadual Secretário Francisco Rosa Santos, localizado no conjunto Bugio, em Aracaju, e integra a Seleção Escolar Sergipana. Aos 19 anos, com quatro de vida ativa no esporte, nenhuma dessas barreiras impediu que Sarah fosse convocada para uma semana de treinamento na Seleção Brasileira de Voleibol Sentado Feminino, experiência que marca para sempre a vida da atleta.