Morte de Ágatha é mais um assassinato que nos indigna e que traz a marca da violência do Estado, diz João Daniel

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Publicada em 27/09/2019 às 05:26:00

 

O deputado federal João Daniel (PT/SE) repudiou o assassinato da menina Ágatha Félix, de apenas 8 anos, no Rio de Janeiro, vítima de um tiro pelas costas desferido por um policial, segundo testemunhas. O parlamentar registrou que o mundo inteiro acompanhou a repercussão desse caso que entristece e indigna a todos, principalmente os que lutam por uma sociedade democrática, que respeite a vida e por um estado com segurança pública para servir à sociedade.
Para o parlamentar, não há como negar que não foi um policial que atirou, pois tanto o motorista da Kombi onde estava a garota com a mãe como moradores que assistiram à cena atestaram. Só em 2019 foram 16 crianças baleadas, as mais novas com apenas seis meses de idade. Cinco delas morreram, incluindo Ágatha. "Pesa sobre o governador do Rio de Janeiro [Wilson Witzel] o incentivo ao assassinato das pessoas. E a Polícia do Rio de Janeiro, assim como a polícia de qualquer estado do Brasil, sabe que quanto mais a polícia mata mais ela morre, mais é odiada pela população. A polícia precisa saber que na hora que apertar, que a sociedade cobrar uma resposta, não sobrará para um Governador que manda matar, que apoia, que faz apologia ao crime", disse.
Segundo o deputado João Daniel, o governador do Rio de Janeiro não merece nenhum respeito. "É uma pessoa sem nenhuma dignidade humana. A polícia precisa ter dignidade, ela não pode continuar matando em nome da justificativa sempre inventada, de que houve uma reação, de que foi confronto. Essa história precisa ser desmoralizada. O nosso repúdio, a nossa solidariedade à família de Agatha, uma família tão decente que não aceitou o apoio do Estado para o velório de sua filha; é um exemplo de uma família trabalhadora".
O deputado lamentou ainda que o presidente Jair Bolsonaro e o ministro da Justiça, Sérgio Moro, se enquadrem na mesma situação do governador do Rio, pois, de acordo com o parlamentar, eles incentivam o uso de armas, a matança e não contribuem em nada para a construção de uma sociedade de paz, de justiça e de igualdade.
 "O país não pode continuar assistindo a esta escalada de violência, de autoritarismo que vem sendo tomada contra a população negra, pobre e também as lideranças no campo, como demonstra a Comissão Pastoral da Terra (CPT), e considerando como normal as atitudes que vêm sendo tomadas a cada dia, suprimindo direitos, quebrando regras legais e intensificando a violência", observou o deputado.
Para o parlamentar, é preciso dar um basta nessa situação. Segundo ele, a sociedade não aguenta mais essa falta de segurança que traz nela a marca da violência do Estado. E, na avaliação dele, isso só poderá ser feito com o povo nas ruas. "Com os trabalhadores e trabalhadoras defendendo a democracia e a nossa Constituição e o direito à vida e a implantação da paz, com a retomada de valores humanitários e fraternos, o que não se enxerga nas atitudes tomadas Bolsonaro e seus seguidores".

O deputado federal João Daniel (PT/SE) repudiou o assassinato da menina Ágatha Félix, de apenas 8 anos, no Rio de Janeiro, vítima de um tiro pelas costas desferido por um policial, segundo testemunhas. O parlamentar registrou que o mundo inteiro acompanhou a repercussão desse caso que entristece e indigna a todos, principalmente os que lutam por uma sociedade democrática, que respeite a vida e por um estado com segurança pública para servir à sociedade.
Para o parlamentar, não há como negar que não foi um policial que atirou, pois tanto o motorista da Kombi onde estava a garota com a mãe como moradores que assistiram à cena atestaram. Só em 2019 foram 16 crianças baleadas, as mais novas com apenas seis meses de idade. Cinco delas morreram, incluindo Ágatha. "Pesa sobre o governador do Rio de Janeiro [Wilson Witzel] o incentivo ao assassinato das pessoas. E a Polícia do Rio de Janeiro, assim como a polícia de qualquer estado do Brasil, sabe que quanto mais a polícia mata mais ela morre, mais é odiada pela população. A polícia precisa saber que na hora que apertar, que a sociedade cobrar uma resposta, não sobrará para um Governador que manda matar, que apoia, que faz apologia ao crime", disse.
Segundo o deputado João Daniel, o governador do Rio de Janeiro não merece nenhum respeito. "É uma pessoa sem nenhuma dignidade humana. A polícia precisa ter dignidade, ela não pode continuar matando em nome da justificativa sempre inventada, de que houve uma reação, de que foi confronto. Essa história precisa ser desmoralizada. O nosso repúdio, a nossa solidariedade à família de Agatha, uma família tão decente que não aceitou o apoio do Estado para o velório de sua filha; é um exemplo de uma família trabalhadora".
O deputado lamentou ainda que o presidente Jair Bolsonaro e o ministro da Justiça, Sérgio Moro, se enquadrem na mesma situação do governador do Rio, pois, de acordo com o parlamentar, eles incentivam o uso de armas, a matança e não contribuem em nada para a construção de uma sociedade de paz, de justiça e de igualdade.
 "O país não pode continuar assistindo a esta escalada de violência, de autoritarismo que vem sendo tomada contra a população negra, pobre e também as lideranças no campo, como demonstra a Comissão Pastoral da Terra (CPT), e considerando como normal as atitudes que vêm sendo tomadas a cada dia, suprimindo direitos, quebrando regras legais e intensificando a violência", observou o deputado.
Para o parlamentar, é preciso dar um basta nessa situação. Segundo ele, a sociedade não aguenta mais essa falta de segurança que traz nela a marca da violência do Estado. E, na avaliação dele, isso só poderá ser feito com o povo nas ruas. "Com os trabalhadores e trabalhadoras defendendo a democracia e a nossa Constituição e o direito à vida e a implantação da paz, com a retomada de valores humanitários e fraternos, o que não se enxerga nas atitudes tomadas Bolsonaro e seus seguidores".