POSTE MIJANDO EM CACHORRO

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Publicada em 01/10/2019 às 07:53:00

 

* Lelê Teles
Os procuradores da Lava Jato, que outrora desejavam prisão perpétua para Lula, agora querem-no parcialmente fora das grades.
Porém, com uma bola de ferro presa a seus calcanhares.
O diabo é que, contrariando as expectativas de qualquer apenado, Lula se recusa a deixar o cárcere, dizendo que só aceita sua liberdade de forma integral e irrestrita.
Ponto pro Barba.
No entanto, em tempos distópicos como o que estamos a viver, ninguém se assuste se Lula sofrer Uma desprisão coercitiva, com policiais invadindo a sua cela para libertá-lo contra a sua vontade.
Na era bozozóica, diligente internauta, toda bizarrice é possível.
Veja que um dos filhos do destrambelhado que nos preside - que recebe um número no lugar do nome -, deixou-se fotografar fazendo um gesto belicoso em frente a uma escultura pacifista na ONU.
Discípulo do fiofólogo da Virgínia, o energúmeno ainda pergunta, terraplânicamente: "e se John Lennon estivesse armado?"
Bem, como o ex-Beatle foi covardemente alvejado pelas costas, provavelmente ele morreria com a arma na cinta.
Elementar!
Agora ouça essa: Rodrigo Janot, sem ter sido torturado ou inquirido, confessou uma tentativa de homicídio.
Veja se essa não é a clássica imagem do rabo a abanar o cão.
E o ex-procurador geral da república, com o sangue frio dos psicopatas, relata o episódio confessando que, ao encontrar o seu desafeto, meteu a mão na algibeira e pegou a pistola para dar um tiro na cara do cara.
Porém, veja essa imagem, o seu dedo indicador, o de Janot, como se tivesse encarado a Medusa, petrificou-se.     
Destro, ele mudou de mão, segurando o trabuco com a canhota. mas o dedo o traiu novamente.
Como não podia atirar com os pés ou com a língua, o sujeito desistiu do feito.
E se Gilmar Mendes estivesse armado?, Perguntará o chapeiro maluco.
Por falar em maluco, soubemos pela Vaza-Jato que Dallagnol, o carola coroinha, mantinha no Telegram um chat onde ele falava consigo mesmo.
"Caro", ele dizia, "caríssimo", ele mesmo se respondia, talvez referindo-se a sua dispendiosa incursão pela política judiciária.   
E quem é o padrinho?
Deixo, como nota de rodapé, essa anotação: nem a Globo, nem nenhuma das suas afiliadas, deram ouvidos à Vaza-Jato, deixando claro que a Lava-Jato era uma das suas afilhadas.
Loucura, loucura, loucura.
Tá achando que é pouca bizarrice?, pois veja mais essa:
O vice, Mourão, que retirara-se voluntariamente em môngico silêncio, de repetente, tal qual o Asno de Balaão, passou a falar.
E, falando, disse que a criação das fracassadas capitanias hereditárias, que grilou grandes extensão de terras alheias, originando nossos vergonhosos latifúndios improdutivos, são um grande exemplo de empreendedorismo.
Deixo aqui, para reflexão, três pontos de exclamação.
O ponto final vem agora.
Abraçado por um sélfico midiota, o idiota que nos preside cochichou no ouvido de um capanga reclamando do bafo do seu admirador, acreditando que esse lhe pedira um trampo.
Trump parece também não ter gostado do bafo do Bozo, porque o ignorou como ele ignorara seu eleitor.
Perdão, bafônico leitor, esse aí de cima era um ponto e vírgula, o ponto final vem agora.
Temer, a assombração que assombrou a República confessou, janoticamente (sem ter sido inquirido ou torturado), que sentou na cadeira presidencial como um carateca, dando um golpe.
Com mil diabos, dirás.
Finalizo, embora as bizarrices sejam intermináveis, com essas alentadoras reticências: está chegando a hora da verdade.
Lula está prestes a deixar o cárcere, carecemos todos da sua presença, da sua energia, da sua força e da sua indispensável mensagem de esperança.
Sairá, imagem que não me sai da cabeça, nos braços de uma mar de gente, como uma caravela redentora.
O povo quer trabalhar, voltar a sonhar e a sorrir.
O povo necessita de Lula ao vivo.
Lula Live!
Palavra da salvação!
* Lelê Teles é jornalista, publicitário e roteirista

