Projeto do Dom Luciano é o primeiro colocado na IX Feira Científica de Sergipe

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Publicada em 01/10/2019 às 08:22:00

 

A IX Feira de Científica de Sergipe (Cienart), realizada na última sexta-feira, 27, no Centro de Vivência da Universidade Federal de Sergipe (UFS), premiou alunos da rede pública e particular. O grande vencedor na categoria Ensino Médio da rede estadual de ensino foi o Centro de Excelência Dom Luciano José Cabral Duarte, com o trabalho "Produção de hidratante, a cosmetologia sem mistérios: o uso do amendoim". O projeto foi desenvolvido por um grupo de alunos do 2º ano, orientados pelo professor Antônio Hamilton dos Santos, e tem como objetivo elaborar um creme hidrante utilizando-se óleo de amendoim de duas variedades diferentes, amendoim branco e vermelho. A obtenção dos óleos brutos de amendoim foi realizada por meio de extração contínua (soxhlet) utilizando hexano como solvente.
Bastante emocionada com a primeira colocação, a aluna Thassia Karine de Oliveira Machado foi às lágrimas quando seu grupo foi chamado ao palco para receber a premiação. "Desde o ano passado eu estudo para ganhar na Cienart, e esse ano foi o momento da vitória. Devo tudo ao meu professor, que acreditou muito na minha capacidade. Fazer química é o que eu gosto e pretendo continuar com isso, agora que nós ganhamos a bolsa", disse ela. Cada aluno das equipes premiadas ganhou uma bolsa de iniciação científica PibicJr.
O professor orientador, Antônio Hamilton dos Santos, destacou o protagonismo dos estudantes. "Esse é o resultado de um ano de pesquisa, em que os alunos tiveram a oportunidade de se envolver em uma estrutura totalmente diferente, sendo de fato os pesquisadores. Nós somente orientamos o trabalho deles. Foi uma oportunidade de crescimento, de rever o que querem para o futuro, porque eles tiveram a chance de estar em contato com uma área científica que poderá, talvez, ser a sua profissão futuramente. Não foi o trabalho de um professor, mas de uma coletividade", declarou.
O superintendente executivo da Secretaria de Estado da Educação, do Esporte e da Cultura (Seduc), professor José Ricardo de Santana, participou da entrega da premiação, e falou que a Cienart permite que alunos e professores mostrem aquilo que têm capacidade de produzir, em termos de conhecimento científico. "O que vemos hoje é o resultado de, pelo menos, um ano de trabalho. É uma oportunidade para que as escolas mostrem para as outras e apresentem para a sociedade e para a universidade aquilo que eles são capazes de produzir. A escola ganha esse papel de geradora do conhecimento", afirmou.
Outros premiados - Em segundo lugar na categoria Ensino Médio ficou o Colégio Estadual Dr. Antônio Garcia Filho, localizado em Umbaúba. Com a orientação da professora de química, Darcylaine Vieira Martins, o grupo apresentou o trabalho intitulado "Casa de farinha: a contextualização do ensino de química a partir da produção de mandioca em Umbaúba". O projeto buscou resgatar conceitos químicos presentes na produção da farinha de mandioca, tanto para exemplificar conteúdos de Química Orgânica e Ambiental, como para observar a comunidade onde os alunos vivem, tornando os conteúdos didáticos mais compreensíveis e motivadores. Foram realizadas visitas às casas de farinha pelo município para pesquisas de campo, onde os alunos perceberam a problemática no acúmulo das cascas da mandioca, seguidas de pesquisas bibliográficas em sites da internet e, por último, a experimentação para transformar as cascas do tubérculo em embalagens sustentáveis.

A IX Feira de Científica de Sergipe (Cienart), realizada na última sexta-feira, 27, no Centro de Vivência da Universidade Federal de Sergipe (UFS), premiou alunos da rede pública e particular. O grande vencedor na categoria Ensino Médio da rede estadual de ensino foi o Centro de Excelência Dom Luciano José Cabral Duarte, com o trabalho "Produção de hidratante, a cosmetologia sem mistérios: o uso do amendoim". O projeto foi desenvolvido por um grupo de alunos do 2º ano, orientados pelo professor Antônio Hamilton dos Santos, e tem como objetivo elaborar um creme hidrante utilizando-se óleo de amendoim de duas variedades diferentes, amendoim branco e vermelho. A obtenção dos óleos brutos de amendoim foi realizada por meio de extração contínua (soxhlet) utilizando hexano como solvente.
Bastante emocionada com a primeira colocação, a aluna Thassia Karine de Oliveira Machado foi às lágrimas quando seu grupo foi chamado ao palco para receber a premiação. "Desde o ano passado eu estudo para ganhar na Cienart, e esse ano foi o momento da vitória. Devo tudo ao meu professor, que acreditou muito na minha capacidade. Fazer química é o que eu gosto e pretendo continuar com isso, agora que nós ganhamos a bolsa", disse ela. Cada aluno das equipes premiadas ganhou uma bolsa de iniciação científica PibicJr.
O professor orientador, Antônio Hamilton dos Santos, destacou o protagonismo dos estudantes. "Esse é o resultado de um ano de pesquisa, em que os alunos tiveram a oportunidade de se envolver em uma estrutura totalmente diferente, sendo de fato os pesquisadores. Nós somente orientamos o trabalho deles. Foi uma oportunidade de crescimento, de rever o que querem para o futuro, porque eles tiveram a chance de estar em contato com uma área científica que poderá, talvez, ser a sua profissão futuramente. Não foi o trabalho de um professor, mas de uma coletividade", declarou.
O superintendente executivo da Secretaria de Estado da Educação, do Esporte e da Cultura (Seduc), professor José Ricardo de Santana, participou da entrega da premiação, e falou que a Cienart permite que alunos e professores mostrem aquilo que têm capacidade de produzir, em termos de conhecimento científico. "O que vemos hoje é o resultado de, pelo menos, um ano de trabalho. É uma oportunidade para que as escolas mostrem para as outras e apresentem para a sociedade e para a universidade aquilo que eles são capazes de produzir. A escola ganha esse papel de geradora do conhecimento", afirmou.

Outros premiados - Em segundo lugar na categoria Ensino Médio ficou o Colégio Estadual Dr. Antônio Garcia Filho, localizado em Umbaúba. Com a orientação da professora de química, Darcylaine Vieira Martins, o grupo apresentou o trabalho intitulado "Casa de farinha: a contextualização do ensino de química a partir da produção de mandioca em Umbaúba". O projeto buscou resgatar conceitos químicos presentes na produção da farinha de mandioca, tanto para exemplificar conteúdos de Química Orgânica e Ambiental, como para observar a comunidade onde os alunos vivem, tornando os conteúdos didáticos mais compreensíveis e motivadores. Foram realizadas visitas às casas de farinha pelo município para pesquisas de campo, onde os alunos perceberam a problemática no acúmulo das cascas da mandioca, seguidas de pesquisas bibliográficas em sites da internet e, por último, a experimentação para transformar as cascas do tubérculo em embalagens sustentáveis.