DIVALDO PEREIRA FRANCO

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Publicada em 27/09/2019 às 22:27:00

 

* Manoel Moacir Costa Macêdo
"Deus é brasileiro" -, mas o Papa é argentino. "Brasil, coração do mundo, pátria do evangelho" -, embora seja um País desigual e injusto. As mazelas sociais são humanas. Elas não são divinas, mas somos majoritariamente religiosos. Uma sociedade construída pelos fundamentos da "santa cruz", não deve tolerar a fome. No entanto, convivemos indiferentes com "irmãos" vítimas dessa consentida e cruel chaga. Aplaudimos obsequiosamente o "silêncio dos bons", e acolhemos os gritos dos arrogantes e dos maus. Contradições que qualificam a sociedade brasileira, como um "Brasil inevitável". 
Exercemos com naturalidade o "jeitinho brasileiro", o culto aos privilégios e distinções de poucos. Realidade que não poder ser acobertada pelas contingências consoladoras de "provas, expiações, dores e ranger de dentes", a caminho da "regeneração" na pluralidade de mundos, num universo sideral e infinito. Nessa imensidão de mistérios, surgiu um humano, brasileiro, nordestino e baiano, não ao acaso, no julgo da lei de "causa e efeito", da "pluralidade das existências", e das "energias neurais" da pós-materialidade. Distanciado do orgulho, do egoísmo e da posse de bens materiais. Um fenômeno livre do mundanismo, consumismo e materialismo. Quem é ele? Donde veio? O que faz? Pra onde vai?
Ele é Divaldo Pereira Franco (foto), um ser diferenciado, em evolução. Como todo baiano comum, 'estreou' em Feira de Santana, em 1927, relevante entroncamento rodoviário do Nordeste, local de encontro de gente simples e humilde, advinda das agruras da seca e cercas nordestinas para aventuras e esperanças para um melhor viver no Sul e Sudeste pátrios. Expressões reencarnatórias de sofreres, carmas e resgastes. Aqui chegou por obra dos deuses. Reencarnou numa modesta família, a quase um século. Experimentou chamados da caridade, justiça e amor. Os compromissos com a pós-materialidade iniciaram desde cedo, ainda como criança. Uma infância conflituosa na família, na religiosidade e na vida. Renúncia compulsória à formação de uma família carnal. Via o que os outros, não viam. Ouvia, o que os demais, não ouviam. Sentia, o que os terceiros não sentiam. Vislumbrava o adiante, diferente dos limitados à distância do olhar. Para os incrédulos um paranormal. Para alguns religiosos, um possuído pelo Satanás. Para o Grande Arquiteto do Universo, um "irmão" fraterno. Para Allan Kardec, um médium raro, dotado de amor em abundância. 
Possuidor de energias divinas da pós-materialidade, carregadas de trabalho-abnegação. Amargurou as dores dos comuns, tal qual o calvário cristão, como a perda dolorosa de irmãos queridos. Conviveu com a indiferença do genitor perante os seus incomuns fenômenos. Suportou as pressões sociais e religiosas, numa cidade interiorana de matriz católica. Entendido somente pelo afeto, acolhimento e amor materno, tal qual Maria, a mãe de Jesus, que assim dizia ao responder ao questionamento de criança: "mãe que queres tu de mim?". Respondeu: "cuidar de te, meu filho". 
Ele não cansa de realizar. Partilha da máxima que "as melhores preces são as ações". Uma missão pastoral de consolo aos aflitos, por quase um século. Não se limita ao exímio divulgador da doutrina espírita mundo a fora, aplaudido em requintados salões e disputado por multidões de curiosos, crédulos e incrédulos. Jamais foi atraído pela vaidade e recompensas vis da matéria. Psicografou mais de duas centenas de obras espíritas de conteúdo religioso, filosófico e científico, da "transição planetária, à atualidade do pensamento espírita". 
Na práxis, de sua metafórica e cinquentenária "Mansão do Caminho", inspiração da modesta "Casa do Caminho" do Apóstolo Pedro, atende três mil crianças carentes, acolhe diariamente quem os procura, chegando a ajudar diariamente seis mil "irmãos" excluídos dos valores elementares da civilização. Assumiu a paternidade oficial de seiscentos menores abandonados. Mantem-se livre e incólume das máculas terrenas, do lucro fácil e das tentações maléficas. Por isso, Divaldo Pereira Franco, retornará donde veio, e continuará na sua divina missão de apóstolo e mensageiro da paz e do amor. 
Manoel Moacir Costa Macêdo
Engenheiro Agrônomo, Advogado, PhD pela University of Sussex, Brighton, Inglaterra