* Lelê Teles

Os procuradores da Lava Jato, que outrora desejavam prisão perpétua para Lula, agora querem-no parcialmente fora das grades.
Porém, com uma bola de ferro presa a seus calcanhares.
O diabo é que, contrariando as expectativas de qualquer apenado, Lula se recusa a deixar o cárcere, dizendo que só aceita sua liberdade de forma integral e irrestrita.
Ponto pro Barba.
No entanto, em tempos distópicos como o que estamos a viver, ninguém se assuste se Lula sofrer Uma desprisão coercitiva, com policiais invadindo a sua cela para libertá-lo contra a sua vontade.
Na era bozozóica, diligente internauta, toda bizarrice é possível.
Veja que um dos filhos do destrambelhado que nos preside - que recebe um número no lugar do nome -, deixou-se fotografar fazendo um gesto belicoso em frente a uma escultura pacifista na ONU.
Discípulo do fiofólogo da Virgínia, o energúmeno ainda pergunta, terraplânicamente: "e se John Lennon estivesse armado?"
Bem, como o ex-Beatle foi covardemente alvejado pelas costas, provavelmente ele morreria com a arma na cinta.
Elementar!
Agora ouça essa: Rodrigo Janot, sem ter sido torturado ou inquirido, confessou uma tentativa de homicídio.
Veja se essa não é a clássica imagem do rabo a abanar o cão.
E o ex-procurador geral da república, com o sangue frio dos psicopatas, relata o episódio confessando que, ao encontrar o seu desafeto, meteu a mão na algibeira e pegou a pistola para dar um tiro na cara do cara.
Porém, veja essa imagem, o seu dedo indicador, o de Janot, como se tivesse encarado a Medusa, petrificou-se.     
Destro, ele mudou de mão, segurando o trabuco com a canhota. mas o dedo o traiu novamente.
Como não podia atirar com os pés ou com a língua, o sujeito desistiu do feito.
E se Gilmar Mendes estivesse armado?, Perguntará o chapeiro maluco.
Por falar em maluco, soubemos pela Vaza-Jato que Dallagnol, o carola coroinha, mantinha no Telegram um chat onde ele falava consigo mesmo.
"Caro", ele dizia, "caríssimo", ele mesmo se respondia, talvez referindo-se a sua dispendiosa incursão pela política judiciária.   
E quem é o padrinho?
Deixo, como nota de rodapé, essa anotação: nem a Globo, nem nenhuma das suas afiliadas, deram ouvidos à Vaza-Jato, deixando claro que a Lava-Jato era uma das suas afilhadas.
Loucura, loucura, loucura.
Tá achando que é pouca bizarrice?, pois veja mais essa:
O vice, Mourão, que retirara-se voluntariamente em môngico silêncio, de repetente, tal qual o Asno de Balaão, passou a falar.
E, falando, disse que a criação das fracassadas capitanias hereditárias, que grilou grandes extensão de terras alheias, originando nossos vergonhosos latifúndios improdutivos, são um grande exemplo de empreendedorismo.
Deixo aqui, para reflexão, três pontos de exclamação.
O ponto final vem agora.
Abraçado por um sélfico midiota, o idiota que nos preside cochichou no ouvido de um capanga reclamando do bafo do seu admirador, acreditando que esse lhe pedira um trampo.
Trump parece também não ter gostado do bafo do Bozo, porque o ignorou como ele ignorara seu eleitor.
Perdão, bafônico leitor, esse aí de cima era um ponto e vírgula, o ponto final vem agora.
Temer, a assombração que assombrou a República confessou, janoticamente (sem ter sido inquirido ou torturado), que sentou na cadeira presidencial como um carateca, dando um golpe.

Com mil diabos, dirás.
Finalizo, embora as bizarrices sejam intermináveis, com essas alentadoras reticências: está chegando a hora da verdade.
Lula está prestes a deixar o cárcere, carecemos todos da sua presença, da sua energia, da sua força e da sua indispensável mensagem de esperança.
Sairá, imagem que não me sai da cabeça, nos braços de uma mar de gente, como uma caravela redentora.

O povo quer trabalhar, voltar a sonhar e a sorrir.
O povo necessita de Lula ao vivo.
Lula Live!
Palavra da salvação!

* Lelê Teles é jornalista, publicitário e roteirista