Oposição nova com cara de velha

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Publicada em 27/09/2019 às 05:34:00

 

Já começa a ser questionado nas ro
das políticas o bloco de oposição 
em Sergipe que está surgindo com a participação do senador Alessandro Vieira (Cidadania-SE), da vereadora Emília Correa (Patriota), do ex-vereador Dr. Emerson (Cidadania) e do ex-candidato a governador Milton Andrade (Novo).
Ontem, em uma roda política, foi consensuado que essa oposição não representa o novo como o grupo quer colocar. Essa discussão surgiu após comentário sobre Milton Andrade ter confirmado pelas redes sociais que seria indicado para a superintendência regional da Codevasf por indicação de Alessandro, mas acabou não aceitando.
Foi avaliado que Alessandro não representa o novo por ter sido "filhote" do ex-governador Jackson Barreto (MDB), que o transformou em "xerife todo poderoso da Segurança Pública".  Lembraram que ele só passou a criticar JB depois que foi demitido.
Para o grupo, a principal razão para o senador não representar o novo está no fato de ter se retirado da reunião da bancada federal que discutia cargos no governo federal, após dizer que não tinha interesse, que seria independente e sempre repetir que não faz parte da "velha política", e, depois, ter trabalhado individualmente para colocar Milton na Codevasf em troca de voto a favor da reforma da previdência e da indicação do filho do presidente Bolsonaro para embaixador nos Estados Unidos, como se especula.
Colocou-se que Milton Andrade também não representa o novo por ter aceitado em fevereiro deste ano o cargo na Codevasf indicado por Alessandro, que somente não se formalizou porque a grande maioria da bancada federal de Sergipe se posicionou contrária não por conta da sua pessoa, mas pela forma como o senador atuou para nomeá-lo. Foi colocado ainda que ele é "filhote" do ex-governador João Alves Filho (DEM), que quando prefeito de Aracaju o nomeou secretário-adjunto de Esporte e Lazer.
Foi dito, também, que a vereadora Emília Correa não pode ser considerada como o "novo na política", por ter sido "abençoada" por João Alves e a senadora Maria do Carmo (DEM) em 2012, quando disputou o primeiro mandato de vereadora, ficando como suplente, e em 2016, quando foi eleita vereadora de Aracaju.   Não deixou de ser citado que ela foi filiada ao DEM, trabalhou na rádio Jornal [De João e Maria] e que o seu pai Correa foi vereador em Lagarto, com apoio dos dois democratas.
Dr. Emerson também não escapou.  Foi lembrado que ele era cabo eleitoral do deputado estadual Francisco Gualberto (PT) e se elegeu vereador de Aracaju "sob a benção" do parlamentar.  
Para o amigo ex-deputado federal João Fontes, que gosta de apreciar um bom vinho, essa nova oposição "é um vinho bem velhinho e indigesto para os apreciadores da bebida. É um vinho do Paraguai, que provoca forte dor de cabeça no outro dia".
Trocando em miúdos, já há um entendimento de alguns setores da sociedade de que esse bloco liderado por Alessandro Vieira representa uma oposição com discurso de novo, mas que já nasceu velha...