Não se limita ao exímio divulgador da doutrina espírita mundo a fora, aplaudido em requintados salões e disputado por multidões de curiosos, crédulos e incrédulos. Jamais foi atraído pela vaidade e recompensas vis da matéria

* Manoel Moacir Costa Macêdo

"Deus é brasileiro" -, mas o Papa é argentino. "Brasil, coração do mundo, pátria do evangelho" -, embora seja um País desigual e injusto. As mazelas sociais são humanas. Elas não são divinas, mas somos majoritariamente religiosos. Uma sociedade construída pelos fundamentos da "santa cruz", não deve tolerar a fome. No entanto, convivemos indiferentes com "irmãos" vítimas dessa consentida e cruel chaga. Aplaudimos obsequiosamente o "silêncio dos bons", e acolhemos os gritos dos arrogantes e dos maus. Contradições que qualificam a sociedade brasileira, como um "Brasil inevitável". 
Exercemos com naturalidade o "jeitinho brasileiro", o culto aos privilégios e distinções de poucos. Realidade que não poder ser acobertada pelas contingências consoladoras de "provas, expiações, dores e ranger de dentes", a caminho da "regeneração" na pluralidade de mundos, num universo sideral e infinito. Nessa imensidão de mistérios, surgiu um humano, brasileiro, nordestino e baiano, não ao acaso, no julgo da lei de "causa e efeito", da "pluralidade das existências", e das "energias neurais" da pós-materialidade. Distanciado do orgulho, do egoísmo e da posse de bens materiais. Um fenômeno livre do mundanismo, consumismo e materialismo. Quem é ele? Donde veio? O que faz? Pra onde vai?
Ele é Divaldo Pereira Franco (foto), um ser diferenciado, em evolução. Como todo baiano comum, 'estreou' em Feira de Santana, em 1927, relevante entroncamento rodoviário do Nordeste, local de encontro de gente simples e humilde, advinda das agruras da seca e cercas nordestinas para aventuras e esperanças para um melhor viver no Sul e Sudeste pátrios. Expressões reencarnatórias de sofreres, carmas e resgastes. Aqui chegou por obra dos deuses. Reencarnou numa modesta família, a quase um século. Experimentou chamados da caridade, justiça e amor. Os compromissos com a pós-materialidade iniciaram desde cedo, ainda como criança. Uma infância conflituosa na família, na religiosidade e na vida. Renúncia compulsória à formação de uma família carnal. Via o que os outros, não viam. Ouvia, o que os demais, não ouviam. Sentia, o que os terceiros não sentiam. Vislumbrava o adiante, diferente dos limitados à distância do olhar. Para os incrédulos um paranormal. Para alguns religiosos, um possuído pelo Satanás. Para o Grande Arquiteto do Universo, um "irmão" fraterno. Para Allan Kardec, um médium raro, dotado de amor em abundância. 
Possuidor de energias divinas da pós-materialidade, carregadas de trabalho-abnegação. Amargurou as dores dos comuns, tal qual o calvário cristão, como a perda dolorosa de irmãos queridos. Conviveu com a indiferença do genitor perante os seus incomuns fenômenos. Suportou as pressões sociais e religiosas, numa cidade interiorana de matriz católica. Entendido somente pelo afeto, acolhimento e amor materno, tal qual Maria, a mãe de Jesus, que assim dizia ao responder ao questionamento de criança: "mãe que queres tu de mim?". Respondeu: "cuidar de te, meu filho". 
Ele não cansa de realizar. Partilha da máxima que "as melhores preces são as ações". Uma missão pastoral de consolo aos aflitos, por quase um século. Não se limita ao exímio divulgador da doutrina espírita mundo a fora, aplaudido em requintados salões e disputado por multidões de curiosos, crédulos e incrédulos. Jamais foi atraído pela vaidade e recompensas vis da matéria. Psicografou mais de duas centenas de obras espíritas de conteúdo religioso, filosófico e científico, da "transição planetária, à atualidade do pensamento espírita". 
Na práxis, de sua metafórica e cinquentenária "Mansão do Caminho", inspiração da modesta "Casa do Caminho" do Apóstolo Pedro, atende três mil crianças carentes, acolhe diariamente quem os procura, chegando a ajudar diariamente seis mil "irmãos" excluídos dos valores elementares da civilização. Assumiu a paternidade oficial de seiscentos menores abandonados. Mantem-se livre e incólume das máculas terrenas, do lucro fácil e das tentações maléficas. Por isso, Divaldo Pereira Franco, retornará donde veio, e continuará na sua divina missão de apóstolo e mensageiro da paz e do amor. 

Manoel Moacir Costa MacêdoEngenheiro Agrônomo, Advogado, PhD pela University of Sussex, Brighton, Inglaterra