Já começa a ser questionado nas ro das políticas o bloco de oposição  em Sergipe que está surgindo com a participação do senador Alessandro Vieira (Cidadania-SE), da vereadora Emília Correa (Patriota), do ex-vereador Dr. Emerson (Cidadania) e do ex-candidato a governador Milton Andrade (Novo).
Ontem, em uma roda política, foi consensuado que essa oposição não representa o novo como o grupo quer colocar. Essa discussão surgiu após comentário sobre Milton Andrade ter confirmado pelas redes sociais que seria indicado para a superintendência regional da Codevasf por indicação de Alessandro, mas acabou não aceitando.
Foi avaliado que Alessandro não representa o novo por ter sido "filhote" do ex-governador Jackson Barreto (MDB), que o transformou em "xerife todo poderoso da Segurança Pública".  Lembraram que ele só passou a criticar JB depois que foi demitido.
Para o grupo, a principal razão para o senador não representar o novo está no fato de ter se retirado da reunião da bancada federal que discutia cargos no governo federal, após dizer que não tinha interesse, que seria independente e sempre repetir que não faz parte da "velha política", e, depois, ter trabalhado individualmente para colocar Milton na Codevasf em troca de voto a favor da reforma da previdência e da indicação do filho do presidente Bolsonaro para embaixador nos Estados Unidos, como se especula.
Colocou-se que Milton Andrade também não representa o novo por ter aceitado em fevereiro deste ano o cargo na Codevasf indicado por Alessandro, que somente não se formalizou porque a grande maioria da bancada federal de Sergipe se posicionou contrária não por conta da sua pessoa, mas pela forma como o senador atuou para nomeá-lo. Foi colocado ainda que ele é "filhote" do ex-governador João Alves Filho (DEM), que quando prefeito de Aracaju o nomeou secretário-adjunto de Esporte e Lazer.
Foi dito, também, que a vereadora Emília Correa não pode ser considerada como o "novo na política", por ter sido "abençoada" por João Alves e a senadora Maria do Carmo (DEM) em 2012, quando disputou o primeiro mandato de vereadora, ficando como suplente, e em 2016, quando foi eleita vereadora de Aracaju.   Não deixou de ser citado que ela foi filiada ao DEM, trabalhou na rádio Jornal [De João e Maria] e que o seu pai Correa foi vereador em Lagarto, com apoio dos dois democratas.
Dr. Emerson também não escapou.  Foi lembrado que ele era cabo eleitoral do deputado estadual Francisco Gualberto (PT) e se elegeu vereador de Aracaju "sob a benção" do parlamentar.  
Para o amigo ex-deputado federal João Fontes, que gosta de apreciar um bom vinho, essa nova oposição "é um vinho bem velhinho e indigesto para os apreciadores da bebida. É um vinho do Paraguai, que provoca forte dor de cabeça no outro dia".
Trocando em miúdos, já há um entendimento de alguns setores da sociedade de que esse bloco liderado por Alessandro Vieira representa uma oposição com discurso de novo, mas que já nasceu velha...

Não seria nomeado

De Brasília a coluna recebeu informações de que o ex-candidato a governador, o empresário Milton Andrade, não assumiria, em hipótese alguma, a superintendência regional da Codevasf por ser consenso da maioria da bancada que o atual superintendente César Mandarino deve permanecer no cargo por indicação da senadora Maria do Carmo Alves (DEM). Foi dito que Milton registrou que tinha recebido telefonemas de Brasília solicitando documentação para nomeação e não aceitou apenas para ter uma "saída honrosa" sobre o imbróglio.

Até dezembro

O deputado federal Fábio Reis (MDB) disse ontem à coluna que até o final deste ano a sua família decidirá, de forma consensuada, o nome que vai disputar a Prefeitura de Lagarto em 2020. "Ainda estamos ouvindo os amigos. Está tudo bem apaziguado e em sintonia. O candidato sairá do grupo em conjunto", acredita.

O foco é 2022

De Fábio, ao ser questionado se ele almeja ser o nome dos Reis para a disputa municipal: "Desejo continuar em Brasília, mas posso ser candidato a prefeito, se for o nome de consenso da família e dos amigos, porque me sinto preparado. Meu projeto é outro: continuar em Brasília e em 2022 colocar meu nome a uma eleição majoritária como candidato a vice-governador".  

Grande probabilidade

A coluna tem informações que o nome dos Reis e do seu agrupamento político para disputar a Prefeitura de Lagarto em 2020 pode ser o da deputada estadual Goretti Reis (PSD). E que Goretti já filiou esta semana, no DEM, o empresário Nininho do Doce, que poder ser o seu vice ou do candidato do seu grupo. Ele é uma liderança política no município, tendo, inclusive, elegido três vereadores no pleito de 2016.

DEM 1

O presidente estadual do DEM, ex-deputado federal José Carlos Machado, conta com Goretti Reis e mais quatro deputados estaduais para ajudar no fortalecimento do seu partido no estado. Os outros quatro são: Garibalde Mendonça (MDB) - que já filiou seu filho ao DEM e é o presidente do Diretório Municipal; Gilmar Carvalho (PSC), que tem a pretensão de ser candidato a prefeito de Aracaju pelo DEM; Capitão Samuel (PSC) e Zezinho Guimarães (MDB), que estão insatisfeitos com seus partidos e desejam sair tão logo haja segurança jurídica.

DEM 2

Machado espera que se abra logo uma janela para que esses deputados se filiem ao DEM. "Já os trato como se fossem filiados ao democratas. Serão convidados a participar das próximas reuniões do partido", disse, enfatizando que está na torcida para que a justiça eleitoral autorize Gilmar a deixar o PSC para que os demais possam seguir o mesmo caminho e que está otimista com o fortalecimento da legenda em Sergipe, que nacionalmente tem três ministérios (Saúde, Casa Civil e Agricultura) e os presidente da Câmara dos Deputados e do Senado, além de uma boa bancada no Congresso Nacional.    

Na Codevasf 1

O governador Belivaldo Chagas (PSD), deputados federais, senadores  e prefeitos participarão às 10h de hoje, na Codevasf, da solenidade de entrega de máquinas e equipamentos ao DER. Os equipamentos foram adquiridos com recursos de emenda impositiva destinada pela bancada federal de Sergipe junto ao Orçamento Geral da União para o ano 2019.

Na Codevasf 2

A companhia investiu R$ 3,6 milhões na aquisição dos equipamentos que serão utilizados pelo DER em ações de manutenção, reformas e melhorias na malha rodoviária estadual. A senadora Maria do Carmo Alves (DEM) e o prefeito Marcos Santana (MDB-São Cristovão) marcarão presença no evento. Marcos, inclusive, receberá equipamentos da Codevasf no próximo mês.

Almoço

Após a solenidade na Codevasf, o governador Belivaldo Chagas almoçará com alguns parlamentares. Entre os que confirmaram presença no almoço a senadora Maria do Carmo (DEM). Acompanhará a parlamentar o presidente estadual do DEM, José Carlos Machado, e o deputado estadual Zezinho Guimarães (MDB).

Por unanimidade

O Plenário do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) confirmou ontem decisão provisória no mandado de segurança que determinou a posse de Valdevan Noventa (PSC) ao cargo de deputado federal pelo estado de Sergipe. Ao julgar uma Ação de Investigação Judicial Eleitoral (Aije), o Tribunal Regional Eleitoral de Sergipe (TRE-SE) impediu que Valdevan fosse diplomado e tomasse posse como deputado. Contudo, o político obteve o direito de ocupar o cargo por uma decisão provisória concedida pelo então relator do caso no TSE, ministro Admar Gonzaga. Ele chegou a ser preso acusado de prática de crime eleitoral que envolve doações ilegais para a campanha,

Retaliação

O G4 da Assembleia Legislativa, formado pelos deputados estaduais Georgeo Passos, Kitty Lima, Samuel Carvalho e Rodrigo Valadares, já fechou entendimento que não dará quorum para votação de projetos na Casa em protesto ao fato de não ter sido, sequer, lido em plenário requerimento para instalação de CPI da Pedofilia. O requerimento tem 18 assinaturas e é de autoria de Samuel Carvalho.    

Feira turística

O deputado estadual Adailton Martins (PSD) prestigiou a 47ª ABAV Expo Internacional de Turismo, no Expo Center Norte, em São Paulo. "Visitei os stand's "Vem Pra Sergipe" e o oficial do estado cedido pelo Ministério do Turismo. Fico feliz em ver os municípios da Barra dos Coqueiros, São Cristóvão, Itaporanga, Aracaju e Tobias Barretos representando e apresentando nossos pontos turísticos, históricos e as belezas de Sergipe. Essa união faz com que nossa terra saia na frente mostrando que é fort e e tem potencial turístico", declarou o parlamentar.

Veja essa ...

Durante sessão da CCJ (Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania) desta semana na Assembleia Legislativa do Estado do Paraná, o deputado estadual Luiz Carlos Martins (PP) reclamou do salário de R$ 25,3 mil recebido pelos parlamentares paranaenses. "No meu terceiro mandato aqui na Assembleia, você ia em uma concessionária e comprava um carro zero da melhor qualidade. Hoje, você não paga a metade de um carro popular. E nós precisamos contar isso para a população, que houve achatamento em nosso salário", pontuou.

Curtas

A partir das 9h de hoje a Assembleia Legislativa, por iniciativa do deputado Iran Barbosa (PT), debaterá o Atlas da Violência 2019, publicado pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) e pelo Fórum Brasileiro de Segurança Pública (FBSP), em julho deste ano.

Para apresentar o Atlas e os seus resultados, com destaque para os dados de Sergipe, foi convidado o doutor em Economia pela PUC/Rio, Daniel Ricardo de Castro Cerqueira, pesquisador do Ipea e um dos coordenadores da pesquisa.

A Federação Estadual das Entidades Comunitárias de Sergipe (FECS) promove hoje o Seminário de Formação Comunitária, a partir das 8h, no auditório da Unit de Estância.

Segundo a presidente da FECS, Adriana Oliveira, o evento, realizado em parceria com o CONAM e UNAME, visa esclarecer aos comunitários a formação e aparelhamento para desenvolvimento das suas ações para o fortalecimento comunitário de Sergipe.